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22 de mai. de 2007

Empresário é indiciado pela morte de ex-espião ru

Com agências Internacionais
Efe
Londres pedirá extradiçãode Andrei Lugovoi
SÃO PAULO - O empresário russo e ex-agente da KGB Andrei Lugovoi foi acusado formalmente pela Promotoria britânica nesta terça-feira, 22, pelo assassinato do ex-espião russo Alexander Litvinenko. De acordo com a agência de notícias RIA Novosti, o governo russo não aceitará o pedido de extradição do réu para que ele seja julgado no Reino Unido.
"Nós concluímos que as evidências apresentadas pela Polícia são suficientes para indicar Lugovoi pelo assassinato de Litvinenko por envenenamento.", disse o diretor da Promotoria pública Ken Macdonald.
Segundo a agência, uma fonte da Promotoria Geral russa disse que a Constituição do país assegura que cidadãos russos não podem ser transferidos para nações estrangeiras para julgamento e Lugovoy tem cidadania russa.
A ministra de Relações Exteriores britânica, Margaret Beckett, disse nesta terça que já pediu ao embaixador russo no Reino Unido, Yuri, Fedotov, a "cooperação plena" para que o acusado seja processado em Londres. "A Rússia deveria cumprir o nosso pedido legal", declarou o porta-voz do premiê Tony Blair.
Litvinenko morreu em 23 de novembro de 2006 no hospital University College, de Londres, vítima de uma alta dose de polônio-210. O ex-espião foi hospitalizado em 1 de novembro de 2006, dia em que se reuniu com o empresário Andrei Lugovoi e outro russo, Dmitry Kovtun, no hotel Millenium, na capital britânica. A Polícia detectou no local rastros de radiação com polônio-210.
Lugovoi negou qualquer participação no assassinato de Litvinenko, que vivia com sua família em Londres e tinha recebido a nacionalidade britânica.
Numa carta divulgada após a sua morte, Litvinenko acusou o Kremlin de estar por trás de seu assassinato.
Costa

Microsoft compra por US$ 6 bilhões empresa de publicidade na internet

A batalha travada no setor de publicidade na internet recebeu hoje um novo ator, a Microsoft, que respondeu às recentes operações do Google e do Yahoo! com a compra da aQuantive por US$ 6 bilhões.
A aQuantive se dedica à publicidade pela internet através de três negócios complementares: a agência de publicidade Avenue A/Razorfish, a rede de publicidade DRIVEpm, e a companhia encarregada de analisar o rendi mento e efetividade da publicidade na internet Atlas.
De acordo com os especialistas, com esta compra, a Microsoft "se coloca em dia" em matéria de publicidade na internet, um mercado que cresce a um elevado ritmo, cuja receita no ano passado chegou a US$ 28,8
bilhões.Isso explica o fato de a Microsoft estar disposta a pagar um alto valor aos acionistas da aQuantive. "Estamos felizes com o preço que pagamos. Achamos que é a companhia correta para comprar, portanto estamos dispostos a pagar o preço que oferecemos", afirmou o gerente de finanças da Microsoft, Chris Liddell, em uma conferência com analistas.
Com esta operação, a Microsoft consegue adquirir um dos últimos grandes operadores do mercado de publicidade na rede que não foram comprados por outras companhias maiores, como o Google e o Yahoo!.
Embora US$ 6 bilhões pareça um preço muito elevado para uma empresa como a aQuantive, que no ano passado registrou um lucro de apenas US$ 54 milhões, os analistas elogiaram a decisão da Microsoft, que de uma vez se apropria de uma empresa que se dedica a três negócios complementares.
Além disso, o tamanho da Microsoft garante que esta compra não prejudicará seu estado financeiro, já que no fim do primeiro trimestre tinha nada menos que US$ 28 bilhões em dinheiro à disposição, o que permite à empresa financiar esta compra sem ter que emitir ações
Costa

Microsoft cria software que controlará emissões de carbono

A Microsoft anunciou que irá trabalhar em conjunto com a Fundação Clinton no desenvolvimento de um software gratuito online, que unirá cidades na discussão sobre o meio ambiente e na luta contra o aquecimento global.
O programa poderá ser utilizado para entender melhor os impactos ambientais de cada centro urbano e, cada uma das metrópoles, poderá participar numa comunidade, partilhando ideias e práticas de colaboração.
A aplicação será compatível com alguns produtos de redução de emissão de carbono já existentes, mas a Microsoft ainda não adiantou quais, revelando apenas que os utilizadores poderão monitorizar o seu progresso e a eficiência dos programas ambientais que escolhem utilizar.
O software estará disponível no final deste ano nas cidades que a Fundação Clinton determinar que estão a trabalhar para diminuir as suas emissões de gases.
Costa

Microsoft apoia software autárquico

A Microsoft assinou um protocolo com a Web para a Região Centro, a Agência de Desenvolvimento Regional, a Universidade de Aveiro e Associação de Informática da Região Centro para a criação de um centro de I&D de software autárquico (CIDESA). O acordo prevê o estabelecimento de um laboratório .NET que terá como objectivo o aumento da investigação e desenvolvimento profissional de software e surge no âmbito das actividades de Cidadania que a multinacional está a promover no país para dinamizar «actividades económicas geradas em torno da indústria de software», realça a Microsoft em comunicado.
Através destas iniciativas a empresa pretende dinamizar as parcerias entre universidades e empresas, de modo a criar emprego qualificado na área das novas tecnologias.
O laboratório .NET vai estar ligado a uma rede de centros de investigação, como o Microsoft Language Development Centre, e destina-se ao desenvolvimento de soluções de gestão autárquica. A colaboração com o MLDC, centro que desenvolve tecnologias de reconhecimento síntese de linguagem natural, irá permitir a introdução de interfaces em português no software de gestão autárquica.
José Fernandes, director do Departamento de Apoio ao Desenvolvimento e Academias da Microsoft Portugal, afirma em comunicado que o objectivo do novo centro é «dinamizar a economia da região centro, melhorar a coesão e qualidade de vida da população».
Costa

21 de mai. de 2007

Conselho transforma cassação de médico em suspensão

Maristela Brunetto
O CFM (Conselho Federal de Medicina) decidiu converter em suspensão de 30 dias a cassação de registro do médico Pedro Marilto Vidal, do hospital Med New. A decisão foi publicada nesta segunda-feira na imprensa, dando início à punição, que deve seguir até 21 de junho.
A pena resultou da conversão de uma decisão do CRM (Conselho Regional de Medicina) que cassou o registro profissional do médico pela terceira vez em novembro de 2003. A acusação foi de exagero no diagnóstico da gravidade de doença com prescrição de tratamento além do necessário. A conduta foi considerada anti-ética pelo CFM, dizendo que a medicina foi transformada em comércio.
Anteriormente, o CFM já havia convertido outra cassação, mas em vez de suspensão, a punição foi de censura pública.Outra vez o CFM já tinha revertido cassação em censura pública.
No CRM, a primeira cassação ocorreu por acusação de fraudes no DPVAT (seguro em casos de acidentes de trânsito).
Costa

Al Gore usa três Apple Cinema HD Display de 30″

Uma das fotos do ensaio fotográfico “Al Gore’s American Life”, da revista TIME, mostra o ex-vice-presidente americano e membro da diretoria da Apple usando seu computador configurado com três unidades do Apple Cinema HD Display de 30″.
Al Gore diante de seus três Apple Cinema HD Display de 30″ (foto: Steve Pike, TIME) Cada monitor Apple Cinema HD Display de 30″ é capaz de exibir imagens com resolução de 2560 x 1600.
A foto completa (ao lado apenas um corte) mostra que a organização da área de trabalho digital de Gore é inversamente proporcional à de sua área de trabalho real.
A imagem completa pode ser vista nesta página do ensaio fotográfico “Al Gore’s American Life” da revista TIME
Costa