Resultados de Pesquisa
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4 de jun. de 2008
Vencemos os EUA - e agora?
3 de jun. de 2008
Milícia some de favela depois da chegada de PMs
Marcelo Auler e Pedro Dantas
A milícia formada por policiais militares e civis que dominava, desde julho de 2007, a Favela do Batan, no bairro de Realengo, na zona oeste da cidade, saiu de cena ontem. No lugar da vigilância ostensiva que ela fazia apavorando os 50 mil moradores, surgiram policiais militares fardados. Uma caminhonete com três soldados permaneceu na entrada da comunidade e um carro policiava as ruas. Também circularam pela região uma camionete Blazer com oficial e soldados do serviço secreto do 14º Batalhão.
Mas a comunidade permanece assustada e evita comentários. Todos arranjam desculpas para demonstrar desconhecimento sobre as bárbaras torturas que uma repórter, um fotógrafo e um motorista do jornal O Dia, além de um morador que tomava cerveja com parte da equipe, sofreram em 14 de maio, quando os jornalistas foram descobertos pela milícia morando na favela.
Os profissionais do jornal estão em lugares seguros, fora da cidade. Receberam tratamento médico e acompanhamento psicológico. A família do motorista, residente na favela, foi retirada da comunidade pelo jornal e hoje reside em outro local. Mas não há informação sobre o morador para o qual, segundo o secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, não houve pedido de proteção. Suspeita-se que ele possa estar morto.
No Largo do Chuveirão, onde o fotógrafo, o motorista e o morador foram presos pelos milicianos durante um churrasco na noite do dia 14, continua montado o palco usado para as festas no bairro. Nem quem mora ali fala sobre o que aconteceu. A casa de número 291 da Rua São Dagoberto, onde no sábado PMs recolheram armas, botijões de gás e material de clonagem dos sinais de TV a cabo, está vazia. Ali, segundo a polícia, era uma das sedes dos milicianos. Mas a casa mais usada por eles fica na Rua Pedro Nava: tem muros altos, piscina e ar-condicionado. Pertenceu a um comerciante já falecido. Foi ocupada por traficantes e tomada pela milícia.
Beltrame pediu prazo à opinião pública para uma investigação com qualidade. “A polícia tem a obrigação de trazer um resultado objetivo sobre essa barbaridade e para garantir o sucesso da investigação. Em breve, vamos apresentar resultados. Falar seria contraproducente, já que estamos em processo adiantado para elucidar o caso.”
MEMÓRIA Ontem, na Cinelândia, no centro da cidade, o Sindicato dos Jornalistas do Rio de Janeiro e a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) realizaram ato lembrando o 6º aniversário da morte do jornalista Tim Lopes. Eles cobram providências para o caso da violência contra repórteres de O Dia. Na carta aos jornalistas, as duas entidades “protestam contra a decisão da empresa de expor seus trabalhadores a tamanho risco. É inaceitável que a tragédia de Tim Lopes, da TV Globo, não tenha conscientizado as empresas de que nenhuma denúncia ou prêmio vale uma vida”.
Em carta dirigida ao presidente Lula, ao ministro da Justiça, Tarso Genro, e ao governador do Rio, Sérgio Cabral, a ONG Repórteres Sem Fronteiras, com sede em Paris, cobrou enérgica punição aos responsáveis a partir da apuração do caso por “uma comissão de investigação federal, em conexão com as autoridades estaduais”.
http://txt.estado.com.br/editorias/2008/06/03/cid-1.93.3.20080603.11.1.xml
2 de jun. de 2008
Retaliação aos EUA depende de Doha, diz secretário
Por Renata Veríssimo
Agência Estado
O secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Welber Barral, admitiu hoje que o Brasil pode abrir mão de retaliar os Estados Unidos pela vitória na Organização Mundial de Comércio (OMC) contra os subsídios ao algodão caso o governo americano se comprometa a reduzir os subsídios agrícolas nas negociações da Rodada Doha. A OMC deu hoje ganho de causa ao Brasil no processo contra os subsídios americanos ao algodão, que considerou ilegais.
Segundo Barral, a decisão do governo sobre retaliações aos Estados Unidos, que podem ir de suspensão de direito de patentes a proibição de importações, só deve ocorrer em julho, quando se prevê a conclusão das negociações da Rodada Doha. "As retaliações vão depender do que ocorrer em Doha", frisou, referindo-se à eventual disposição do governo americano de diminuir os subsídios à agricultura, tema central nas discussões de Doha.
O secretário de Comércio Exterior do ministério disse não ter sido uma surpresa a vitória do Brasil contra os Estados Unidos na OMC. "A decisão da OMC reconhecendo a ilegalidade dos subsídios americanos ao algodão confirma o que o Brasil já sabia. O Brasil vem há tempos batalhando para provar isso e vai exigir na OMC todos os direitos que pode invocar perante os acordos internacionais", enfatizou Barral.
http://portalexame.abril.com.br/ae/economia/m0160998.html
1 de jun. de 2008
Peru investiga deslocamento de índios na Amazônia
LIMA - Uma comissão de especialistas do governo peruano viajará para o departamento (estado) de Ucayali, na fronteira com o Brasil, para investigar as denúncias de entidades brasileiras sobre o suposto deslocamento de tribos indígenas por causa do desmatamento na região. O diretor da Direção Geral de Povos Nativos e Afro-Peruanos (DGPO, na sigla em espanhol), Ronald Ibarra, disse a dois jornais de Lima que uma comissão de antropólogos e intérpretes visitará o local para levantar informações e determinar se o desmatamento ilegal está realmente gerando um deslocamento dessas comunidades.
Ibarra afirmou que a delegação oficial, que é ligada ao Ministério da Mulher e Desenvolvimento Social, chegará até a comunidade de Puerto de Paz, na região do Alto Purus, onde existem índios acostumados ao contato com a civilização. Segundo ele, se tomará cuidado para que não seja feito um contato direto com os índios em isolamento, já que a transmissão de uma doença poderia dizimar sua população.
Na última quinta, a Fundação Nacional do Índio (Funai) denunciou que tribos de índios que vivem completamente isoladas na floresta amazônica na fronteira com o Peru estão buscando refúgio no lado brasileiro. Segundo o coordenador da Frente de Proteção da Funai em Envira (Acre), José Carlos Meireles, as comunidades estão em perigo por causa da exploração de madeira no Peru. Esta semana, a Funai e a organização Survival International divulgaram fotos, tiradas de um helicóptero, dessas comunidades que vivem no Acre. “Decidimos divulgar as fotos para ver se acontece alguma coisa e se consegue pressionar o governo”, declarou Meireles.
Para a antropóloga Tatiana Valencia, do DGPO, a hipótese mais provável é que se trataria de grupos Mashco Piro ou Murunahua, que estão na fronteira entre Brasil e Peru desde tempos pré-hispânicos e que hoje estão ameaçados pelo desmatamento ilegal. “Nem os incas puderam ter contato com eles, em parte pela geografia do local onde viveram todo este tempo”, declarou Valencia ao jornal local El Comercio. (EFE)
www.correiodabahia.com.br/exterior/noticia.asp?codigo=154860
31 de mai. de 2008
No 'tapetão', democratas devem fazer acordo intermediário, diz analista
Partido define a validade dos votos das prévias presidenciais de Michigan e Flórida. Para Mark Danner, partido deve achar um meio-termo entre Obama e Hillary.
Danner é autor de um livro sobre os problemas ocorridos na Flórida durante a eleição de 2000, quando George W. Bush acabou eleito presidente, mas teve sua legitimidade questionada. Para ele, a decisão do comitê central do partido, reunido num hotel de Washington, deve refletir a liderança de Obama, mas aceitar como legítimo o argumento de Hillary, e chegar a uma conclusão intermediária que não vai dar fim à indefinição quanto ao candidato à Presidência.
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Quanto à legitimidade das prévias na Flórida e em Michigan, entretanto, acho que os dois pré-candidatos estão corretos no que pedem. Hillary diz que 2 milhões de pessoas nos dois estados votaram, e esses votos devem valer algo. E ela está certa, afinal muitos eleitores deixaram clara sua opinião. Obama, por outro lado, lembra que ele não fez campanha nos dois estados, e que ele era desconhecido à época, o que o deixaria sem chances de vencer (além de que ele nem estava na cédula de votação de Michigan), e acho que ele também está certo nisso.
O ex-presidente Jimmy Carter monitora muitas eleições pelo mundo, e ele diz que, se fosse chamado para monitorar uma votação nos EUA, ele recusaria, porque o sistema eleitoral não tem os requisitos básicos de justiça e de garantia dos resultados. Acredito que, se tivermos em algum estado um resultado tão próximo do empate como o que houve na Flórida em 2000, é possível que vejamos o mesmo desastre que aconteceu em 2000.
g1.globo.com/Noticias/0,,MUL584847-15525,00-
NO+TAPETAO+DEMOCRATAS+DEVEM+FAZER
+ACORDO+INTERMEDIARIO+DIZ+ANALISTA.html
29 de mai. de 2008
Um Apêlo e uma idéia ao Governo
Um Apêlo e uma idéia ao Governo
O Governo, do mês de Dezembro passado até aqui, vem lutando incansavelmente para recuperar a forma de manter a soma de reais que deixou de arrecadar com a CPMF.
Não necessitamos fechar as fábricas dessas bebidas, só precisamos taxá-los, e nada mais e não teremos mais que recriar a CPMF e o dinheiro suprirá a necessidade da saúde pública, porque sempre haverá quem beba.
Costa