Resultados de Pesquisa

.

18 de fev. de 2026

O renovo de Davi



O profeta Isaias no capítulo onze versículo primeiro, diz que: Brotará um rebento do tronco de Jessé, um renovo que frutificará, brotará das suas raízes. Jessé era o pai de Davi, Davi foi o segundo rei de Israel. Olhando para a família dos ascendentes de Jesus, a partir de Judá, filho de Jacó, filho de Isaque, filho de Abraão.

Sendo Jesus descendente de Davi, como diz a Bíblia, e José marido de Maria mãe de Jesus, sendo o último descendente das gerações desde o cativeiro na Babilônia até Jesus, José é considerado como o pai de Jesus. José marido de Maria descendeu da tribo de Judá passando por Davi, ele não gerou a Jesus, tendo-se em vista que Jesus não nasceu da vontade do homem, mais de Deus, José o marido de Maria, sendo o último descendente de Davi antes de Jesus, Jesus mesmo assim é descendente de Davi independentemente, pois José é o pai que criou Jesus e o educou segundo a lei de Moisés.

Maria mãe de Jesus também descendia de Judá. Isto é mais uma razão para Jesus ser chamado filho de Davi, e se ela mesma não fosse descendente de Judá, ainda assim Jesus seria descende Davi por José segundo a lei. Assim não há como alguém dizer que Jesus não é filho de Davi e ainda; é o leão da tribo de Judá. Tendo em vista que entre os judeus tanto naquela época como agora, há o conhecimento de que Jesus é o filho de Davi que o profeta Isaias falou, tanto é que até mesmo o cego Bartimeu disse; Jesus filho de Davi, tem misericórdia de mim. O que também é atualmente sabido pelo povo cristão do mundo inteiro, que a profecia é verdadeira. A  raiz de Jessé (Jesus) brotou e o renovo frutificou.  

No capítulo cinquenta e três o profeta escreve: Quem deu crédito em nossa pregação? E a quem foi revelado o braço do Senhor (Jesus), que opera pelo dedo de Deus (Lc 11.20)? Porque ele foi subindo como renovo, naqueles dias, e renovo sempre será enquanto houver seres humanos na terra a serem renovados por Jesus.

Deus desde que pensou em criar o homem, já sabia da nossa dureza de coração, e por isso diz pelo profeta: Quem deu crédito em nossa pregação? Atualmente mesmo aqui dentro das congregações, há dificuldades para essa aceitação, não foi só em Israel que os judeus não entenderam, aqui os ditos cristãos não querem também entender que o renovo já frutificou quando pregou o evangelho, e ainda, quando deu sua alma como oferta pelos nossos pecados na cruz.

Agora estamos vivendo o tempo que as nações têm arvorada diante de si a bandeira da salvação (Jesus Cristo) que elas procuram ou necessitam. A causa de Jesus vir à terra estava dividida em duas partes, uma delas estava no céu, a outra encontrava-se aqui na terra. A parte que estava no céu, seu lugar era o trono do Senhor Deus, a existente na terra, estava como nuvem de espessas trevas espalhadas em toda terra.

O céu é puro, nele habita a glória de Deus, e por isso mesmo aquele que fez os céus e todo universo disse; sejam santos por que eu sou santo. Esta frase demonstra o desejo de Deus de está com o homem, porém, o homem se tornou impróprio para estar com Deus.

Ainda bem, o que estava no trono de Deus, era seu desejo de preparar o homem para ser habitado pelo Espírito de Deus como sua casa, para que o homem o amasse de espírito, alma e corpo eternamente, pois, o ser humano não sabe o dia da sua morte, por isso, agora mesmo necessita aceitar o contato de Deus o quanto antes, seguramente por não saber o dia e a hora que sua senha será chamada.

A parte que estava na terra ainda continua; é o homem e seu pecado, mas, a solução já veio, Deus em Cristo Jesus encarnou-se e habitou entre nós, simples que poucos conseguiram vê-lo como Deus que esteve entre nós. Deus enquanto homem esteve aqui declinado de sua glória, por amor ao pecador desejando salvá-lo da condenação eterna, o salário que o pecador inconfesso tem direito é a morte eterna, o direito que lhe assiste, é a condenação no logo de fogo e enxofre, que é a segunda morte.

Jesus é o único que morreu em meu e seu lugar. Ele tomou sobre si na cruz, a nossa condenação e morreu por nós, quando quem devia morrer éramos nós e não ele. Sua morte física aconteceu em lugar da nossa morte eterna. Essa troca só tem valor para quem o ver como Deus salvador de da sua alma, todo o que nele crê e entrega a vida em suas mãos permitindo que ele seja seu caminho para sua salvação até a sua última hora de folego em sua vida física.

Findo o tempo de vida do ser humano, a alma segue o caminho que foi pavimentado por suas decisões e realizações em vida voluntariamente e em perfeito sentido, se essas realizações foram baseadas em Cristo, a alma sobe para Deus, porém, se não foram padronizadas no temor a Deus, a alma desce para a morte eterna. Decida-se pela vida, o caminho é o temor a Deus, confessando a Jesus como seu Senhor e salvador de sua alma, assim sendo, Deus o receberá no paraíso.

 

Domingos Teixeira Costa

 

 

 

 

 


Nenhum comentário: