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29 de mar. de 2007

Lupi: Quanto maior o mínimo, maior a Justiça social

Agencia Estado
O novo ministro do Trabalho, Carlos Lupi, do PDT, defendeu hoje que "quanto maior for o salário mínimo, maior será a justiça social no País". Lupi ponderou, entretanto, que, na discussão do salário mínimo, trabalhará sempre em sintonia com o Ministério da Fazenda e com a Presidência da República.
Lupi assumiu hoje o cargo no lugar de Luiz Marinho, que foi transferido para o Ministério da Previdência. O novo ministro do Trabalho disse que sua primeira tarefa será chamar todas as centrais sindicais para conversar. Segundo ele, a reformas sindical e trabalhista só poderão ser executadas "quando houver consenso entre todas as centrais".
{Costa}

28 de mar. de 2007

Gol compra a Varig por US$ 320 milhões

Agência EFE A empresa aérea Gol anunciou hoje a aquisição de sua concorrente Varig, em uma operação que chega a US$ 320 milhões, com dinheiro, ações e resgate de dívida. A compra prevê o pagamento de US$ 98 milhões em dinheiro, além da entrega de US$ 6,1 milhões em ações preferenciais da Gol e de mais R$ 100 milhões em papéis comerciais da Nova Varig. "Com a aquisição, Gol e Varig formarão um grupo aéreo brasileiro com mais de 20 milhões de passageiros por ano, capaz de competir na América do Sul e no cenário mundial com outros grandes grupos aéreos internacionais", afirmou a Gol em comunicado. A compra é uma nova guinada no problemático mercado brasileiro de aviação civil, que sofre uma crise crônica, agravada há um ano com a quebra da Varig e a posterior aquisição por um grupo de investidores brasileiros e americanos que não conseguiram fazer com que a empresa se reerguesse completamente. "No final de 2007 Gol e Varig juntas estarão prontas para assumir a liderança do mercado nacional (...) e internacional das companhias brasileiras", indicou a Gol, uma companhia que tem ações cotadas nas bolsas de valores de São Paulo e Nova York. No comunicado aos mercados, a Gol explicou que a aquisição será realizada através de sua subsidiária GTI S. A. As empresas manterão demonstrações financeiras separadas, seus modelos de negócios terão focos bem definidos e a marca Varig se manterá separada, explicou. "A Varig operará com marca e serviços diferenciados, incorporando o modelo de gestão de baixo custo da Gol Transportes Aéreos S. A.", que hoje opera com 67 aviões. A Gol, que domina 40% do mercado brasileiro em uma disputa acirrada com a TAM, "permanecerá fiel a seu modelo de negócios de baixo custo, baixa tarifa, com classe única no serviço nacional brasileiro e no sul-americano", mantendo seu compromisso de popularizar o transporte aéreo. A Varig "oferecerá serviços diferenciados com vôos diretos" e continuará com o programa de milhas e fidelidade Smiles, que hoje possui mais de cinco milhões de clientes. Em vôos internacionais de longa distância e em mercados de alto tráfego na América do Sul, a Varig oferecerá as classes econômica e executiva, enquanto no Brasil terá uma só classe e dará prioridade às conexões entre os principais centros econômicos do país. O pagamento em dólares representa menos de 10% do caixa da Gol e a entrega de suas ações preferenciais representam aproximadamente 3% das ações totais da companhia. A operação deve ser aprovada pela Agência Nacional de Aviação (Anac) e pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), órgão que regula a livre concorrência no mercado brasileiro. A Varig controla apenas 4,74% do mercado, com uma frota de 17 aviões que será aumentada para 34. Atende 10 destinos internacionais: Frankfurt, Londres, Madri, Milão, Paris, Miami, Nova York, Cidade do México, Buenos Aires, Santiago, Bogotá e Caracas. A chamada Nova Varig foi criada como uma unidade separada da quebrada Varig e adquirida em julho de 2006 através de um remate judicial feito por um consórcio formado por empresários brasileiros e o fundo americano Matlin Patterson. Na recente disputa pela empresa também estava a companhia aérea chilena LAN, que em 31 de janeiro anunciou um empréstimo de U$ 17,1 milhões para a Varig, que poderia ser capitalizado em forma de ações. Agora deverá ser indenizada, segundo especialistas no caso. {Costa}

Governo teme coerção de britânicos exibidos na TV no Irã

Em entrevista à TV iraniana, a marinheira Faye Turney chegou a pedir desculpas por entrar em águas iranianas; ministra de Relações Exteriores disse estar preocupada
Reuters AP
A marinheira Faye Turney teria admitido ter entrado em águas iranianas LONDRES - O governo do Reino Unido informou nesta quarta-feira, 28, estar muito preocupado com indícios de que os militares britânicos capturados pelo Irã podem ter sido coagidos ao serem exibidos na televisão.
Um deles - a marinheira Faye Turney - chegou até mesmo a pedir desculpas por entrar em águas iranianas.
"Estou muito preocupada com essas imagens e com qualquer indício de pressão ou coerção de nossos militares que estavam em uma operação de rotina de acordo com leis internacionais e com resolução da ONU em apoio ao governo iraquiano", disse a secretária britânica de Relações Exteriores, Margaret Beckett, em um comunicado.
O Irã capturou 15 marinheiros e fuzileiros navais na semana passada, detonando uma crise diplomática com o Reino Unido, que apresentou na quarta-feira dados que supostamente provam que eles foram capturados em águas iraquianas.
Também na quarta-feira, a televisão iraniana mostrou imagens de vários marinheiros britânicos e divulgou o texto de uma carta que, segundo as autoridades iranianas, foi escrita por Faye, a única mulher do grupo.
Na carta, ela se desculpa por ter invadido águas iranianas e diz que o grupo estava sendo bem tratado.
"Eu, particularmente, estou desapontada porque é uma carta particular que foi usada de uma maneira que pode apenas trazer mais angústia para as famílias", disse Beckett.
"Nós temos demonstrado de forma abrangente que os nossos funcionários estavam operando em águas iraquianas. Como nós demonstramos repetidas vezes ao governo iraniano, usar essas imagens é totalmente inaceitável."
{Costa}

Copom reavaliará taxa Selic com base em novo PIB

Contudo, as novas previsões do BC para a economia brasileira estarão presentes apenas no próximo relatório trimestral de inflação, a ser divulgado em julho
As projeções do Banco Central para a economia brasileira, com base na nova metodologia para o cálculo do Produto Interno Bruto (PIB), só serão explicitadas no próximo relatório trimestral de inflação, a ser divulgado em julho. Apesar disso, o diretor de Política Econômica do BC, Mario Mesquita, explicou que elas serão consideradas na próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), que reavaliara a Selic, a taxa básica de juros da economia.
O diretor do BC afirmou que, embora a nova metodologia torne o cálculo do PIB mais preciso, por outro lado dificulta o trabalho dos economistas de elaborarem previsões para o futuro da atividade econômica, sobretudo em relação aos dados trimestrais.
O relatório trimestral de inflação, divulgado nesta quarta-feira, 28, pelo Banco Central, projeta a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) no fim de 2007 em 3,8% e o PIB neste ano em 4,1%.
Ele considerou positivo o fato de os dados do IBGE mostrarem que a economia brasileira cresceu mais no ano passado. "Qualquer número que mostre a economia crescendo mais, é sempre bem-vindo", disse Mesquita, reafirmando que é um dado importante o PIB crescer mais que o IPCA, ainda mais em um país com histórico de alta de inflação, como o Brasil.
Mesquita destacou ainda que os dados divulgados hoje pelo IBGE indicam que a taxa de investimento está mais forte do que já vinha sendo demonstrado. Segundo ele, a trajetória de queda do risco País garante a continuidade na elevação da taxa de investimento da economia.
Cenário positivo
O diretor do BC afirmou que apesar das incertezas envolvendo o setor externo, a economia brasileira deve prosseguir na sua trajetória de aceleração. Segundo ele, o cenário econômico brasileiro é benigno, sustentado por fatores positivos como a elevação no consumo das famílias, na taxa de investimento e também na melhor oferta agropecuária, além das perspectivas positivas para a indústria e os serviços.
Mesquita disse que o cenário favorável para a economia do País é respaldado pelo aumento na resistência aos choques externos, resultado da melhoria nos indicadores brasileiros de solvência externa. Segundo ele, é isso que garante que, num ambiente de volatilidade nos mercados internacionais, o risco Brasil se mantenha em níveis baixos.
Previsões
Diante disso, ele afirmou que o Banco Central revisou sua projeção de crescimento da agricultura deste ano de 3,7% para 4,8%. A mudança, segundo Mesquita, foi provocada pela própria alteração da estimativa do IBGE para a safra agrícola deste ano, que deverá ter crescimento de 11%. Para a indústria, a projeção de crescimento foi elevada de 4,7% para 5%. A estimativa do BC para o setor de serviços neste ano aumentou, ainda de acordo com Mesquita, de 2,4% para 2,5%.
Pelo lado da demanda, o diretor do BC disse que as estimativas para o consumo das famílias foram elevadas de 5,6% para 6%. A elevação, de acordo com o diretor, foi puxada pelo aumento da renda real, pelo crescimento do crédito e pelo aumento da confiança dos consumidores. Para a Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), ou seja, o investimento, as previsões do BC subiram 7,1% para 7,9%. Todas as projeções, segundo Mesquita, foram feitas ainda tendo como base o PIB calculado pela metodologia antiga.
Agência Estado
{Costa}

SALMO 91

  • 1 - AQUELE que habita no esconderijo do Altíssimo, à sombra do Onipotente descansará. 2 - Direi do SENHOR: Ele é o meu Deus, o meu refúgio, a minha fortaleza, e nele confiarei. 3 - Porque ele te livrará do laço do passarinheiro, e da peste perniciosa. 4 - Ele te cobrirá com as suas penas, e debaixo das suas asas te confiarás; a sua verdade será o teu escudo e broquel. 5 - Não terás medo do terror de noite nem da seta que voa de dia, 6 - Nem da peste que anda na escuridão, nem da mortandade que assola ao meio-dia. 7 - Mil cairão ao teu lado, e dez mil à tua direita, mas não chegará a ti. 8 - Somente com os teus olhos contemplarás, e verás a recompensa dos ímpios. 9 - Porque tu, ó SENHOR, és o meu refúgio. No Altíssimo fizeste a tua habitação. 10 - Nenhum mal te sucederá, nem praga alguma chegará à tua tenda. 11 - Porque aos seus anjos dará ordem a teu respeito, para te guardarem em todos os teus caminhos. 12 - Eles te sustentarão nas suas mãos, para que não tropeces com o teu pé em pedra. 13 - Pisarás o leão e a cobra; calcarás aos pés o filho do leão e a serpente. 14 - Porquanto tão encarecidamente me amou, também eu o livrarei; pô-lo-ei em retiro alto, porque conheceu o meu nome.
  • 15 - Ele me invocará, e eu lhe responderei; estarei com ele na angústia; dela o retirarei, e o glorificarei. 16 - Fartá-lo-ei com longura de dias, e lhe mostrarei a minha salvação. { Costa }

SALMO 15

SALMO 15

1 SENHOR, quem habitará no teu tabernáculo? Quem morará no teu santo monte?
2 Aquele que anda sinceramente, e pratica a justiça, e fala a verdade no seu coração.
3 Aquele que não difama com a sua língua, nem faz mal ao seu próximo, nem aceita nenhum opróbrio contra o seu próximo;
4 A cujos olhos o réprobo é desprezado; mas honra os que temem ao SENHOR; aquele que jura com dano seu, e contudo não muda.
5 Aquele que não dá o seu dinheiro com usura, nem recebe peitas contra o inocente. Quem faz isto nunca será abalado.
{ Costa }