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9 de mar. de 2007
Belmiro de Azevedo cai na lista dos mais ricos do mundo
Belmiro de Azevedo, o único português na lista dos mais ricos do Mundo da "Forbes", caiu no "ranking" para a 407ª posição, com uma fortuna pessoal avaliada em 2,3 mil milhões de dólares (1,74 mil milhões de euros). Bill Gates é o mais rico do planeta pelo 13º ano consecutivo, num período em que as maiores fortunas cresceram 35%.
Segundo o «ranking» hoje divulgado pela revista Forbes, Belmiro de Azevedo caiu 57 posições na lista dos mais ricos do Mundo, ocupando agora a 407ª posição, depois de em 2005 ter subido para o 350º lugar.
O presidente da Sonae, segundo a revista "Forbes", apesar da descida no "ranking", aumentou a sua fortuna pessoal, quando denominada em dólares.
Belmiro de Azevedo terminou o ano 2006 com uma riqueza calculada em 2,3 mil milhões de dólares (1,74 mil milhões de euros), mais 100 milhões de dólares que os 2,2 mil milhões de dólares de 2005, valor que ao câmbio euro/dólar da altura ascendia a 1,85 mil milhões de euros.
Belmiro de Azevedo é o principal accionista da Sonae SGPS, empresa que tem actualmente uma capitalização bolsista de 3,2 mil milhões de euros. Em 2006, a Sonaecom, detida em mais de 50% pela Sonae SGPS, lançou uma OPA sobre a Portugal Telecom, um processo que terminou no passado dia 2 de Março, sem sucesso.
Bill Gates: o mais rico do mundo pelo 13º ano consecutivo
Bill Gates é homem mais rico Mundo pelo 13º ano consecutivo, segundo o "ranking" da revista "Forbes", hoje divulgado. Em 2006, o «patrão» da Microsoft aumentou a sua fortuna pessoal em 12% para os 56 mil milhões de dólares (mil milhões de euros), mantendo a vantagem face ao "guru" Warren Buffett.
O dono da Berkshire Hathaway, Warren Buffett manteve a segunda posição na lista com uma fortuna avaliada em 52 mil milhões de dólares, um crescimento de mais de 24% em um ano.
No "top 5" da lista da «Forbes» surge também o mexicano Carlos Slim Helu, accionista da PT, com 49 mil milhões de dólares, seguido pelo fundador do IKEA, Ingvar Kamprad com 33 mil milhões de dólares. O presidente da Mittal, a maior fabricante de aço do Mundo, é o quinto mais rico do Mundo com 32 mil milhões de dólares.
Dois novos multimilionários no "top 10"
Entre os dez mais ricos do mundo existem duas novas entradas. Amâncio Ortega, presidente da Inditex, detentora da Zara, ocupa agora a oitava posição, com um fortuna avaliada em 24 mil milhões de dólares.
Além do CEO da cadeia de vestuário, entrou para o "top 10" mundial o homem mais rico do Canadá, David Thomson, com uma fortuna pessoal avaliada em 22 mil milhões de dólares.
Paul Allen, o co-fundador da Microsoft, foi um dos que cedeu lugar no topo da lista dos mais ricos, ao perder, em 2006, mais de 4 mil milhões de dólares, ficando ainda com 18 mil milhões.
O dono do Chelsea de José Mourinho, Roman Abramovich também recuou no "ranking", surgindo agora no 16º lugar com uma fortuna de 18,7 mil milhões de dólares, resultante dos seus investimentos em petróleo.
946 multimilionários no Mundo
No total, a revista "Forbes" contabiliza 946 multimilionários, mais 153 que os 793 verificados no "ranking" referente ao ano 2005. Em apenas um ano, a fortuna deste grupo cresceu 35% dos 2,6 biliões de dólares para os actuais 3,5 biliões.
O crescimento da fortuna dos mais ricos ficou a dever-se, em parte, à forte valorização dos mercados de capitais, e também ao aumento das riquezas em países como a Rússia, que só em 2006 acrescentou à lista mais 19 multimilionários.
O número de multimilionários na Índia superou os do Japão, depois de mais de duas décadas. Em 2006 entraram para a lista da "Forbes" mais 36 multimilionários provenientes da Índia.
Os Estados Unidos da América voltam a dominar a lista dos mais ricos da "Forbes", que este ano conta com um total de 53 nacionalidades. Existem 415 multimilionários nos EUA, representando 44% dos 946 mais abastados.
Dos 946 multimilionários, 60% são denominados de «self-made», ou seja, pessoas que não herdaram a fortuna que actualmente detêm.
O número de mulheres no «ranking» da Forbes aumentou para as 83, das 78 verificadas no ano anterior, e o multimilionário mais novo é o Príncipe Albert von Thurn und Taxis da Alemanha que aos 23 anos tem cerca de 2 mil milhões de dólares.
{Costa}
Redução de taxa sobre álcool depende de conversa, diz Lula
SÃO PAULO (Reuters) - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta sexta-feira que a redução da tarifa de importação dos Estados Unidos sobre o etanol brasileiro depende de muita conversa e convencimento para que seja efetivada.
"Não acho que um país vá abrir mão das coisas que protegem seu comércio porque um outro está pedindo... é um processo de convecimento, de muita conversa e vai chegar um dia que essa conversa vai amadurecer e chegar num denominador comum que vai permitir um acordo", afirmou o presidente, durante entrevista coletiva junto com seu colega norte-americano.
Anteriormente na entrevista, o presidente dos EUA, George W. Bush, afirmou que não concordava com o pedido de Lula para redução da tarifa dos EUA sobre o álcool importado, de 0,54 dólar por galão.
"Isso não vai acontecer. A lei vai até 2009", disse Bush, referindo-se à renovação recentemente pelo Congresso dos EUA da legislação que estipula a tarifa.
Os produtores brasileiros de álcool pressionaram o governo para que Lula pedisse a diminuição da tarifa a Bush, mas o setor de modo geral apostava que não haveria mudanças expressivas nesta direção durante a visita.
Para a União da Indústria de Cana-de-açúcar (Unica), a tarifa não impede que o Brasil, produtor mais eficiente de etanol, embarque produto para os EUA, mas representa uma barreira ao livre comércio, devendo, portanto, ser removida.
Os EUA foram o principal mercado comprador de álcool em 2006, respondendo por cerca de metade do total embarcado pelo Brasil. O petróleo caro e a oferta escassa de etanol produzido nos EUA criaram condições no ano passado para que as exportações acontecessem apesar da tarifa.
{Costa}
8 de mar. de 2007
Perguntas Sobre o Nascimento de Jesus
Perguntas Sobre o Nascimento de Jesus
I
Durante gerações, o dia 25 de Dezembro tem passado por ser o dia de aniversário de Jesus. A imaginação do povo, desejosa de satisfazer a curiosidade que os textos bíblicos não satisfazem, chega mesmo a afirmar que Jesus nasceu à meia-noite do dia 24 para o dia 25 de Dezembro, numa noite fria, com muita neve a cair, de tal maneira que o Menino Jesus teve de ser aquecido pelo bafejar de uma vaca e de um burro. Teria sido assim?
O que podemos dizer sobre o nascimento de Jesus em nada nos permite fazer tais afirmações. Naquela época, não havia «registo civil» obrigatório para todas as pessoas, como nos nossos dias, e, além disso, as datas não eram estabelecidas de forma rigorosa, como actualmente. Deste modo, os elementos que, de algum modo, nos permitem saber algo sobre a época do nascimento de Jesus são os seguintes:
a) Jesus nasceu durante os reinados de César Augusto e de Herodes «Magno», durante um recenseamento feito enquanto Quirino era governador da Síria.
b) Havia pastores acampados que guardavam os seus rebanhos durante a noite.
c) Em Belém, o Menino Jesus foi visitado por uns Magos, guiados por uma «estrela» (diferente de todas as outras), que lhes tinha aparecido 2 anos antes.
d) Jesus iniciou o seu ministério público no décimo quinto ano do império de Tibério César (28 - 29 d. C.), tendo [qualquer coisa] como trinta anos.
e) Octaviano César Augusto foi imperador de 30 a. C. a 14 d. C.. Herodes «Magno» foi «rei» aliado dos Romanos, de 37 a. C. a 4 a. C. Morreu em fins de Março ou princípios de Abril de 4 a. C. Por conseguinte, a data donascimento de Jesus tem de ser situada antes do ano 4 a. C.
a) Sulpício Quirino foi legado da Síria no ano 6 d. C., e fez o inventário dos bens de Arquelau (herdeiro de Herodes), mas não podemos situar nesta data o nascimento de Jesus. Por outro lado, sabemos que também desempenhou aí uma missão militar, entre 12 e 6 a. C., e, sob as suas ordens, foi feito um recenseamento, mas a data deste é desconhecida. Por conseguinte, a data do nascimento de Jesus deve situar-se em 7 a. C. ou em 6 a. C., i. e. 7 ou 6 anos antes da nossa era!
b) Kai poimenes êsan en tê khôra tê autê, agraulountes kai phulassontes phulakas tês nuktos epi tên poimnên autôn. - Et pastores erant in regione eadem vigilantes et custodientes vigilias noctis supra gregem suum. - Na mesma região, havia pastores acampados e guardando as vigílias da noite sobre o rebanho deles. [Lc 2,8]. (Tradução literal do texto grego).
Ora o Talmud (livro sagrado dos Judeus, escrito a partir do séc. II d. C. e que consiste num condensado de tradições judaicas) diz-nos que, naqueles lugares, os rebanhos saíam para os campos em Março e recolhiam nos princípios de Novembro. Deste modo, em Dezembro já não estavam nos campos, porque, nessa época, em Belém, que se situa entre 770 e 820 m de altitude, reina a geada. E assim, Dezembro não é o mês mais provável do nascimento de Jesus. E se, frequentemente, o Talmud contradiz escritos do séc. I (não devendo merecer credibilidade histórica), é certo que não temos nenhuma informação mais credível que contrarie esta, tanto mais que as tradições dos pastores são difíceis de alterar... ainda hoje.
c) Não sabemos como era a «estrela de Belém». É representada, nos presépios, como um cometa de Halley. Mas, se a pudermos identificar com a «estrela» de Kepler, então tratar-se-ia de uma conjunção de Júpiter e de Saturno na constelação de Peixes, fenómeno que é visível de 794 anos em 794 anos, e que foi visível, no Médio Oriente, no ano 7 a. C., por 3 vezes: a 29 de Maio, a 1 de Outubro e a 5 de Dezembro, sendo o grande acontecimento astronómico daquele ano.
Julgavam os astrólogos judeus que o Messias viria durante uma conjunção de Júpiter e de Saturno na constelação de Peixes, tendo em conta que, na interpretação astrológica babilónica, o planeta Júpiter era considerado a «estrela» da realeza; o planeta saturno, a «estrela» da terra de Israel; e a constelação de Peixes o sinal do fim dos tempos e do Messias.
Se admitirmos que seria esta a «estrela de Belém», então o ano do nascimento de Jesus seria o ano 7 a. C. E assim, Jesus teria sido visitado pelos Magos a 5 de Dezembro desse ano, na data em que a «estrela» de Kepler foi vista pela 3a vez, já que, desta última vez, foi vista na direcção do sul, e Belém fica a sul de Jerusalém. Kai idou o astêr on eidon en tê anatolê proêgen autous eôs elthôn estathê [estê] epanô ou ên to paidion. - Et ecce stella quam viderant in Oriente antecedebat eos, usque dum veniens staret supra ubi erat puer. - E eis [que] a estrela que tinham visto no Oriente antecedia-os, até que se viesse colocar sobre [o lugar] onde estava o Menino. [Mt 2,9]. Quer dizer que viram a estrela no Oriente e que voltaram a vê-la quando estavam a caminho de Jerusalém para Belém.
Teria Jesus nascido no dia 29 de Maio do ano 7 a. C., quando a «estrela» de Kepler foi vista pela primeira vez, quando reinavam Augusto e Herodes, quando Quirino desempenhava uma missão militar na Síria e mandava fazer um recenseamento, e quando os pastores passavam a noite nos campos com os seus rebanhos??
O problema, de facto, não fica resolvido desta forma. Vejamos: Tote Êrôdês, lathra kalesas tous Magous, êkribôsen par autôn ton khronon tou phainomenou asteros. - Tunc Herodes, clam vocatis Magis, diligenter didicit ab eis tempus stellae quae apparuit eis. - Então Herodes, chamando secretamente os Magos, diligentemente investigou por eles o tempo do aparecimento da estrela. [Mt 2,7]
Tote Êrôdês, idôn oti enepaikhthê upo tôn Magôn, ethumôthê lian kai, aposteilas, aneilen pantas tous paidas tous en Bêthleem kai en pasi [pasin] tois oriois autês apo dietous kai katôterô, kata ton khronon on êkribôsen para tôn Magôn. - Tunc Herodes videns quoniam illusus esset a Magis, iratus est valde et mittens occidit omnes pueros, qui erant in Bethlehem et in omnibus finibus eius, a bimatu et infra, secundum tempus, quod exquisierat a Magis. - Então Herodes, vendo que tinha sido iludido pelos Magos, irritou-se muito e, enviando, matou todos os meninos que estavam em Belém e em todos os territórios dela desde os dois anos [para baixo], segundo o tempo que investigara dos Magos. [Mt 2, 16].
Depreende-se, pois, que a estrela tinha aparecido, a primeira vez, 2 anos antes da visita dos Magos. Não se diz, contudo, se ela apareceu durante o nascimento de Jesus, embora fosse essa a conclusão a que Herodes chegou. Não há, portanto, conciliação com as datas do aparecimento da «estrela» de Kepler! A «estrela de Belém» seria mesmo um fenómeno natural? Não teria sido uma estrela miraculosamente criada para guiar os Magos?
d) Kai autos ên [o] Iêsous arkhomenos ôsei etôn triakonta [arkhomenos]... - Et ipse Iesus erat incipiens quasi annorum triginta... - E o próprio Jesus estava começando [com qualquer coisa] como trinta anos... [Lc 3,23].
Os cerca de trinta anos que Jesus tinha, quando iniciou o seu ministério público, só podem ser entendidos como uma aproximação, pois temos de admitir que tinha mais. Mas foram estes trinta anos, sem ter em conta o que aqui deixámos exposto, que levaram ao cálculo da «era cristã», que foi fixada por Dionísio, o Exíguo, no séc. VI.
Antes disso, era tradição dos Padres da Igreja que Jesus tinha nascido em 3 ou 2 a. C.. Por sua vez, a Harmonia, de Amónio (Séc. II ou III?) diz que Jesus esteve «sete anos no Egipto, até que Herodes morreu», o que é um exagero. A ser assim, teríamos de situar o nascimento de Jesus pelo ano 13 a. C.! (= 2 anos entre o nascimento de Jesus e a vinda dos Magos + 7 anos no Egipto, até que Herodes morreu + o ano 4 a. C. da morte de Herodes).
Acrescente-se que um papiro egípcio do século IV ou V dá a entender que Jesus esteve no Egipto 3 anos e 11 meses. Estabelecendo o ano 4 a. C. como o da morte de Herodes e do regresso do Egipto; somando estes 3 anos e 11 meses e os 2 anos do tempo do aparecimento da estrela, resta situar o nascimento de Jesus em 9 ou 10 a. C.!
Não devemos dar credibilidade histórica a esse papiro, por ser demasiadamente tardio. Talvez Jesus estivesse no Egipto muito menos tempo e, assim, a data do Seu nascimento pode situar-se em 6 ou 7 a. C., por outro motivo:
Conta Ambrósio Teodósio Macróbio, por volta do ano 385, o seguinte: Como ouvisse [que] entre os meninos que, até aos dois anos, na Síria, Herodes, rei dos Judeus, [também] mandou matar, realmente, o seu filho, [Augusto] disse: «Eu preferia ser porco de Herodes do que [seu] filho!» [Saturnalia, II, 4, 11]. Refira-se que Herodes mandou matar dois dos seus próprios filhos, Alexandre e Aristóbulo, no Inverno de 7-6 a. C., e o seu filho mais velho e seu herdeiro, Antípater, em Março de 4 a. C.. Todos eles tinham mais de dois anos de idade. Conciliando estes dados, podemos situar a matança dos meninos de Belém e do filho mais velho de Herodes, que devia ser o seu sucessor como rei dos Judeus, no início do ano 4 a. C. A visita dos Magos foi imediatamente antes, porque não em 6 de Janeiro de 4 a. C.? Contando os 2 anos do tempo do aparecimento da estrela, podemos situar o nascimento de Jesus em 6 ou 7 a. C. Só falta aceitar que Jesus estivesse no Egipto pouquíssimos meses ou algumas semanas.
Então por que motivo se festeja o Natal no dia 25 de Dezembro?
Esta data é referida, como dia de Natal, pela 1a vez, no ano 354. O dia 25 de Dezembro era, em Roma, o dies natalis Solis invicti (o dia do nascimento do Sol não vencido), uma festa pagã que os cristãos aproveitaram para nela comemorarem o nascimento de Jesus, o «Sol» não vencido, já que, nesse dia, podiam sentir-se mais seguros de não serem perseguidos, enquanto os pagãos estavam ocupados nos excessos festivos. No entanto, como vimos, não há relação entre essa data e o dia em que Jesus nasceu.
Se nós contássemos, de facto, o tempo da «era cristã» a partir do dia em que Jesus nasceu, então esse dia seria o dia 1 do 1o mês do ano 1, e teríamos do contar os dias e os meses de outra forma.
Recapitulando:
Jesus nasceu no dia 25 de Dezembro do ano 1 a. C., segundo a data convencional. Não houve ano 0 e Janeiro seguinte já faz parte do ano 1 d. C.. É com base nesta data que se comemora o Jubileu do ano 2000.
Jesus nasceu no ano 3 ou 2 a. C., segundo os Padres da Igreja.
Jesus nasceu no ano 6 ou 7 a. C., segundo a opinião geralmente aceite pelos entendidos actuais.
Jesus pode ter nascido no dia 29 de Maio do ano 7 a. C., se pudermos identificar a «estrela de Belém» como sendo a «estrela» de Kepler.
Jesus nasceu no ano 9 ou 10 a. C., segundo o referido papiro egípcio.
Jesus nasceu pelo ano 13 a. C., segundo a Harmonia de Amónio.
Por este motivo, o ano em que, realmente, estamos deve ser aumentado de mais 3, 6, 7, 9, 10 ou 13 anos, conforme a perspectiva adoptada!
{ Costa }
CARTA DE PONCIO PILATOS A TIBERIO CESAR
CARTA DE PONCIO PILATOS A TIBERIO CESAR
A Tiberio César, apareció en Galilea un hombre joven que en nombre del dios que lo envío predicaba humildemente una nueva ley, primero temí que su intención era sublevar al pueblo contra los romanos. Pero pronto se borraron mis sospechas Jesús de Nazaret habló mas bien como un amigo de los romanos que no de los judíos. Cierto día observé en un grupo de personas a un hombre joven que apoyado en un tronco de un árbol hablaba tranquilamente a las personas que lo rodeaban. Se me dijo que era Jesús, esto podía haberlo supuesto fácilmente por la gran diferencia que había entre el y aquellos que lo escuchaban, su pelo y su barba le confirieron a su apariencia un aspecto celestial parecía tener unos treinta años, nunca antes había visto una faz tan amable o simpática, que diferencia tan grande había entre él y los que lo escuchaban, con sus barbas negras y su tez clara, como no deseaba molestarle con mi presencia proseguí mi camino indicándole sin embargo a mi secretario que se uniera al grupo y escuchara, mas tarde mi secretario me informó que jamás había leído en las obras de los filósofos nada que se pudiera compararse con las enseñanzas de Jesús. Me informó que Jesús no era ni seductor ni agitador, por ello decidimos protegerle. Era libre de actuar de hablar y de reunir al pueblo, ésta libertad ilimitada provocaba a los judíos y los indignaba y los irritaba, no a los pobres sino a los ricos y poderosos, mas tarde escribí una carta Jesús y le pedí una entrevista con él en el pretorio, acudió, cuando el Nazareno apareció estaba dando yo mi paseo matinal y al mirarle mis pies parecían aferrados con correas de hierro al piso de mármol, temblando yo con todo el cuerpo, cual ser un culpable a pesar de que el estaba tranquilo sin moverme admire durante un rato a este hombre excepcional nada había en el y en su carácter que fuera repulsivo pero en su presencia sentí un profundo respeto, le dije que él y su personalidad estaban rodeadas de una contagiosa sencillez que le situaba por encima de los filósofos y maestros de su tiempo, a mi y a todos nos causó una onda impresión debido a su amabilidad sencillez humildad y amor. Estos nobles soberano son los hechos que atañen a Jesús de Nazaret, y me tomé tiempo para informarte de los pormenores acerca de este asunto, opino que un hombre que sabe transformar el agua en vino que cura los enfermos resucita los muertos y apacigua a la mar embravecida no es culpable de un acto criminal como otros han dicho, debemos admitir que es realmente el hijo de Dios.
Tu obediente servidor Poncio Pilatos
http://www2.blogger.com/post-create.g?blogID=37984252 ( Site de Origem )
{ Costa }
Trechos da carta de Publius Lentulus
Trechos da carta de Publius Lentulus, procônsul da Galiléia,
a Tibério César, imperador de Roma.
(Documento encontrado no arquivo do Duque de Cesadini, em Roma.)
Existe nos nossos tempos um homem, o qual vive atualmente de grandes virtudes, chamado Jesus, que pelo povo é inculcado o profeta da verdade, e os seus discípulos dizem que é o filho de Deus, criador do céu e da terra e de todas as coisas que nela se acham e que nela tenham estado.
“Em verdade, ó César, cada dia se ouvem coisas maravilhosas desse Jesus: ressuscita os mortos, cura os enfermos, em uma só palavra.
“É um homem de justa estatura e é muito belo no aspecto. Há tanta majestade em seu rosto, que aqueles que o vêem são forçados a amá-lo ou temê-lo.
“Tem os cabelos da cor da amêndoa bem madura; são distendidos até as orelhas, e das orelhas até as espáduas; são da cor da terra, porém mais reluzentes. Tem no meio de sua fronte uma linha separando os cabelos, na forma em uso pelos nazarenos.
“O seu rosto é cheio, o aspecto é muito sereno. Nenhuma ruga ou mancha se vê em sua face, de uma cor moderada. O nariz e a boca são irrepreensíveis.
A barba é espessa, mas semelhante aos cabelos, não muito longa, separada pelo meio. Seu olhar é muito afetuoso e grave; tem os olho expressivos e claros. O que surpreende é que resplandecem no seu rosto como os raios do sol, porém ninguém pode olhar fixo o seu semblante, porque quando resplende, apavora, e quando ameniza, faz chorar. Faz-se amar e é alegre com gravidade.
“Diz-se que nunca ninguém o viu rir, mas, antes, chorar. Tem os braços e as mãos muito belos.
Na palestra, contenta muito, mas o faz raramente e, quando dele se aproxima, verifica-se que é muito modesto na presença e na pessoa.
“É o mais belo homem que se possa imaginar, muito semelhante à sua Mãe, a qual é de uma rara beleza, não se tendo jamais visto por estas partes uma mulher tão bela.
“...De letras, faz-se admirar de toda a cidade de Jerusalém; ele sabe todas as ciências e nunca estudou nada. Ele caminha descalço e sem coisa alguma na cabeça. Muitos se riem, vendo-o assim, porém em sua presença, falando com ele, tremem e admiram. Dizem que um tal homem nunca fora ouvido por estas partes.
“Em verdade, segundo me dizem os hebreus, não se ouviram, jamais, tais conselhos, de grande doutrina, como ensina este Jesus. Muitos judeus o têm como Divino e muitos que querelam, afirmando que é contra a lei de Tua Majestade.
“... Diz-se que este Jesus nunca fez mal a quem que seja, mas, ao contrário, aqueles que o conhecem e com ele têm praticado, afirmam ter dele recebido grandes benefícios e saúde.
{ Costa }
RETRATO DO FILHO DE DEUS
RETRATO DO FILHO DE DEUS
Extrato do livro do jornalista e escritor Pedro Lusz:
"(...) Se alguém nunca viu INRI e ler o que escrevem, referindo-se àquela figura uma aparência estranha, pode pensar que se trata de alguém esteticamente abominável. Quando eu estava pensando em escrever uma matéria narrando detalhes sobre a forma física de INRI CRISTO, na qual eu diria certamente que ele é de uma perfeição estética incrível, pois tudo nele se encaixa perfeitamente, mudei de idéia quando encontrei algo já há muito escrito que descreve com riqueza de detalhes a beleza e a potência existentes em INRI. Intitula-se: 'Retrato de Jesus'.
Em Roma, no arquivo do Duque de Cesardini, foi encontrada uma carta de Públio Lentulus, legado na Galiléia do imperador romano Tibério César.
"Existe nos nossos tempos um homem, o qual vive atualmente de grandes virtudes, chamado Jesus, que pelo povo é inculcado profeta de verdade e os seus discípulos dizem que é Filho de DEUS, Criador do céu e da terra e de todas as coisas que nela se acham e que nela tenham estado. Em verdade, cada dia se ouvem coisas maravilhosas desse Jesus: ressuscita os mortos, cura os enfermos; em uma só palavra: é um homem de justa estatura e é muito belo no aspecto. Há tanta majestade no rosto, que aqueles que o vêem são forçados a amá-lo ou temê-lo. Tem os cabelos da cor da amêndoa bem madura, distendidos até as orelhas e das orelhas até as espáduas; são da cor da terra, porém mais reluzentes. Tem no meio da sua fronte uma linha separando os cabelos, na forma em uso nos Nazarenos; o rosto é cheio, o aspecto é muito severo. Nenhuma ruga ou mancha se vê em sua face de uma cor moderada; o nariz e a boca são irrepreensíveis. A barba é espessa, mas semelhante aos cabelos, não muito longa, mas separada pelo meio. Seu olhar é muito especioso e grave; tem os olhos graciosos e claros. O que surpreende é que resplandecem no seu rosto como os raios do sol, porém ninguém pode olhar fixo seu semblante, porque quando resplande, apavora, e quando ameniza faz chorar. Faz-se amar e é alegre com gravidade. Diz-se que nunca ninguém o viu rir, mas, antes, chorar. Tem os braços e mãos belos. Na palestra contenta muitos, mas o faz raramente e, quando dele algum se aproxima, verifica que é muito modesto na presença e na pessoa. É o mais belo homem que se possa imaginar, muito semelhante à sua mãe, a qual é de uma rara beleza, não se tendo jamais visto por estas partes uma donzela tão bela...
De letras, faz-se admirar de toda a cidade de Jerusalém; ele sabe todas as ciências e nunca estudou nada. Ele caminha descalço e sem coisa alguma na cabeça. Muitos se riem, vendo-o assim. Porém em sua presença, falando com ele, tremem e admiram. Dizem que um tal homem nunca fora ouvido por estas partes. Em verdade, segundo me dizem os hebreus, não se ouviram, jamais, tais conselhos, de grande doutrina como ensina este Jesus; muitos judeus o têm como divino e muitos me querelam, afirmando que é contra a lei de tua majestade. Diz-se que este Jesus nunca fez mal a quem quer que seja, mas ao contrário, aqueles que o conhecem e com ele têm praticado, afirmam ter dele recebido grandes benefícios e saúde..."
Públio Lentulus
Esta é a figura, a coisa..., que faz brotar o bem em alguns e o medo em outros. Alguns se sentem muito bem na presença desta "figura", como preferem alguns chamá-lo; outros se sentem assustados, com medo. A indiferença é que não permanece em ninguém quando se depara com INRI. O pavor, o ódio que se apossam dos fariseus quando estão diante de INRI ou sequer ouvem falar dele é deveras assustador. INRI é a definição. Gostem ou não os homens.
O que é estranho é que na medida que vamos nos aprofundando na história de INRI, vamos vendo a semelhança, a repetição íntegra da história de CRISTO. Será que ninguém pára para pensar no fato de poder estar se repetindo exatamente o que fizeram há dois mil anos? Um dia um conhecido meu me disse que achava estranho a minha maneira de falar sobre INRI CRISTO: eu não parecia vislumbrado, fascinado com sua vida, sua presença e, no entanto, falo de INRI com muita convicção; não tenho medo, como muitos, de relatar suas verdades. Ora, se o que INRI diz que é lógico, está coerentemente ligado à verdade palpável e comprovável, por que teria eu medo de revelar tais verdades? Ao contrário do que muitos possam pensar, eu não estou emocionado com o fato de ter estado, de estar entrevistando-me com INRI CRISTO; estou sim consciente de que tenho uma matéria de valor e repercussão inescrevíveis! (...)"
DOCUMENTO EM QUE SE FIRMARA A SENTENÇA DA MORTE DE CRISTO
"Ao décimo sétimo ano do império de Tibério César, e vigésimo quinto dia do mês de março na Cidade Santa Jerusalém, sendo Anaz e Caifás sacerdotes e sacrificadores do povo de DEUS, Pôncio Pilatos, governador da Baixa Galiléia assentado na Sede Presidial do Pretório, condena Jesus de Nazaré a morrer numa cruz entre dois ladrões, visto que as grandes e notáveis testemunhas do povo dizem:
1º) Que Jesus é sedutor;
2º) Que é sedicioso;
3º) Que é inimigo da lei;
4º) Que se diz falsamente Rei de Israel;
5º) Que se diz falsamente Filho de DEUS;
6º) Que entrou no templo seguido de uma multidão, trazendo palmas nas mãos. — Ordem ao 1º Centurião Quinto Cornélio que o conduza ao lugar do suplício. — Proíbe-se a todas as pessoas, pobres ou ricas, que impeçam a morte de Jesus. As testemunhas que assinaram a sentença contra Jesus são: 1º) Daniel Robani (fariseu). 2º) Tomás Zorobatel. 3º) Rafael Robani. 4º) Capet (homem público) —Jesus sairá da cidade de Jerusalém pela porta Struenea".
{ Postado de outro Site, por Domingos Teixeira Costa }
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