Colombiano justifica esforço nos jogos pela responsabilidade: tem de voltar para marcar e buscar a bola
Sanches Filho - Especial para O Estado de S. Paulo
Colombiano justifica esforço nos jogos pela responsabilidade: tem de voltar para marcar e buscar a bola
Sanches Filho - Especial para O Estado de S. Paulo
Andre Penner/AP
Molina fez um golaço no jogo de terça-feira
da Efe, em Bogotá
Uma ligação telefônica que o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, teria feito ao porta-voz das Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia), Raúl Reyes, foi o que permitiu a localização do rebelde, segundo "relatórios de inteligência" colombiana, divulgados pela rádio Cadena Nacional RCN.
A ligação telefônica aconteceu na quarta-feira, 27 de fevereiro, dia em que foram libertados quatro congressistas colombianos (Gloria Polanco, Luis Eladio Pérez, Orlando Beltrán, Jorge Eduardo Gechem) libertados após quase sete anos seqüestrados.
"Chávez, emocionado pela libertação dos seqüestrados, ligou para Reyes (para informar que tudo tinha ocorrido bem)", noticiou a RCN que citou "altas fontes militares" colombianas.
Os serviços de inteligência localizaram a ligação e detectaram que Reyes estava em território colombiano perto da fronteira com o Equador. O bombardeio aconteceu depois que ele a ultrapassou, durante a madrugada do último sábado, quando foram mortos o chefe rebelde e ao menos outros 15 guerrilheiros.
Segundo a RCN, o mesmo oficial de inteligência --que pediu para manter o anonimato-- disse que não deixa de ser uma ironia que tenha sido uma ligação do presidente Chávez o que os permitiu encontrar a Reyes.
A mesma rádio RCN revelou também, e igualmente sem identificar "a alta fonte de inteligência" que o máximo chefe, fundador e líder das Farc, Manuel Marulanda Vélez, mais conhecido como Tirofijo e cujo verdadeiro nome é Pedro Antonio Marín, "está refugiado na Venezuela". A emissora completou que Tirofijo está doente.
Assim, segundo a rádio, Chávez ordenou a mudança de batalhões para a fronteira com a intenção de proteger Tirofijo e evitar que façam com ele em território venezuelano o que fizeram com Reyes no Equador.
O ataque colombiano em território do Equador deu início a uma crise entre os países que se arrasta desde o último sábado. Nesta quarta-feira, a Colômbia e o Equador retomaram as conversas para alcançarem um acordo quanto ao conteúdo de uma resolução da OEA (Organização dos Estados Americanos) sobre a crise diplomática.
www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u378920.shtml
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O facto de ser Zapatero a abrir cada bloco de discussão deste segundo debate colocou-o numa posição de liderar o confronto, apresentando em cada intervenção praticamente todas as propostas do seu partido para os próximos quatro anos.
Mariano Rajoy, em resposta, praticamente não revelou nenhuma das propostas do seu partido, com as iniciativas avulso que apresentou a ficarem perdidas entre sucessivos ataques ao governo socialista e a Zapatero, a quem por várias vezes chamou mentiroso e acusou de «inventar» dados.
No debate que decorreu no Palácio Nacional de Congressos de Madrid, o líder do PSOE, José Luís Rodríguez Zapatero, comprometeu o seu partido a apoiar, sem quaisquer condições, a política anti-terrorista do governo, independentemente de quem vença as eleições de domingo.
«O PSOE apoiará o governo de Espanha na luta anti-terrorista, sem condições. É um compromisso solene em nome do meu partido», disse.
Zapatero, que fez o compromisso no debate com o líder do PP, Mariano Rajoy, desafiou o seu rival a fazer o mesmo compromisso aos eleitores espanhóis, algo que Rajoy rejeitou.
Rajoy insistiu que apoirá o governo «se quiser lutar contra a ETA» mas não se «negociar com terroristas», acusando Zapatero de romper o pacto anti-terrorista e de ter dado àquele movimento separatista «a categoria de interlocutor» quando «a ETA estava mais débil que nunca» no fim do governo do PP.
«Mentiu aos espanhóis, enganou-me a mim como chefe oposição, depois enganou o congresso e depois os cidadãos. Depois do assassínio de Barajkas disse que se tinha acabado negociação e depois continuou», afirmou Rajoy.
Zapatero reiterou que o seu governo intensificou a luta contra o terrorismo, tanto da ETA como islâmico, com um reforço de 1.200 agentes envolvidos no combate ao terrorismo internacional, acusando Rajoy e o PP de usar o terrorismo como arma política.
«Vocês usam o terrorismo para fazer oposição e nós estamos mais preocupados em fortalecer a segurança na luta contra o terrorismo», disse Zapatero.
Iraque sublinha divergências entre candidatos
Ainda neste tema, Zapatero fez outro compromisso, o de que enquanto for presidente do governo «não sairá um soldado de Espanha para uma guerra ilegal», recordando a decisão de retirada tropas do Iraque, na sua primeira medida depois da votação de 2004.
Tema em que atacou Rajoy por não pedir desculpa aos espanhóis pela guerra do Iraque e por usar o terrorismo para justificar esse conflito.
«O seu governo colocou-nos nas piores relações com os dois países chaves na luta contra o terrorismo etarra e islâmico: França e Marrocos», disse Zapatero a Rajoy.
Rajoy, por seu lado, acusou Zapatero de mentir aos espanhóis porque apoiou a resolução da ONU sobre uma missão de reconstrução do Iraque dois meses depois da retirada das tropas espanholas dessa país.
«Mentiu aos espanhóis para ficar bem», afirmou Rajoy.
«Mas cumprir a palavra dada aos cidadãos é fica bem? Que concepção tem da democracia? Agora entendo muitas coisas», respondeu-lhe Zapatero.
O tema da imigração também marcou o debate. Para Mariano Rajoy o problema da imigração é «a maior ameaça à política social» do governo, já que «muitos cidadãos espanhóis estão a ser prejudicados» pela entrada em Espanha de imigrantes.
Nesse sentido, Mariano Rajoy defendeu a proposta do partido de obrigar os estrangeiros a assinar um contrato de integração, exigindo a expulsão de «quem cometa delitos, mesmo que vivam em Espanha há cinco anos», mais controlo de fronteiras e uma lei contra regularizações em massa.
Em resposta, Zapatero defendeu a política do seu governo sobre o tema de imigração, afirmando ter apostado em que o tema fosse definido, «através do diálogo», com negociações com sindicatos e empresários.
http://tsf.sapo.pt/online/internacional/interior.asp? id_artigo=TSF189028 | ||||||||||||
Rafinha e Juliana
são os últimos remanescentes nesta madrugada do Big Brother Brasil. O líder convida Juliana para dormitar sobre a confortável king size. A preocupação de Ju, no entanto, é só uma. "Como vou me trocar?", questiona-se.
Pijama colocado - sob a proteção do polpudo edredom, claro -, a sister tenta engatar no sono. Entre ela e o campineiro, há um terceiro elemento: o ursinho da santista, que ocupa o centro da larga cama. Afinal, horas antes a sister declarou a Bial que Alexandre é quem fisgou seu coraçãozinho, além de ratificar que ela e Rafinha são apenas amigos...
Mas quem disse que o sono vem fácil em noite de pré-Paredão? O próprio músico trata de tranqüilizar a sister, que foi indicada por ele mesmo à berlinda. "Vai dar certo, tem que dar. Pedi para todo mundo ajudar a gente. Se não acreditar...", deixa no ar Rafinha, botando fé na permanência da morena dentro da casa.
"Minha mãe sempre me ensinou que a gente tem que correr atrás, mas tem que acreditar também", conclui Ju.
Brasília - A governadora do Pará, Ana Júlia Carepa, confirmou hoje (3) a construção de uma siderúrgica no estado. Ela, juntamente com o presidente da Vale, Roger Agnelli, foi recebida em audiência, no Palácio do Planalto, pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Fonte: Yara Aquino Agência Brasil
http://midiacon.com.br/materia.asp?id_canal=6&id=8284