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1 de fev. de 2008

Hollywood impede transmissão de vídeo prejudicial a Heath Ledger

Por Bob Tourtellotte

LOS ANGELES (Reuters) - Numa manifestação rara de união, Hollywood se solidarizou com Heath Ledger para protestar contra a transmissão de um vídeo de dois anos atrás que mostra o ator morto numa festa regada a drogas. O vídeo teve sua transmissão cancelada.

Os programas "Entertainment Tonight" e "The Insider", que trazem entrevistas com estrelas de Hollywood sobre seus filmes e programas novos de TV, planejavam exibir o vídeo na quinta-feira.

Depois de transmitirem trechos dele na costa leste dos EUA, uma porta-voz dos programas declarou, em comunicado divulgado na noite de quarta-feira, que eles decidiram não transmitir o vídeo "por respeito à família de Heath Ledger."

Mas a decisão foi tomada depois de uma campanha lançada pela firma de publicidade de Ledger, a ID-PR, para fazer a comunidade criativa de Hollywood se unir contra os dois programas.

A ID-PR enviou e-mail a firmas de relações públicas, agências de talentos e executivos de estúdios, questionando a "decência" dos produtores dos programas.

"Isso não é jornalismo, é sensacionalismo. É exploração vergonhosa do tipo mais vil, contra uma alma gentil e talentosa que não merece tal tratamento", diz o e-mail, da qual a Reuters obteve uma cópia.

Ledger, 28 anos, indicado ao Oscar pelo papel de caubói gay em "O Segredo de Brokeback Mountain", foi encontrado morto em sua cama em seu apartamento em Nova York, na semana passada, com soníferos e outros medicamentos perto dele, segundo a polícia. Ainda não foi determinada a causa oficial de sua morte. O vídeo de baixa qualidade, partes do qual podem ser vistas em Web sites, não mostra Ledger usando drogas, mas ele é ouvido admitindo ter fumado maconha no passado. Consta que o vídeo teria sido feito em janeiro de 2006 no hotel Chateau Marmont, no Sunset Strip, em Hollywood.

Nos últimos dias várias revistas e Web sites disseram que Heath Ledger ocasionalmente bebia em excesso e usava cocaína e outras drogas. Disseram, ainda, que sua companheira Michelle Wlliams, que atuou ao lado dele em "Brokeback Mountain," deixou o ator em 2007 para afastar a filha deles, Matilda, da vida festeira de Ledger.

O Us Weekly disse que Williams chegou a levar Ledger de carro até uma clínica de reabilitação nas cercanias de Los Angeles, mas que ele se recusou a se internar.

http://br.reuters.com/article/entertainmentNews/idBRB72192620080201

31 de jan. de 2008

Prédio de cinco andares desaba na Turquia e provoca mortes

Desabamento aconteceu após explosão de uma fábrica ilegal de fogos.
Prédio de escritórios ficava em Istambul; pelo menos 17 pessoas morreram.
Da Efe

Foto: Gursel Eser/AP
Gursel Eser/AP
Equipe de resgate trabalha em prédio que desabou em Istambul, na Turquia (Foto: Gursel Eser/AP)

Pelo menos 17 pessoas morreram e 68 ficaram feridas devido ao desabamento de um edifício de escritórios em Istambul, após uma explosão em uma fábrica ilegal de fogos.

Três andares do edifício de escritórios comerciais Prestij, de cinco andares e situado no distrito de Davutpasa, desabaram por causa da explosão.

O governador de Istambul, Hilmi Guler, disse que há 17 mortos e 68 feridos, mas o número de vítimas fatais pode aumentar, devido ao estado crítico de alguns feridos.

Foto: Reuters
Reuters
Vista do alto mostra os estragos (Foto: Reuters)

"Onze cadáveres foram retirados, outros seis corpos continuam sob os escombros e 68 pessoas estão feridas. Quatro dos feridos se encontram em situação crítica", disse o governador aos jornalistas.

Guler disse que as primeiras investigações indicavam que o acidente foi causado por uma explosão inicial em uma fábrica de fogos de artifício sem licença, que causou a detonação de um depósito de calefação.

O governador acrescentou que algumas das vítimas fatais dos mortos eram pedestres que morreram devido ao impacto de fragmentos, após o desabamento do edifício.

Murat Aydin, prefeito da zona, disse que havia 136 postos de trabalho no imóvel, a maioria deles da indústria têxtil.

Os serviços de resgate tomaram medidas para evitar que hajam outras explosões na zona devido a escapamento de gás, informou a imprensa local.

A explosão, que ocorreu por volta das 10h (6h de Brasília), gerou uma situação caótica nesse distrito da cidade.

http://g1.globo.com

pedido salarial

Da Agência Estado

Em documento encaminhado no dia 4 de julho ao governador Sérgio Cabral (PMDB), o coronel Gilson Pitta Lopes, novo comandante-geral da Polícia Militar, foi um dos oficiais que se comprometeram, em texto de movimento por reajuste salarial, a não assumir o comando geral da corporação “em nenhuma hipótese, caso convidado”, num período de quatro anos. No texto, ele e outros oito coronéis declararam “apoio integral” ao então comandante da PM, Ubiratan Ângelo, exonerado anteontem, dois dias após uma passeata de oficiais por aumento salarial.
“Os salários famélicos não determinam, mas concorrem para a prática de desvios de conduta (crimes e transgressões disciplinares)”, escreveram os oficiais na carta, intitulada “Pro Lege Vigilanda (Para a Vigilância da Lei)/O resgate da cidadania do PM”. Um adendo no qual o documento é citado, que relata reunião realizada no dia 10 de julho pelos “coronéis signatários”, tem assinaturas de Pitta, dos outros oito oficiais e de um coronel “convidado”.
O texto da carta inicial faz exigências e afirma que, “considerando a hora trabalhada pelos integrantes dos níveis iniciais, um PM ganha duas vezes menos que um policial civil, seis vezes menos que um da Força Nacional e quase dez vezes menos que um policial federal”. O grupo defendeu a compra de viaturas, armamentos, munição, equipamentos de proteção e fardas além de mudanças na legislação “buscando ter o critério meritório nas promoções de oficiais e praças como base, e não o tempo de serviço”.
O secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, admitiu que Pitta participou do movimento salarial. “Ele me relatou que realmente fazia parte do grupo, ele esteve aqui na primeira vez que os recebi”, contou. “O que ele me conta é que, face ao tom com que a manifestação desse grupo foi feita, resolveu se retirar. Ele não participou (da passeata de) domingo, no Leblon”.
http://noticias.correioweb.com.br/materias.php?id=2732035&sub

No Egito, Abbas manda Hamas encerrar golpe na Faixa de Gaza

Reuters

CAIRO, Egito - O presidente palestino, Mahmoud Abbas, rejeitou nesta quarta-feira as exigências feitas pelo Hamas de controlar a fronteira da Faixa de Gaza e mandou que o grupo islâmico encerre "seu golpe" naquele território. O Hamas, que assumiu o controle da Faixa de Gaza em junho após expulsar as forças do Fatah, um grupo secular ligado a Abbas, abriu as fronteiras do território com o Egito na semana passada, desafiando um bloqueio imposto por Israel e permitindo que os moradores da região ingressassem no país vizinho a fim de comprar produtos em falta ali.

O presidente palestino, que se reuniu com o presidente egípcio, Hosni Mubarak, e com outras autoridades em negociações de emergência ocorridas no Egito com vistas a restabelecer a ordem na fronteira, já conquistou o apoio dos EUA, da Europa e de outros países árabes para assumir o controle da passagem de Rafah, excluindo o Hamas.

- O Hamas precisa encerrar seu golpe na Faixa de Gaza, aceitar todas as obrigações internacionais e aceitar a realização de eleições antecipadas. Depois disso, nossos corações estarão abertos para o diálogo - afirmou Abbas em uma entrevista coletiva na qual descreveu o Hamas como um partido "ilegítimo."

" O Hamas precisa encerrar seu golpe na Faixa de Gaza, aceitar todas as obrigações internacionais e aceitar a realização de eleições antecipadas "

- Não aceitamos nenhum novo acordo (sobre a fronteira) - disse, acrescentando que a Autoridade Palestina dispunha-se a assumir o controle dos postos de fronteira segundo prevê um acordo internacional em vigor antes de o Hamas tomar conta do território costeiro.

Repudiado pelo Ocidente por se recusar a abrir mão das ações violentas lançadas contra Israel, o Hamas, que venceu as eleições gerais palestinas de dois anos atrás, deu sinais de que pode impedir o Egito de fechar novamente a fronteira se não tiver seu governo reconhecido.

- Falar sobre uma competência limitada contradiz a realidade - disse Mahmoud al-Zahar, um importante líder do grupo, ao cruzar a fronteira pelo posto de Rafah, ingressando no Egito a fim de participar de negociações com o governo egípcio a respeito do futuro da fronteira.

- A realidade é que há um governo legítimo no poder. Não vamos abrir mão de nossa legitimidade em nome de ninguém - afirmou.

Não se sabe ainda como Abbas, líder da Fatah, conseguiria controlar Rafah em vista da oposição do Hamas, cujas forças ocupam a área.

Sob intensas pressões internacionais para abrandar o bloqueio, Israel permitiu que combustível custeado pela Europa chegasse à principal usina de força da Faixa de Gaza. Mas a principal agência de ajuda humanitária da Organização das Nações Unidas (ONU) disse que estão se acabando os estoques de carne com os quais alimenta quase 1 milhão de palestinos do território.

O governo israelense permitiria que 70 caminhões de trigo e outros grãos ingressassem na Faixa de Gaza por meio da passagem de Karni, entre Israel e o território, disse uma autoridade de Karni à Rádio Israel.

Os postos de fronteira da Faixa de Gaza transformaram-se no principal campo de batalha da luta pelo poder travada entre o Hamas e Abbas, cujo governo controla, desde junho, apenas a Cisjordânia ocupada pelas forças israelenses.

O presidente palestino sugeriu assumir o controle sobre todos os postos de fronteira, incluindo os que estão nas mãos de Israel. O Hamas interpreta esse esforço como parte de uma campanha para limitar seus poderes.

Romney diz que McCain não acompanha cúpula

Agencia Estado
Mitt Romney disse ontem que John McCain está fora da tendência conservadora do Partido Republicano. Romney, ex-governador de Massachusetts, disse que McCain votou duas vezes contra o corte de impostos sugerido pelo presidente George W. Bush e foi favorável a reformas de financiamento de restringiam a arrecadação e os gastos de campanha, enquanto a cúpula do partido aprovou a questão tributária.
"Essas visões são contrárias à opinião do pensamento da cúpula republicana", disse Romney na abertura do debate entre os dois pré-candidatos na Biblioteca Presidencial Ronald Reagan. McCain, senador pelo Arizona, respondeu: "Eu tenho orgulho de meu passado conservador". Ele afirmou que Romney deixou Massachusetts com impostos mais altos do que no início de seu mandato e com déficit maior. "A criação de empregos no governo dele foi a terceira pior do país".
http://www.atarde.com.br/mundo/noticia.jsf?id=830683

30 de jan. de 2008

Tucanos rejeitam efeito nacional de aliança PT-PSDB

da Agência Folha, em Belo Horizonte

Os governadores tucanos José Serra (SP) e Aécio Neves (MG) procuraram ontem minimizar os efeitos de uma possível aliança entre PT e PSDB na eleição para a Prefeitura de Belo Horizonte. Ambos afastaram a idéia de que um eventual acordo tucano-petista em BH irá aproximar as siglas nacionalmente. Aécio e o prefeito Fernando Pimentel (PT) costuram o lançamento de uma única candidatura em outubro.

Divulgação
Governadores tucanos José Serra e Aécio Neves se encontraram na residência oficial do governo de Minas Gerais
Governadores tucanos José Serra e Aécio Neves se encontraram na residência oficial do governo de Minas Gerais

Serra e Aécio se encontraram na noite de ontem na residência oficial do governo mineiro. Com discurso afinado, avaliaram que as eleições municipais têm características próprias.

"Eu acho que o partido analisa e avalia sua estratégia em cada local. Eleição municipal é eleição municipal, não vamos perder isso de vista", afirmou o governador paulista.

Ao falar sobre o tema, Aécio seguiu a linha de Serra. "Acho que não podemos dar às eleições municipais um caráter maior do que elas têm. São eleições fundamentais, mas que se decidem nos municípios, em função das características políticas locais, nomes locais. Não vejo um link direto, por exemplo, das eleições municipais com eleição nacional", afirmou o mineiro.

http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u368134.shtml