O profeta Isaias no capítulo onze versículo primeiro, diz que:
Brotará um rebento do tronco de Jessé, um renovo que frutificará, brotará das
suas raízes. Jessé era o pai de Davi, Davi foi o segundo rei de Israel. Olhando
para a família dos ascendentes de Jesus, a partir de Judá, filho de Jacó, filho
de Isaque, filho de Abraão.
Sendo Jesus descendente de Davi, como diz a Bíblia, e José
marido de Maria mãe de Jesus, sendo o último descendente das gerações desde o
cativeiro na Babilônia até Jesus, José é considerado como o pai de Jesus. José marido
de Maria descendeu da tribo de Judá passando por Davi, ele não gerou a Jesus, tendo-se
em vista que Jesus não nasceu da vontade do homem, mais de Deus, José o marido
de Maria, sendo o último descendente de Davi antes de Jesus, Jesus mesmo assim é
descendente de Davi independentemente, pois José é o pai que criou Jesus e o
educou segundo a lei de Moisés.
Maria mãe de Jesus também descendia de Judá. Isto é mais uma
razão para Jesus ser chamado filho de Davi, e se ela mesma não fosse
descendente de Judá, ainda assim Jesus seria descende Davi por José segundo a
lei. Assim não há como alguém dizer que Jesus não é filho de Davi e ainda; é o
leão da tribo de Judá. Tendo em vista que entre os judeus tanto naquela época como
agora, há o conhecimento de que Jesus é o filho de Davi que o profeta Isaias
falou, tanto é que até mesmo o cego Bartimeu disse; Jesus filho de Davi, tem
misericórdia de mim. O que também é atualmente sabido pelo povo cristão do
mundo inteiro, que a profecia é verdadeira. A raiz de Jessé (Jesus) brotou e o renovo frutificou.
No capítulo cinquenta e três o profeta escreve: Quem deu
crédito em nossa pregação? E a quem foi revelado o braço do Senhor (Jesus), que
opera pelo dedo de Deus (Lc 11.20)? Porque ele foi subindo como renovo, naqueles dias, e
renovo sempre será enquanto houver seres humanos na terra a serem renovados por
Jesus.
Deus desde que pensou em criar o homem, já sabia da nossa
dureza de coração, e por isso diz pelo profeta: Quem deu crédito em nossa
pregação? Atualmente mesmo aqui dentro das congregações, há dificuldades para essa
aceitação, não foi só em Israel que os judeus não entenderam, aqui os ditos cristãos
não querem também entender que o renovo já frutificou quando pregou o
evangelho, e ainda, quando deu sua alma como oferta pelos nossos pecados na
cruz.
Agora estamos vivendo o tempo que as nações têm arvorada
diante de si a bandeira da salvação (Jesus Cristo) que elas procuram ou
necessitam. A causa de Jesus vir à terra estava dividida em duas partes, uma
delas estava no céu, a outra encontrava-se aqui na terra. A parte que estava no
céu, seu lugar era o trono do Senhor Deus, a existente na terra, estava como
nuvem de espessas trevas espalhadas em toda terra.
O céu é puro, nele habita a glória de Deus, e por isso mesmo aquele
que fez os céus e todo universo disse; sejam santos por que eu sou santo. Esta
frase demonstra o desejo de Deus de está com o homem, porém, o homem se tornou
impróprio para estar com Deus.
Ainda bem, o que estava no trono de Deus, era seu desejo de
preparar o homem para ser habitado pelo Espírito de Deus como sua casa, para que
o homem o amasse de espírito, alma e corpo eternamente, pois, o ser humano não
sabe o dia da sua morte, por isso, agora mesmo necessita aceitar o contato de
Deus o quanto antes, seguramente por não saber o dia e a hora que sua senha
será chamada.
A parte que estava na terra ainda continua; é o homem e seu
pecado, mas, a solução já veio, Deus em Cristo Jesus encarnou-se e habitou
entre nós, simples que poucos conseguiram vê-lo como Deus que esteve entre nós.
Deus enquanto homem esteve aqui declinado de sua glória, por amor ao pecador
desejando salvá-lo da condenação eterna, o salário que o pecador inconfesso tem direito é a
morte eterna, o direito que lhe assiste, é a condenação no logo de fogo e
enxofre, que é a segunda morte.
Jesus é o único que morreu em meu e seu lugar. Ele tomou
sobre si na cruz, a nossa condenação e morreu por nós, quando quem devia morrer
éramos nós e não ele. Sua morte física aconteceu em lugar da nossa morte eterna.
Essa troca só tem valor para quem o ver como Deus salvador de da sua alma, todo
o que nele crê e entrega a vida em suas mãos permitindo que ele seja seu
caminho para sua salvação até a sua última hora de folego em sua vida física.
Findo o tempo de vida do ser humano, a alma segue o caminho que
foi pavimentado por suas decisões e realizações em vida voluntariamente e em
perfeito sentido, se essas realizações foram baseadas em Cristo, a alma sobe
para Deus, porém, se não foram padronizadas no temor a Deus, a alma desce para
a morte eterna. Decida-se pela vida, o caminho é o temor a Deus, confessando a
Jesus como seu Senhor e salvador de sua alma, assim sendo, Deus o receberá no paraíso.
Domingos Teixeira Costa