Resultados de Pesquisa
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2 de mar. de 2008
Aviões de Israel atacam escritório de premiê palestino
1 de mar. de 2008
Número dois das Farc foi morto no Equador, diz ministro colombiano
da France Presse, em Bogotá
Raúl Reyes, o segundo homem da guerrilha das Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia), morreu em território equatoriano durante um ataque aéreo lançado pelas forças militares colombianas, afirmou neste sábado o ministro da Defesa da Colômbia, Juan Manuel Santos.
"Em uma operação conjunta das Forças Militares e da polícia nacional foi morto Raúl Reyes, membro do secretariado das Farc, e é o golpe mais duro já dado a esse grupo terrorista até o momento", disse Santos em uma entrevista coletiva.
O ministro disse que o acampamento onde estava Reyes "estava localizado no lado equatoriano, a 1,8 km da fronteira".
Santos também afirmou que o governo do presidente Rafael Correa, do Equador, foi informado da operação.
| João Wainer/Folha Imagem |
| Segundo homem das Farc, Raul Reyes (foto), morreu no Equador, diz ministro da Defesa |
A rádio Caracol de Bogotá informou que aeronaves da inteligência colombiana detectaram uma comunicação por satélite feita pelo chefe guerrilheiro, e imediatamente lançaram um ataque aéreo que matou, além de Reyes, ao menos dez rebeldes.
As Farc mantêm como reféns cerca de 40 políticos, policiais, militares e estrangeiros. A guerrilha pretende trocá-los por cerca de 500 rebeldes presos. Também estão nas mãos das Farc mais de 700 seqüestrados para fins de extorsão, segundo números oficiais.
Entre os cativos "passíveis de troca" figuram a ex-candidato à Presidência da Colômbia, Ingrid Betancourt e os americanos Thomas Howes, Keith Stansell e Marc Gonsalves.
www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u377597.shtml
29 de fev. de 2008
IVA federal incidirá sobre serviços e dará à União um superimposto
Ribamar Oliveira, BRASÍLIA
A proposta de emenda constitucional da reforma tributária entregue ontem pelo governo ao Congresso mostra que o Imposto sobre Valor Adicionado (IVA) vai ser um superimposto federal. A base sobre a qual incidirá será mais ampla que a de todos os demais tributos do País e equivalerá às bases somadas do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e do Imposto sobre Serviços (ISS). Para uma fonte da área econômica, ele será cobrado sobre “praticamente tudo”.
Veja a cartilha do governo que explica a reforma
O IVA, de acordo com a emenda, incidirá sobre “operações com bens e prestações de serviços, ainda que as operações e prestações se iniciem no exterior”. Foi justamente por causa da amplitude da base do tributo e das possibilidades de aumento de receita do Tesouro Nacional que o governo incluiu na proposta um mecanismo para limitar a carga tributária.
Pelo texto, lei complementar determinará “limites e mecanismos de ajuste da carga”, para que a arrecadação obtida pelo novo imposto não seja maior do que a das quatro contribuições que ele substituirá - Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), Contribuição para o Programa de Integração Social (PIS), Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide), que é cobrada sobre combustíveis, e o salário-educação.
O Ministério da Fazenda explicou que o IVA terá duas ou três alíquotas, o que permitirá calibrar a tributação de cada setor da economia. A avaliação da equipe econômica é que foi justamente por prever uma única alíquota que a transformação da Cofins em um tributo não cumulativo provocou grande confusão. Parcela significativa das empresas preferira continuar no regime cumulativo.
Nas discussões internas, o governo trabalha com a hipótese de utilizar a menor alíquota do IVA para o setor de serviços, para que sua carga não aumente. Mas essa definição terá de ser feita por lei complementar, já que a emenda não estabelece o número de alíquotas do imposto. A proposta de reforma prevê ainda que o IVA será regido pelo princípio da noventena, ou seja, mudanças de alíquotas passam a valer 90 dias depois de aprovadas pelo Congresso, e não no ano seguinte.
Outra novidade da proposta é a permissão para que empresas possam obter créditos do novo IVA e do novo ICMS com a aquisição de “bens de uso e consumo”. Até agora, apenas a compra de máquinas e equipamentos permitia a desoneração dos dois tributos.
A Lei Kandir tentou desonerar os “bens de uso e consumo” da incidência do ICMS, mas os governadores não aceitaram, com o argumento de que seus Estados teriam perda de receita de R$ 17 bilhões. O Ministério da Fazenda acredita que o novo modelo tributário permitirá receita suficiente para que essa desoneração seja feita.
REPERCUSSÃO
Quintino Severo
Secretário-geral da CUT “A proposta tem pontos positivos. É um passo importante contra a burocratização, mas o modelo de desoneração sugerido nos preocupa”
Hélcio Honda
Diretor jurídico da Fiesp “Temos de aplaudir. Ela visa a simplificar e desonerar a produção. Uniformizar a legislação, como foi feito com o ICMS, é muito positivo”
Armando de Queiroz Monteiro Neto
Presidente da CNI “O prazo para desoneração é longo. Há uma pressão mundial para reduzir nossas contradições, e o mundo não pode esperar”
Alencar Burti
Presidente da Associação Comercial de São Paulo “A base da reforma é atacar a burocracia, mas faltou discussão. De repente surgiu uma proposta mágica que foi para o Congresso”
Walter Machado
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Presidente do Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças “A reforma ainda não desonera o suficiente. O segmento produtivo continua com carga forte”
Everardo Maciel
Ex-secretário da Receita “A proposta é muito ruim em vários pontos. Constitucionaliza ainda mais o sistema tributário, não impede a guerra fiscal e não reduz a carga tributária”
http://txt.estado.com.br/editorias/2008/02/29/pol-1.93.11.20080229.1.1.xml
Brasil/Polícia prende ladrões de equipamentos
RIO e BRASÍLIA - Acabou o mistério do furto de equipamentos que conteriam informações sigilosas da Petrobras. Foi apenas um roubo comum e não um caso de espionagem industrial envolvendo a bilionária indústria petrolífera mundial. A Polícia Federal (PF) prendeu ontem, às 5h da manhã, quatro vigilantes da Bric Log, proprietária do terminal no Porto do Rio, e parte dos equipamentos roubados. O superintendente da Polícia Federal do Rio, Valdinho Jacinto Caetano, ao anunciar ontem a prisão dos envolvidos, afirmou que eles não tinham a menor idéia do que tinham roubado. Algumas peças foram para uso próprio dos ladrões e outras, como um notebook, foi vendido por R$1.500. “ Descartamos neste momento inteiramente a possibilidade de espionagem industrial. Eles não tinham a menor idéia do que estavam furtando”, afirmou Jacinto Caetano ao informar que um dos ladrões chegou a destruir os equipamentos que estavam com ele.
O delegado Jacinto Caetano explicou que as equipes da PF continuam à procura de pessoas que teriam sido receptadoras dos componentes roubados. Até ontem tinham sido recuperados apenas quatro notebooks, uma impressora, um monitor, quatro aparelhos celulares, uma mochila e uma maleta com ferramentas. Dos dois HDs, disco rígido contendo informações da Petrobras, um teria sido destruído por um dos ladrões, segundo o delegado. O outro continua desaparecido. A Petrobras continuou mantendo o silêncio a respeito do caso, limitando-se a divulgar uma nota na qual informa ter sido comunicada ontem, às 8h, pela PF, da prisão dos responsáveis pelo roubo dos equipamentos que “continham informações consideradas importantes para a companhia”.
O superintendente da PF explicou que as apreensões dos materiais foram feitas em três locais do Rio; Vila Kosmos, Parada de Lucas e São Gonçalo. O delegado explicou que alguns equipamentos roubados foram instalados nos computadores dos próprios ladrões, outros foram passados para parentes próximos. Segundo Jacinto Caetano, um dos ladrões quebrou os equipamentos que estavam com ele ao ver a repercussão do caso. O delegado explicou também que os quatro funcionários praticavam pequenos roubos, que não eram percebidos pela Petrobras, desde setembro do ano passado. Os presos são: Alexandro De Araujo Maia, Éder Rodrigues da Costa, Michel Mello da Costa e Cristiano da Silva Tavares.
Em Brasília, os ministros da Justiça, Tarso Genro, e do Gabinete de Segurança Institucional, Jorge Félix, se reúnem na próxima segunda-feira para fazer um balanço das investigações sobre o roubo dos computadores. Os diretores da Polícia Federal, Luiz Fernando Corrêa, e da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Paulo Lacerda, também participarão. O sumiço dos computadores da Petrobras deixou o governo preocupado com possíveis falhas de segurança no sistema de proteção de dados da estatal. Alguns dias depois da abertura do inquérito pela PF, Tarso Genro levantou a hipótese de que a Petrobras estaria sendo vítima de interesses “geopolíticos”. (AG)
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Equipes localizam corpo de mais uma vítima
SÃO PAULO - As equipes que procuram vítimas de um acidente com helicóptero que prestava serviço para a Petrobras confirmaram ontem a localização de mais um corpo no fundo do mar, no litoral fluminense. Com isso, sobe para quatro o número de mortos, sendo três identificados. O corpo de outro ocupante do aparelho ainda é procurado. Ao todo, 20 pessoas estavam a bordo da aeronave que afundou nas águas da Bacia de Campos após uma tentativa de pouso, na terça-feira. Do total, 15 foram resgatadas com vida. O acidente aconteceu a 109km da costa, logo depois de o helicóptero, um Super Puma L2, prefixo PP-MUM, decolar da P-18 – no campo de Marlim, Bacia de Campos – com destino a Macaé (RJ).
Ontem, a Petrobras informou também que legistas do IML (Instituto Médico-legal) de Macaé identificaram os corpos de duas vítimas. Além de Marcelo Manhães dos Santos, da empresa Sparrows BSM Engenharia, que teve o corpo resgatado na terça-feira e já havia sido identificado, foram reconhecidos os corpos de Durval Barros da Silva, da empresa De Nadai Serviços de Alimentação, e Adinoelson Simas Gomes, empregado da Petrobras. Os dois corpos que foram reconhecidos haviam sido retirados do interior da aeronave no fundo do mar, a 820m de profundidade, por robôs submarinos. A identificação, segundo a Petrobras, foi feita por intermédio de reconhecimento dos corpos pelos familiares.
Ontem, o quarto corpo foi resgatado das águas, mas ainda não identificado. As duas vítimas restantes são: Paulo Roberto Veloso Calmon, piloto do helicóptero da empresa BHS, e Guaraci Novaes Soares, da empresa De Nadai Serviços de A-limentação. (Folhappress)
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Equipes localizam corpo de mais uma vítima
SÃO PAULO - As equipes que procuram vítimas de um acidente com helicóptero que prestava serviço para a Petrobras confirmaram ontem a localização de mais um corpo no fundo do mar, no litoral fluminense. Com isso, sobe para quatro o número de mortos, sendo três identificados. O corpo de outro ocupante do aparelho ainda é procurado. Ao todo, 20 pessoas estavam a bordo da aeronave que afundou nas águas da Bacia de Campos após uma tentativa de pouso, na terça-feira. Do total, 15 foram resgatadas com vida. O acidente aconteceu a 109km da costa, logo depois de o helicóptero, um Super Puma L2, prefixo PP-MUM, decolar da P-18 – no campo de Marlim, Bacia de Campos – com destino a Macaé (RJ).
Ontem, a Petrobras informou também que legistas do IML (Instituto Médico-legal) de Macaé identificaram os corpos de duas vítimas. Além de Marcelo Manhães dos Santos, da empresa Sparrows BSM Engenharia, que teve o corpo resgatado na terça-feira e já havia sido identificado, foram reconhecidos os corpos de Durval Barros da Silva, da empresa De Nadai Serviços de Alimentação, e Adinoelson Simas Gomes, empregado da Petrobras. Os dois corpos que foram reconhecidos haviam sido retirados do interior da aeronave no fundo do mar, a 820m de profundidade, por robôs submarinos. A identificação, segundo a Petrobras, foi feita por intermédio de reconhecimento dos corpos pelos familiares.
Ontem, o quarto corpo foi resgatado das águas, mas ainda não identificado. As duas vítimas restantes são: Paulo Roberto Veloso Calmon, piloto do helicóptero da empresa BHS, e Guaraci Novaes Soares, da empresa De Nadai Serviços de A-limentação. (Folhappress)
www.correiodabahia.com.br/poder/noticia.asp?codigo=148611
Taxa de desemprego cresce para 8% no mês de janeiro
Rio - A taxa de desemprego apurada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nas seis principais regiões metropolitanas do país subiu para 8% em janeiro, ante 7,4% em dezembro, mas foi a mais baixa apurada para um mês de janeiro na série histórica da pesquisa, iniciada em março de 2002. O aumento no número de vagas com carteira assinada foi o destaque positivo. Para Cimar Azeredo, gerente da pesquisa mensal de emprego do IBGE, o cenário do mercado de trabalho esteve “muito favorável” no primeiro mês do ano.
Ele argumenta que o aumento da taxa em janeiro em relação a dezembro responde a um movimento puramente sazonal, já que são dispensados os funcionários temporários contratados para o final do ano, reduzindo o número de ocupados. “Não há economia aquecida que evite que a taxa suba em janeiro”, afirmou. Segundo Azeredo, as perspectivas são favoráveis em 2008. “Vamos ter que esperar os resultados dos próximos meses, mas a entrada no ano foi favorável e, à luz desses dados de janeiro, a expectativa para os próximos meses, até o momento, é positiva”, afirmou.
Claudia Oshiro, da Tendências Consultoria, concorda que os resultados de janeiro projetam um desempenho positivo em 2008. “Para os próximos meses esperamos continuidade da melhora dos indicadores de mercado de trabalho em relação ao ano passado”, disse. A estimativa da analista é de uma taxa de desemprego média neste ano de 8,8%, ante 9,3% em 2007. O rendimento médio real dos trabalhadores registrou bons resultados em janeiro, chegando a R$1.172,50, estável em relação a dezembro, mas 3,4% maior do que em janeiro do ano passado. (AE)
www.correiodabahia.com.br/economia/noticia.asp?codigo=148565
27 de fev. de 2008
PF apura outros furtos de dados da Halliburton
A Polícia Federal já sabe que outros furtos ocorreram em equipamentos da Halliburton no ano passado, dentro do terminal Poliporto, uma área portuária privada, no Rio. Nessa terça-feira (26), o delegado da 17ª Delegacia de Polícia (São Cristóvão), José de Moraes Ferreira, informou que não houve nenhum registro naquela área em 2007. Mas, segundo a PF, que investiga se teria sido este o local do furto dos dados da Petrobras, os casos não teriam tido realmente registro policial no Rio, mas sim no destino final da carga.
Agentes federais procuram agora levantar, em outras empresas, ocorrências de desaparecimento de equipamentos que possam ter acontecido no terminal de contêineres. A polícia está cada vez convencida de que o furto teria sido crime comum, mas ainda não está afastada a possibilidade de espionagem industrial. Nessa terça, o diretor-geral da Polícia Federal, Luiz Fernando Corrêa, reforçou que a hipótese de furto comum não foi descartada, a exemplo de declarações feitas segunda pelo ministro da Justiça, Tarso Genro.
"O que temos de ter presente é que, havendo um furto numa instituição que tem uma marca que se confunde com a imagem do País, tem de apurar. Não vamos antecipar. O superintendente (da PF no Rio, Valdinho Jacinto Caetano) foi muito claro nisso em sua entrevista: não estamos desconsiderando nenhuma delas", disse Corrêa. Segundo ele, a afirmação de que o caso tenderia mais para espionagem foi "interpretação da imprensa".
Fonte: Agência Estado
http://jc.uol.com.br/2008/02/27/not_161922.php