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8 de mar. de 2007

CARTA DE PONCIO PILATOS A TIBERIO CESAR

CARTA DE PONCIO PILATOS A TIBERIO CESAR A Tiberio César, apareció en Galilea un hombre joven que en nombre del dios que lo envío predicaba humildemente una nueva ley, primero temí que su intención era sublevar al pueblo contra los romanos. Pero pronto se borraron mis sospechas Jesús de Nazaret habló mas bien como un amigo de los romanos que no de los judíos. Cierto día observé en un grupo de personas a un hombre joven que apoyado en un tronco de un árbol hablaba tranquilamente a las personas que lo rodeaban. Se me dijo que era Jesús, esto podía haberlo supuesto fácilmente por la gran diferencia que había entre el y aquellos que lo escuchaban, su pelo y su barba le confirieron a su apariencia un aspecto celestial parecía tener unos treinta años, nunca antes había visto una faz tan amable o simpática, que diferencia tan grande había entre él y los que lo escuchaban, con sus barbas negras y su tez clara, como no deseaba molestarle con mi presencia proseguí mi camino indicándole sin embargo a mi secretario que se uniera al grupo y escuchara, mas tarde mi secretario me informó que jamás había leído en las obras de los filósofos nada que se pudiera compararse con las enseñanzas de Jesús. Me informó que Jesús no era ni seductor ni agitador, por ello decidimos protegerle. Era libre de actuar de hablar y de reunir al pueblo, ésta libertad ilimitada provocaba a los judíos y los indignaba y los irritaba, no a los pobres sino a los ricos y poderosos, mas tarde escribí una carta Jesús y le pedí una entrevista con él en el pretorio, acudió, cuando el Nazareno apareció estaba dando yo mi paseo matinal y al mirarle mis pies parecían aferrados con correas de hierro al piso de mármol, temblando yo con todo el cuerpo, cual ser un culpable a pesar de que el estaba tranquilo sin moverme admire durante un rato a este hombre excepcional nada había en el y en su carácter que fuera repulsivo pero en su presencia sentí un profundo respeto, le dije que él y su personalidad estaban rodeadas de una contagiosa sencillez que le situaba por encima de los filósofos y maestros de su tiempo, a mi y a todos nos causó una onda impresión debido a su amabilidad sencillez humildad y amor. Estos nobles soberano son los hechos que atañen a Jesús de Nazaret, y me tomé tiempo para informarte de los pormenores acerca de este asunto, opino que un hombre que sabe transformar el agua en vino que cura los enfermos resucita los muertos y apacigua a la mar embravecida no es culpable de un acto criminal como otros han dicho, debemos admitir que es realmente el hijo de Dios. Tu obediente servidor Poncio Pilatos http://www2.blogger.com/post-create.g?blogID=37984252 ( Site de Origem ) { Costa }

Trechos da carta de Publius Lentulus

Trechos da carta de Publius Lentulus, procônsul da Galiléia, a Tibério César, imperador de Roma. (Documento encontrado no arquivo do Duque de Cesadini, em Roma.) Existe nos nossos tempos um homem, o qual vive atualmente de grandes virtudes, chamado Jesus, que pelo povo é inculcado o profeta da verdade, e os seus discípulos dizem que é o filho de Deus, criador do céu e da terra e de todas as coisas que nela se acham e que nela tenham estado. “Em verdade, ó César, cada dia se ouvem coisas maravilhosas desse Jesus: ressuscita os mortos, cura os enfermos, em uma só palavra. “É um homem de justa estatura e é muito belo no aspecto. Há tanta majestade em seu rosto, que aqueles que o vêem são forçados a amá-lo ou temê-lo. “Tem os cabelos da cor da amêndoa bem madura; são distendidos até as orelhas, e das orelhas até as espáduas; são da cor da terra, porém mais reluzentes. Tem no meio de sua fronte uma linha separando os cabelos, na forma em uso pelos nazarenos. “O seu rosto é cheio, o aspecto é muito sereno. Nenhuma ruga ou mancha se vê em sua face, de uma cor moderada. O nariz e a boca são irrepreensíveis. A barba é espessa, mas semelhante aos cabelos, não muito longa, separada pelo meio. Seu olhar é muito afetuoso e grave; tem os olho expressivos e claros. O que surpreende é que resplandecem no seu rosto como os raios do sol, porém ninguém pode olhar fixo o seu semblante, porque quando resplende, apavora, e quando ameniza, faz chorar. Faz-se amar e é alegre com gravidade. “Diz-se que nunca ninguém o viu rir, mas, antes, chorar. Tem os braços e as mãos muito belos. Na palestra, contenta muito, mas o faz raramente e, quando dele se aproxima, verifica-se que é muito modesto na presença e na pessoa. “É o mais belo homem que se possa imaginar, muito semelhante à sua Mãe, a qual é de uma rara beleza, não se tendo jamais visto por estas partes uma mulher tão bela. “...De letras, faz-se admirar de toda a cidade de Jerusalém; ele sabe todas as ciências e nunca estudou nada. Ele caminha descalço e sem coisa alguma na cabeça. Muitos se riem, vendo-o assim, porém em sua presença, falando com ele, tremem e admiram. Dizem que um tal homem nunca fora ouvido por estas partes. “Em verdade, segundo me dizem os hebreus, não se ouviram, jamais, tais conselhos, de grande doutrina, como ensina este Jesus. Muitos judeus o têm como Divino e muitos que querelam, afirmando que é contra a lei de Tua Majestade. “... Diz-se que este Jesus nunca fez mal a quem que seja, mas, ao contrário, aqueles que o conhecem e com ele têm praticado, afirmam ter dele recebido grandes benefícios e saúde. { Costa }

RETRATO DO FILHO DE DEUS

RETRATO DO FILHO DE DEUS Extrato do livro do jornalista e escritor Pedro Lusz: "(...) Se alguém nunca viu INRI e ler o que escrevem, referindo-se àquela figura uma aparência estranha, pode pensar que se trata de alguém esteticamente abominável. Quando eu estava pensando em escrever uma matéria narrando detalhes sobre a forma física de INRI CRISTO, na qual eu diria certamente que ele é de uma perfeição estética incrível, pois tudo nele se encaixa perfeitamente, mudei de idéia quando encontrei algo já há muito escrito que descreve com riqueza de detalhes a beleza e a potência existentes em INRI. Intitula-se: 'Retrato de Jesus'. Em Roma, no arquivo do Duque de Cesardini, foi encontrada uma carta de Públio Lentulus, legado na Galiléia do imperador romano Tibério César. "Existe nos nossos tempos um homem, o qual vive atualmente de grandes virtudes, chamado Jesus, que pelo povo é inculcado profeta de verdade e os seus discípulos dizem que é Filho de DEUS, Criador do céu e da terra e de todas as coisas que nela se acham e que nela tenham estado. Em verdade, cada dia se ouvem coisas maravilhosas desse Jesus: ressuscita os mortos, cura os enfermos; em uma só palavra: é um homem de justa estatura e é muito belo no aspecto. Há tanta majestade no rosto, que aqueles que o vêem são forçados a amá-lo ou temê-lo. Tem os cabelos da cor da amêndoa bem madura, distendidos até as orelhas e das orelhas até as espáduas; são da cor da terra, porém mais reluzentes. Tem no meio da sua fronte uma linha separando os cabelos, na forma em uso nos Nazarenos; o rosto é cheio, o aspecto é muito severo. Nenhuma ruga ou mancha se vê em sua face de uma cor moderada; o nariz e a boca são irrepreensíveis. A barba é espessa, mas semelhante aos cabelos, não muito longa, mas separada pelo meio. Seu olhar é muito especioso e grave; tem os olhos graciosos e claros. O que surpreende é que resplandecem no seu rosto como os raios do sol, porém ninguém pode olhar fixo seu semblante, porque quando resplande, apavora, e quando ameniza faz chorar. Faz-se amar e é alegre com gravidade. Diz-se que nunca ninguém o viu rir, mas, antes, chorar. Tem os braços e mãos belos. Na palestra contenta muitos, mas o faz raramente e, quando dele algum se aproxima, verifica que é muito modesto na presença e na pessoa. É o mais belo homem que se possa imaginar, muito semelhante à sua mãe, a qual é de uma rara beleza, não se tendo jamais visto por estas partes uma donzela tão bela... De letras, faz-se admirar de toda a cidade de Jerusalém; ele sabe todas as ciências e nunca estudou nada. Ele caminha descalço e sem coisa alguma na cabeça. Muitos se riem, vendo-o assim. Porém em sua presença, falando com ele, tremem e admiram. Dizem que um tal homem nunca fora ouvido por estas partes. Em verdade, segundo me dizem os hebreus, não se ouviram, jamais, tais conselhos, de grande doutrina como ensina este Jesus; muitos judeus o têm como divino e muitos me querelam, afirmando que é contra a lei de tua majestade. Diz-se que este Jesus nunca fez mal a quem quer que seja, mas ao contrário, aqueles que o conhecem e com ele têm praticado, afirmam ter dele recebido grandes benefícios e saúde..." Públio Lentulus Esta é a figura, a coisa..., que faz brotar o bem em alguns e o medo em outros. Alguns se sentem muito bem na presença desta "figura", como preferem alguns chamá-lo; outros se sentem assustados, com medo. A indiferença é que não permanece em ninguém quando se depara com INRI. O pavor, o ódio que se apossam dos fariseus quando estão diante de INRI ou sequer ouvem falar dele é deveras assustador. INRI é a definição. Gostem ou não os homens. O que é estranho é que na medida que vamos nos aprofundando na história de INRI, vamos vendo a semelhança, a repetição íntegra da história de CRISTO. Será que ninguém pára para pensar no fato de poder estar se repetindo exatamente o que fizeram há dois mil anos? Um dia um conhecido meu me disse que achava estranho a minha maneira de falar sobre INRI CRISTO: eu não parecia vislumbrado, fascinado com sua vida, sua presença e, no entanto, falo de INRI com muita convicção; não tenho medo, como muitos, de relatar suas verdades. Ora, se o que INRI diz que é lógico, está coerentemente ligado à verdade palpável e comprovável, por que teria eu medo de revelar tais verdades? Ao contrário do que muitos possam pensar, eu não estou emocionado com o fato de ter estado, de estar entrevistando-me com INRI CRISTO; estou sim consciente de que tenho uma matéria de valor e repercussão inescrevíveis! (...)" DOCUMENTO EM QUE SE FIRMARA A SENTENÇA DA MORTE DE CRISTO "Ao décimo sétimo ano do império de Tibério César, e vigésimo quinto dia do mês de março na Cidade Santa Jerusalém, sendo Anaz e Caifás sacerdotes e sacrificadores do povo de DEUS, Pôncio Pilatos, governador da Baixa Galiléia assentado na Sede Presidial do Pretório, condena Jesus de Nazaré a morrer numa cruz entre dois ladrões, visto que as grandes e notáveis testemunhas do povo dizem: 1º) Que Jesus é sedutor; 2º) Que é sedicioso; 3º) Que é inimigo da lei; 4º) Que se diz falsamente Rei de Israel; 5º) Que se diz falsamente Filho de DEUS; 6º) Que entrou no templo seguido de uma multidão, trazendo palmas nas mãos. — Ordem ao 1º Centurião Quinto Cornélio que o conduza ao lugar do suplício. — Proíbe-se a todas as pessoas, pobres ou ricas, que impeçam a morte de Jesus. As testemunhas que assinaram a sentença contra Jesus são: 1º) Daniel Robani (fariseu). 2º) Tomás Zorobatel. 3º) Rafael Robani. 4º) Capet (homem público) —Jesus sairá da cidade de Jerusalém pela porta Struenea". 


 { Postado de outro Site, por Domingos Teixeira Costa }



A Sentença de Jesus Cristo

A Sentença de Jesus Cristo " Neste ano, 19 do Reino de Tibério Cesar, Imperador Romano de todo o Mundo Monarca Invencível, 121 Olimpíadas, 124 Ilíadas, 4187 da criação do mundo, segundo os Hebreus, 73 da Progênie do Império Romano e 1.297 da Independência da Babilônia, sendo: Governador da Jedéia, QUINTINO SERVIUS; Regente e Governador de Jerusalém, o gratíssimo PONCIO PILATOS; Gerente da Baixa Galiléia, HERODES ANTIPAS; Pontífico do Sumo Sacerdote, CAIFAZ; Magnos do Templo, ALI LAMAEL, ROBAM ACHABEL e FRANQUINO CENTAURUS; CÔNSULES DA CIDADE DE JERUSALÉM, QUINTINO CORNÉLIUS SUBLIME E SEXTO POMPÍLIO RUSTO. Hoje, dia 25 de Março, Eu, PONCIO PILATOS, aqui Presidente do Império Romano, dentro do Palácio e Arqui-Residência, JULGO, CONDENO E SENTENCIO À MORTE, JOSHUA, chamado pela plebe, JESUS CRISTO DE NAZARENO, e Galileu de Nação, homem sedicioso contra a Lei Mosáica, e contrário ao Grande TIBÉRIO CESAR. Determino e Ordeno por esta, que lhe dê A MORTE NA CRUZ, sendo-lhe pregado com cravos como os réus, porque, congregando por aqui ricos e pobres, não tendo cessado de provocar tumultos por toda a Jedéia, dizendo-se filho de DEUS, Rei de Israel, ameaçando com ruínas Jerusalém e o Sacro Templo, negando tributo a César, e tendo ainda o atrevimento de entrar com ramos e triunfos e com toda a parte da plebe dentro da cidade de Jerusalém, que seja ligado e açoitado, e que seja vestido de púrpura e corrido de alguns espinhos, com a própria cruz nos ombros para que sirva de exemplo a todos os malfeitores. E que, juntamente com ele, sejam conduzidos dois ladrões homicidas, que sairão pela Porta Sagrada, hoje Antoniana, e que se conduza JOSHUA ao monte público da justiça chamado CALVÁRIO, onde crucificado e morto, ficará seu corpo na cruz como espetáculo para todos os malvados, e sobre a cruz posto um título em três línguas: HEBRÁICA, GREGA e LATINA - " JOSHUA NAZARENO REX JUDSO RUM" ( JESUS NAZARENO REI DOS JUDEUS ). Mando também que, nenhuma pessoa de qualquer estado ou condição, se atreva temerariamente a impedir a justiça por mim ordenada, administrada e executada com todo rigor, segundo decretos e Leis Romanas. Quem tal ousar, será acusado de rebelião e sofrerá ". Jerusalém, março 25, ano 19 O Jornal 07.04.96 Luiz Nogueira Barros. médico, sócio da AAL e IHGAL { Domingos }

Tibério César

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação, pesquisa O imperador Romano TibérioTibério Cláudio Nero César (em Latim: Tiberius Claudius Nero Cæsar) (16 de Novembro, 42 a.C. - 16 de Março, 37 d.C.), foi imperador romano de 14 até à sua morte.

Foi o segundo imperador de Roma pertencente à dinastia Julio-Claudiana, sucedendo ao padrasto César Augusto.

Tibério pertencia à família Claudii da aristocracia romana e era filho de Tiberius Claudius Nero e de Livia Drusilla, sendo irmão de Druso.

A sua mãe separou-se do pai enquanto ele e o irmão eram bastante jovens, para casar com o imperador Augusto. Subsequentemente, Augusto adoptou-o como filho e, apesar de algumas hesitações, nomeou-o sucessor.

À medida que foi crescendo, Augusto confiou-lhe tarefas de maior responsabilidade, até que se tornou no general supremo das legiões estacionadas na Germânia Inferior, um dos postos mais importantes do império.

Em 12 a.C., Tibério é obrigado a divorciar-se da sua mulher Vipsânia (filha de Marcos Vipsânio Agripa) para casar com a herdeira de Augusto, Júlia Cesaris. Uma vez que Tibério gostava bastante da primeira mulher, este casamento esteve condenado ao fracasso desde o início. Talvez por este motivo, a relação com o padrasto e agora sogro esfriou e Augusto passou a preferir Germânico, um dos sobrinhos de Tibério.

Numa manobra calculada, Tibério exilou-se em Rhodes, sob o pretexto de querer estudar retórica. Busto do imperador Tibério em terracota. Acaba por regressar vários anos depois, na altura da morte dos netos de Augusto (filhos de Júlia e Agripa), dada a vontade do imperador em nomeá-lo como herdeiro.

Tibério sucede no trono imperial em 14, com o nome de Tibério César Augusto (Tiberius Caesar Augustus), mas descobre que as legiões do Reno se tinham amotinado por preferirem o seu comandante - Germânico - como sucessor.

A rebelião foi travada pelo próprio aclamado, que não pretendia roubar o trono ao tio. No entanto Tibério passou a evitar o sobrinho e, quando este morre em 19 em circunstâncias estranhas, foi um dos principais suspeitos. Pouco tempo depois da subida ao trono, a natureza instável de Tibério revelou-se. Entrou em conflito aberto com a mãe, Livia Drusa, recusando-lhe a parte que lhe cabia da herança de Augusto e outros previlégios concedidos.

Paranóico por conspirações, retirou-se para a ilha de Capri de onde governou até ao fim do reinado. Atrás de si, deixava o controlo de Roma nas mãos do ambicioso Sejanus, o líder da guarda pretoriana.

Iniciou-se então uma onda de terror, com o assassinato e proscrição de muitos senadores importantes, homens de negócios e membros da família imperial. A viúva de Germânico, Agripina e os seus dois filhos mais velhos Nero e Druso César, foram exilados e assassinados por ordem de Tibério.

Tibério tinha uma vida pessoal de costumes duvidosos, mesmo para a sua época. Segundo Suetônio, era pedófilo, e recrutava crianças para lhe servirem de lacaios em suas cerimônias pervetidas e lascivas.

Gostava de banhar-se com tais crianças em piscinas particulares, e fantasiar que elas eram peixes lhe satisfazendo.

Um dos lacaios de Tibério foi, ironicamente, seu sobrinho-neto que iria suceder-lhe o trono, Calígula.

Tais depravações chocaram os romanos quando surgiram à tona, o que agravou ainda mais a sua já delicada situação política. O facto de ter mandado matar a maioria dos descendentes de Germânico sob pretextos ridículos contribuiu também para a negra noção que Tibério deixou para a História.

Não obstante todas as insinuações acerca da sua vida privada, Tibério foi um grande administrador, tendo multiplicado em muito o dinheiro deixado por Augusto e tendo preservado a "Pax Romana".

O facto de chegar a ser avarento, não dando jogos ao povo romano, como era costume, contribuiu mais para o ódio em que a sua figura incorreu.

Sejanus acabou por cair em desgraça e ser executado em 31, depois de descoberto um plano para depôr Tibério, o que só aumentou a paranóia do imperador e induziu nova série de proscrições. Quando Tibério morreu, o povo respirou aliviado.

Em Roma, a multidão gritou: Tiberius ad Tiberim (Tibério ao Tibre!). Tibério morreu de causas naturais em 37, deixando o império ao sobrinho-neto Calígula e ao neto Tibério Gemelo. Pouco tempo depois, Calígula manda matar o primo e torna-se no único imperador.



( Costa )




Detidos 2 oficiais suspeitos de conspirar contra Chávez

Agencia Estado Um general da reserva da Guarda Nacional venezuelana e seu filho, capitão da ativa da mesma arma, foram presos ontem na Venezuela, depois da divulgação de uma conversa gravada sobre um suposto plano para assassinar o presidente do país, Hugo Chávez, segundo informou ontem o jornal de Caracas Últimas Noticias. Na gravação, difundida na terça-feira pela emissora estatal Venezolana de Televisión, uma conversa entre o general reformado Ramón Guillén, de 64 anos, e o capitão Tomás Guillén, de 36, sugere a existência de uma conspiração contra Chávez. Também são mencionados na conversa uma mulher supostamente estrangeira chamada Sindry Patricia e outros oficiais - entre eles um general nomeado como Serruti. O apresentador do programa no qual a gravação foi apresentada, Mario Silva, disse que a fita seria entregue às autoridades. Silva não revelou como a gravação foi obtida. Segundo o Últimas Noticias, os dois oficiais foram levados a uma prisão militar depois que um tribunal marcial emitiu a ordem de detenção. O advogado dos dois, Guillermo Heredia, disse que eles estavam ontem prestando depoimento na Direção de Inteligência Militar (DIM). ?Só nos informaram que eles estavam sendo investigados pela participação num recente plano de conspiração?, declarou Heredia. ?Desconhecemos os detalhes dessa investigação porque as peças do processo foram classificadas como sigilosas.? Mais tarde, Heredia informou que o capitão Guillén havia sido levado da sede da DIM e posto sob as ordens de seu comando na Guarda Nacional. O militar da reserva permaneceu no centro de detenção da inteligência militar, para protesto do advogado. ?O general Ramón Guillén está na reserva e, como cidadão venezuelano, se opõe ao sistema que o governo de turno quer estabelecer. Se opõe ao regime comunista vigente na Venezuela, mas o faz pelos canais e formas democráticos, exercendo seu direito à liberdade de expressão e pensamento?, declarou o advogado. Possibilidades ?Esse episódio traz à tona pelo menos uma de duas possibilidades alarmantes na Venezuela?, declarou ao Estado, por telefone, a cientista política venezuelana Maryclen Stelling. ?Ou, no caso de a conspiração ser verdadeira, a resistência a Chávez entre os militares cresce a ponto de permitir o surgimento de complôs nos quartéis ou - no caso de a denúncia ser falsa - o temor de um atentado está levando o governo a intensificar uma operação de caça às bruxas entre oficiais suspeitos de infidelidade?, declarou. A analista lembra que, após a fracassada tentativa de golpe de abril de 2002 - quando Chávez foi removido do Palácio de Miraflores por menos de 48 horas -, o presidente venezuelano deu início a um processo de ?limpeza? de oficiais antichavistas das Forças Armadas. Tenente-coronel da reserva do Exército que liderou uma fracassada tentativa de golpe em 1992, Chávez freqüentemente denuncia a existência de conspirações para assassiná-lo. No domingo, Chávez acusou ?grupos ligados ao anticastrista Luis Posada Carriles (acusado de atentados contra o regime de Cuba e detido em Miami) de buscar explosivos e mísseis? para derrubar o avião presidencial venezuelano. { Costa }