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19 de jan. de 2008
A Dengue no Pará
Israel destrói prédio do Hamas
Reuters e Ap
Israel bombardeou ontem o prédio do Ministério do Interior - controlado pelo Hamas - na Cidade de Gaza e fechou as passagens de Erez e Kerem Shalom, na fronteira com o território palestino, ampliando o que qualificou de uma campanha para conter os disparos de foguetes de militantes.
O prédio de quatro andares estava vazio na hora do ataque, mas uma mulher morreu e pelo menos 46 outros moradores da área ficaram feridos.
“Foi como um terremoto”, disse Umm Fhami, uma mulher que vive em frente do local da explosão. “Minha casa não tremeu apenas, mas saltou das fundações e voltou ao lugar. Como eles podem lançar um míssil como esse numa área residencial?”, disse Umm. Apesar de o complexo estar fechado desde julho de 2006, quando foi alvo de outro ataque aéreo, ele fica bem no centro de um bairro residencial.
Esse foi o primeiro bombardeio israelense contra um prédio do governo palestino desde que o Hamas tomou o controle da Faixa de Gaza, em junho, depois de derrotar e expulsar as forças leais ao presidente da Autoridade Palestina, Mahmud Abbas. Um segundo ataque aéreo, lançado minutos depois, danificou o prédio do chamado QG naval do Hamas, no centro de Gaza.
Uma porta-voz do Exército de Israel confirmou os ataques aéreos, qualificando os alvos de “posições terroristas do Hamas”. “Essa foi parte de nossa resposta aos Qassam (foguetes) disparados contra Israel”, disse a porta-voz.
O Exército de Israel matou pelo menos 33 palestinos em Gaza esta semana, em meio a sua campanha para pressionar o Hamas a conter seus militantes, que dispararam mais de 110 foguetes contra o território israelense nos últimos três dias, mas sem causar vítimas.
Além da mulher morta no ataque ao Ministério do Interior, dois militantes morreram ontem num bombardeio contra o campo de refugiados de Jabalya, norte de Gaza.
Na Cisjordânia, uma unidade do Exército de Israel matou um líder local das Brigadas dos Mártires de Al-Aqsa, grupo ligado ao Fatah ( de Abbas ), num campo de refugiados em Nablus.
do site:
http://txt.estado.com.br/editorias/2008/01/19/int-1.93.9.20080119.11.1.xml
Confirmado o 11º caso de febre amarela
Moradora de Pirenópolis (GO), de 19 anos, teve alta hospitalar e passa bem
Rubens Santos
Dilma impõe um técnico como o número 2 do ministério de Lobão
Leonardo Goy
Numa demonstração clara de que não baterá de frente com a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, o futuro ministro de Minas e Energia, Edison Lobão (PMDB-MA), anunciou ontem que o atual secretário de Planejamento Energético do ministério, Márcio Zimmermann, será seu secretário-executivo. A primeira escolha de Lobão foi, assim, uma imposição de Dilma. O futuro ministro disse também que ainda não definiu qual cargo poderá vir a ser ocupado pelo ex-prefeito de São Paulo e atual tesoureiro do PMDB paulista, Miguel Colasuonno, que também era cotado para a secretaria-executiva.
Zimmermann é um técnico próximo à ministra da Casa Civil. Ele assumiu o posto de secretário de Planejamento em janeiro de 2005, na época em que Dilma comandava a pasta de Minas e Energia. Zimmermann chegou a ser cotado para o cargo de ministro no ano passado, quando Silas Rondeau saiu por causa de denúncias de envolvimento em esquema de corrupção descoberto pela Operação Navalha da Polícia Federal.
Estranho ao setor, mas apadrinhado pelo senador José Sarney (PMDB-AP), Lobão foi escolhido porque, no loteamento de cargos articulado pelo Palácio do Planalto com os partidos aliados, a pasta cabe ao PMDB do Senado.
Nas últimas semanas circularam rumores em Brasília de que Dilma estaria preocupada com a nomeação de um político para o cargo de ministro de Minas e Energia. Em suas primeiras entrevistas após ser confirmado no cargo, Lobão fez questão de negar o atrito e declarou que Dilma tem apreço por ele. Ao escolher um técnico ligado à ministra para ser seu principal auxiliar, Lobão dá um sinal de que vai trabalhar com ela.
Na quinta-feira, ele já havia declarado que sua gestão no ministério não seria do tipo “porteira fechada”, o que significa que o PMDB não ocuparia todos os principais cargos.
PODER
Além de ter comandado o Ministério de Minas e Energia entre 2003 e 2005, Dilma sempre manteve influência sobre a pasta no governo petista. Tanto é que muitos dos técnicos que trabalharam com ela permaneceram no ministério durante a gestão do peemedebista Silas Rondeau. O próprio ministro-interino Nelson Hubner, que passará o cargo a Lobão na segunda-feira, foi chefe de gabinete de Dilma. Hubner já anunciou que não continuará no ministério, mas deverá voltar ao governo em um outro cargo.
Zimmermann também faz parte desse grupo que conta com a confiança de Dilma. Outro técnico tido como um aliado da ministra é o atual presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Maurício Tolmasquim, que foi secretário-executivo de Dilma no Ministério de Minas e Energia.
USINAS
Nos últimos dias, Lobão evitou falar sobre o futuro do presidente da EPE. Mas a tendência é de que Tolmasquim fique no cargo. A EPE é uma empresa subordinada ao ministério que tem atribuições cruciais para os planos do governo na área energética. Cabe à EPE, por exemplo, elaborar os inventários dos rios em que são serão construídas futuras usinas hidrelétricas. A EPE também define os projetos de novas usinas que vão a leilão e os preços máximos que os interessados nesses empreendimentos poderão cobrar pela energia.
A disputa pelos cargos deverá continuar nas próximas semanas, principalmente pelo comando das estatais do sistema Eletrobrás. O atual presidente da Eletrobrás, Valter Cardeal, é ligado ao PT.
Dilma deverá assegurar para o pupilo Ronaldo Schuck a Secretaria de Energia Elétrica. Como Zimmermann e Tolmasquim, ele entrou para o governo petista a convite da ministra.
Cabe a Schuck monitorar a expansão dos sistemas elétricos para garantir o equilíbrio entre a oferta e a demanda de energia, monitorar o desempenho dos sistemas de geração, transmissão e distribuição, além da expansão dos sistemas elétricos e do desempenho das operações do ministério.
POSSE
Lobão será empossado ministro de Minas e Energia na segunda-feira, em cerimônia marcada para as 16h30, no Palácio do Planalto. Na seqüência, haverá uma solenidade de transferência do cargo, na sede do Ministério de Minas e Energia.
do site:
http://txt.estado.com.br/editorias/2008/01/19/pol-1.93.11.20080119.1.1.xml
18 de jan. de 2008
Após reunião na Câmara, motoboys deixam o Viaduto Jacareí
Grupo faz uma série de manifestações contra a proibição de motos nas marginais e de passageiros em garupas
Solange Spigliatti, do estadao.com.br
José Luis da Conceição/AE
Motoboys tomaram a Av. Brigadeiro Luis Antônio quando iam em direção à Câmara dos Vereadores
Pela manhã, trânsito ficou complicado no centro
Kassab recua de proibição a garupa em moto
Kassab quer agora proibir garupa; você concorda?
Uma comissão do sindicato foi recebida por vereadores, entre eles Adilson Amadeo, vice-presidente da Câmara. Eles prometeram discutir as reivindicações da categoria, após o recesso, principalmente a questão da proibição do tráfego de motos nas pistas expressas das marginais a partir de fevereiro. As informações são da rádio CBN.
Cerca de mil motoboys foram até a Câmara Municipal depois de fazer um buzinaço em frente à Prefeitura da capital. Caravanas de motoqueiros saíram de diversos pontos da cidade.
Ainda não havia informação sobre a direção que os manifestantes vão seguir. Eles ocupavam o viaduto mas, segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), não atrapalhava o trânsito. Nesta sexta, motoboys fazem uma série de protestos em toda a cidade. Eles são contra a proibição de motos trafegarem pelas marginais do Tietê e do Pinheiros, a partir do dia 11 de fevereiro.
O Sindicato dos Mensageiros e Motociclistas do Estado de São Paulo (Sindimotosp) informou que a manifestação será diferente da de sexta-feira passada. O presidente do Sindimotosp, Gilberto dos Santos, garantiu que nenhuma via será bloqueada. "Seguiremos em apenas uma pista e com um caminhão de som à frente", disse o líder, sem estimar o número de participantes.
Santos, cuja entidade representa 130 mil motoboys e tem 20 mil filiados, explicou que com o protesto pretende sensibilizar a Prefeitura para que se suspenda a restrição do tráfego nas vias expressas das Marginais e o limite de oito anos de uso da moto para atividade profissional, entre outras ações da gestão Gilberto Kassab (DEM).
Ele também critica o projeto de proibição da circulação de passageiros na garupa, a ser analisado pela Câmara em fevereiro. A categoria reagiu também a ações do governo federal, como a obrigatoriedade de selos do Inmetro nos capacetes, uso de coletes e o aumento de 38,25% do DPVAT - o seguro obrigatório.
(Colabora William Glauber, de O Estado de S. Paulo)
do site:
http://www.estadao.com.br/cidades/not_cid111455,0.htm
Mercados: Bovespa volta a operar em território positivo
SÃO PAULO - A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) volta a oscilar em território positivo. Há pouco, o Ibovespa avançava 0,26%, para 57.186 pontos. O giro financeiro era de R$ 4,49 bilhões.
Já em Nova York, Dow Jones segue em baixa de 0,41%, enquanto a Nasdaq registra estabilidade. Os investidores reagem de forma diversa ao anúncio do plano fiscal para estimular a economia norte-americana.
O presidente, George W. Bush, pediu a colaboração do congresso para aprovar um estímulo tributário de 1% do PIB, ou cerca de US$ 145 bilhões, para impulsionar a economia.
Entre os ativos de maior peso na carteira, Petrobras PN subia 0,35%, para R$ 71,10; Vale PNA avançava 1,24%, para a R$ 46,26; Bradesco PN operava em alta de 1,21%, a R$ 48,30; Usiminas PNA ganhava 5,54%, para R$ 79,80, e Vale ON registrava estabilidade a R$ 51,05.
Na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BMF), o Ibovespa com vencimento em fevereiro avançava 0,01%, para 57.520 pontos.
(Valor Online)
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