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26 de fev. de 2007

"O Túmulo Perdido de Jesus" : Maçonaria realiza a Guerra Fria contra cristianismo

Um documentário produzido por James Cameron, mesmo diretor do filme "Titanic", que estreia nesta segunda-feira (26) no Discovery Channel deve agitar os cristãos. A ideia do filme é que Jesus não ressuscitou. Foi sepultado em Jerusalém, com a família, incluindo o filho que teve com Maria Madalena. DESTAQUE Comissão Militar-Industrial se reúne terça-feira Médio Oriente: Moscovo apela para diálogo Lavrov: Escudo dos EUA incompreensível Gracyanne Barbosa é capa da edição da Playboy de fevereiro Mais... Realizado pelo judeu canadiano Simcha Jacobovici, "O Túmulo Perdido de Jesus" afirma basear-se em provas concretas - teste de ADN, estatísticas, análises forenses -, mas causará polémica ao pôr em causa um dos fundamentos do cristianismo: a ressurreição de Cristo. Para perceber como Cameron e Jacobovici chegaram até aqui, é preciso recuar até 1980, quando umas escavações em Talpiot, subúrbio de Jerusalém, revelaram uma cripta com mais de dois mil anos. No interior, dez caixões. Foram precisos 20 anos para decifrar os nomes neles inscritos em aramaico: Maria, Mateus, Jesus, filho de José, Maria (Madalena) e Judas, filho de Jesus. Nomes comuns no século I, que só anos depois chamaram a atenção dos peritos. Seria coincidência? Ou seria esta a sepultura da família de Jesus? "As pessoas terão de acreditar no que quiserem", disse Jacobovici à Newsweek. Dois dos sarcófagos seráo exibidos hoje durante a conferência de imprensa, mas em nome de Israel falou já Amos Kloner, professor de arqueologia e supervisor das escavações de 1980: “É um óptimo argumento televisivo, mas um disparate do ponto de vista histórico. José pai de Jesus, era um humilde carpinteiro que nunca poderia ter providenciado sarcófagos tão luxuosos para a família." O diácono Andrei Kuráyev, conhecido teólogo ortodoxo russo e professor da Academia Espiritual de Moscou, opinou hoje em Moscou que no mundo ocidental cada ano, na véspera da Páscoa, aparece na mídia uma sensação que petende afetar a doutrina cristã. Recordamos por exemplo a descoberta de tal chamado 'Evangelho de Judas' que não pode ser obra de Judas Iscariotes pela simples razão que Judas se enforcou no mesmo dia em que Cristo foi crucificado. Segundo Kurayev logo depois mesmo na mídia aparece um desmentido “ estampado pelas letras pequenas, mas ninguem leia”. ''Não podemos imaginar que a descoberta de uma sepultura mude a composição da Sagrada Escritura'', disse. Kurayev acredita que no mundo ocidental realiza-se uma guerra fria contra cristianismo organizada pela maçonaria, freqüentemente judea, cita Interfax. { Costa }

Arqueólogo contesta documentário de Cameron sobre suposto túmulo de Jesus

Um documentário a ser exibido nesta segunda-feira nos Estados Unidos afirma ter identificado o túmulo onde foram enterrados Jesus Cristo, sua mãe Maria, e Maria Madalena. Mas o arqueólogo que liderou as escavações que encontraram urnas funerárias nos arredores de Jerusalém refutou a teoria do filme intitulado "The Lost Tomb of Jesus" (O Túmulo Perdido de Jesus). O documentário foi produzido pelo diretor do filme "Titanic", James Cameron, para o canal de TV Discovery. As supostas revelações do documentário fazem referência a um túmulo encontrado em 1980 no subúrbio de Talpiyot, em Jerusalém. Nele, os arqueólogos encontraram dez caixões – ou repositórios de ossos – e três crânios. "É uma ótima história para um filme, mas é impossível. É bobagem", disse ele, segundo o jornal "Jerusalem Post". "Jesus e seus parentes eram uma família da Galiléia, sem laços com Jerusalém. A tumba de Talpiot pertencia a uma família de classe média do primeiro século", acrescentou. Seis deles portavam inscrições que foram traduzidas como Jesus, filho de José; Judá, filho de Jesus; Mariamne (apontado como o verdadeiro nome de Maria Madalena); Maria; José; e Mateus. Mas, à época, o achado não gerou grande interesse, porque os nomes eram comuns há dois mil anos. Quinze anos depois, a equipe submeteu os resíduos de ossos a testes de DNA, e verificou que não havia parentesco entre os ossos que seriam de Jesus e Maria Madalena, levando-os a concluir que ambos só poderiam estar na mesma tumba se fossem casados. Embora a caverna tenha sido descoberta há quase 30 anos, Cameron e Simcha Jacobovici, outro produtor do documentário, foram os primeiros a estabelecer que ela foi de fato o local de enterro de Jesus e sua família. O filme documenta os estágios da pesquisa sobre a caverna e os caixões e é resultado de três anos de trabalho. Segundo os realizadores, a pesquisa teve colaboração de cientistas internacionalmente reconhecidos, arqueólogos, especialistas em DNA e em antigüidades. { Costa }

Diretor de Titanic diz ter encontrado túmulo de Jesus

James Cameron tenta provar fato em documentário que será exibido no Discovery O cineasta James Cameron LONDRES - O documentário The Lost Tomb of Jesus (O Túmulo Perdido de Jesus, em tradução livre), produzido pelo diretor do filme Titanic, James Cameron, para o canal de TV Discovery, vai ser exibido nesta segunda-feira nos Estados Unidos. O documentário, dirigido pelo canadense Simcha Jacobovici, tenta provar a teoria de que o túmulo onde estão enterrados Jesus Cristo, sua mãe, Maria, e Maria Madalena, foi encontrado. As supostas revelações do documentário fazem referência a um túmulo encontrado em 1980 no subúrbio de Talpiot, em Jerusalém. Nele, os arqueólogos encontraram dez caixões - ou repositórios de ossos - e três crânios. Seis deles portavam inscrições que foram traduzidas como Jesus, filho de José; Judá, filho de Jesus; Mariamne (apontado como o verdadeiro nome de Maria Madalena); Maria; José; e Mateus. Mas, à época, o achado não gerou grande interesse, porque os nomes eram comuns há dois mil anos. Quinze anos depois, a equipe submeteu os resíduos de ossos a testes de DNA, e verificou que não havia parentesco entre os ossos que seriam de Jesus e Maria Madalena, levando-os a concluir que ambos só poderiam estar na mesma tumba se fossem casados. Questionamento Embora não questione o episódio bíblico da Ressurreição - já que não havia ossos nos caixões - o filme de US$ 2 milhões (quase R$ 4,5 milhões) põe em questão os pilares do Cristianismo da mesma forma que o best-seller O Código da Vinci, de Dan Brown. Na trama, a Igreja tenta esconder a revelação de que Jesus e Maria Madalena tiveram um filho. Para evitar manifestações de católicos, o local onde James Cameron dará uma coletiva de imprensa, nesta segunda-feira, será mantido em segredo até o último momento. A tumba onde os ossos foram encontrados também permanece sob guarda armada. Mas o cientista que supervisionou as escavações em 1980, Amos Kloner, disse que os nomes eram coincidência, e qualificou o filme como "bobagem". "É uma ótima história para um filme, mas é impossível. É bobagem", disse Kloner, segundo o jornal Jerusalem Post. "Jesus e seus parentes eram uma família da Galiléia, sem laços com Jerusalém. A tumba de Talpiot pertencia a uma família de classe média do primeiro século." Polêmica Stephen Pfann, professor da Universidade de Holy Lande, em Jerusalém, que foi entrevistado no documentário, disse que a hipótese é válida, mas não acha que os católicos vão "comprar a idéia". "Os mais céticos não vão acreditar, mas é verdade que (o documentário) preenche buracos na história". Pfann disse ainda que é possível que o nome "Jesus" esteja escrito incorretamente no túmulo. Ele acha que se parece mais com "Hanun". "Será que a história é possível mesmo? Em uma escala de um a dez, digamos que seja um, no máximo um e meio". Osnat Goaz, porta-voz da agência do governo israelense responsável por arqueologia, se recusou a comentar o caso antes que o documentário seja exibido. { Costa }

Documentário mostrará suposto túmulo de Jesus

Um documentário a ser exibido no Brasil em um canal de TV a cabo no dia 18 de março afirma ter identificado o túmulo onde foram enterrados Jesus Cristo, sua mãe Maria, e Maria Madalena. Intitulado The Lost Tomb of Jesus (ou "O Túmulo Perdido de Jesus", em tradução livre), o documentário foi produzido pelo diretor do filme Titanic, James Cameron, para o canal de TV Discovery Channel. As supostas revelações do documentário fazem referência a um túmulo encontrado em 1980 no subúrbio de Talpiot, em Jerusalém. Nele, os arqueólogos encontraram dez caixões – ou repositórios de ossos – e três crânios. Seis deles portavam inscrições que foram traduzidas como Jesus, filho de José; Judá, filho de Jesus; Mariamne (apontado como o verdadeiro nome de Maria Madalena); Maria; José; e Mateus. Mas, à época, o achado não gerou grande interesse, porque os nomes eram comuns há dois mil anos. Quinze anos depois, a equipe submeteu os resíduos de ossos a testes de DNA, e verificou que não havia parentesco entre os ossos que seriam de Jesus e Maria Madalena, levando-os a concluir que ambos só poderiam estar na mesma tumba se fossem casados. Questionamento - Embora não questione o episódio bíblico da Ressurreição – já que não havia ossos nos caixões – o filme de US$ 2 milhões (quase R$ 4,5 milhões) põe em questão os pilares do Cristianismo da mesma forma que o livro O Código da Vinci, de Dan Brown. Na trama, a Igreja tenta esconder a revelação de que Jesus e Maria Madalena tiveram um filho. A tumba onde os ossos foram encontrados também permanece sob guarda armada. Mas o cientista que supervisionou as escavações em 1980, Amos Kloner, disse que os nomes eram coincidência, e qualificou o filme como "bobagem". "É uma ótima história para um filme, mas é impossível. É bobagem", ele disse, segundo o jornal Jerusalem Post. "Jesus e seus parentes eram uma família da Galiléia, sem laços com Jerusalém. A tumba de Talpiot pertencia a uma família de classe média do primeiro século". ( Costa }

Descoberta de túmulo de Jesus é "farsa publicitária"

Um arqueólogo israelita considera que as afirmações sobre o documentário que aponta para a descoberta do túmulo de Jesus são uma "farsa publicitária" "A afirmação de que o túmulo (de Jesus) foi encontrado não está apoiado em nenhuma prova e somente uma manobra para vender”, afirma o professor Amos Kloner, da Universidade Bar-Ilan e arqueólogo oficial do Distrito de Jerusalém, que fiscalizou as escavações do mesmo local em 1980. O canal Discovery já anunciou a emissão de um documentário onde garante ter encontrado o local onde Jesus foi sepultado. 10 ossadas encontradas numa cova em 1980, seis levam inscrições identificando-as como os de Jesus, sua mãe Maria, uma segunda Maria (possivelmente Maria Madalena), e alguns parentes chamados Mateus, Josa e Judá; este último seria "o filho de Jesus". Diz o especialista que a inscrição de nomes nas campas era frequente na era do Segundo templo e que a inscrição "Jesus filho de José" foi encontrada em muitas outras tumbas em Jerusalém. "É muito pouco provável que Jesus e seus parentes tivessem um túmulo familiar ", explicou Kloner. "Eles eram uma família da Galileia sem vínculos em Jerusalém. A campa de Talpiot pertenceu a uma família de classe média do primeiro século de nossa era", defende. O documentário foi realizado por James Cameron, director do filme "Titanic" e deverá ser exibido ainda durante a Quaresma. { Costa )

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