Sabe e entende, amigo
leitor. Não será possível ignorarmos o autor da vida e de todas as coisas (Hb
3.4), ele decidiu tudo no universo e está acima do que é natural. Todos nós
estamos sujeitos às suas decisões. Ele falou e tudo será feito como por ele foi
projetado (Dn. 11. 36c). Os homens devem adaptar-se a Ele, pôs não haverá ninguém
com justificativa válida diante dele, a não ser por meio da fé, da confissão e
submissão a Ele, como seu salvador e Senhor Deus de sua vida, em amor e
perseverança até o fim e serás salvo eternamente (Hb. 3.6).
O fim vem, de todas as
coisas, a começar pelo fim do evangelho, “E
será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas
as nações. Então, virá o fim” (Mt 24.14). Deus é assim mesmo, começa a
justiça por sua própria casa (1Pe 4.17) “Porque
a ocasião de começar o juízo pela casa de Deus é chegada; ora, se primeiro vem
por nós, qual será o fim daqueles que não obedecem ao evangelho de Deus?” (Jo.
3. 18b). A preocupação é toda nossa.
Falando do tempo do fim,
disse Jesus: “Logo em seguida à
tribulação daqueles dias, o sol escurecerá, a lua não dará a sua claridade, as
estrelas cairão do firmamento, e os poderes dos céus serão abalados. Então,
aparecerá no céu o sinal do Filho do Homem; todos os povos da terra se
lamentarão e verão o Filho do Homem vindo sobre as nuvens do céu, com poder e
muita glória” (Mt 24.29-30).
Na visão de João em Ap.
6.12-17, encontramos a confirmação das palavras do Senhor Jesus logo acima,
sobre o fim dos tempos, “Vi quando o Cordeiro abriu o sexto selo,
e sobreveio grande terremoto. O sol se tornou negro como saco de crina, a lua
toda, como sangue, as estrelas do céu caíram pela terra, como a figueira,
quando abalada por vento forte, deixa cair os seus figos verdes, e o céu
recolheu-se como um pergaminho quando se enrola. Então, todos os montes e ilhas
foram movidos do seu lugar. Os reis da terra, os grandes, os comandantes, os
ricos, os poderosos e todo escravo e todo livre se esconderam nas cavernas e
nos penhascos dos montes e disseram aos montes e aos rochedos: Caí sobre nós e
escondei-nos da face daquele que se assenta no trono e da ira do Cordeiro,
porque chegou o grande Dia da ira dele; e quem é que pode suster-se”?
O
domínio do Anticristo será desequilibrado com a abertura do sexto selo e seus
efeitos, e os últimos mil e duzentos e sessenta dias da septuagésima semana de Daniel
(9.24) e Apocalipse (13.11-18) entrarão em descontrole mediante as ações
conjuntas dos flagelos, das trombetas e a aparição do Senhor Jesus nas nuvens.
Esses fatos encerrarão o controle exercido pala segunda besta sobre a
humanidade (Ap 13.11-18). Os terrorosos fatos acima citados afligirão aos
moradores da terra, e limitarão a operação da besta, para que se cumpram os mil
e duzentos e noventa dias, e as bem-aventuranças dos que alcançam até mil e
trezentos e trinta e cinco dias (Dn. 12.11-12). A humanidade terá ingressado no
grande dia da ira do Deus Todo-Poderoso, e os justos já estarão vivendo com
Deus na eternidade.
O
juízo de Deus será derramado sobre a terra durante o tempo destinado às sete trombetas
e seus ais, para a execução da ira de Deus sobre a terra até o fim do mundo,
restando unicamente a ressureição para o julgamento final.
Quero
aqui declarar que não tenho a intenção de assustar meu leitor, mas assim serão
os fatos segundo as Escrituras Sagradas. Limite-se nesta esperança: “Amados, agora, somos filhos de Deus, e
ainda não se manifestou o que haveremos de ser. Sabemos que, quando ele se
manifestar, seremos semelhantes a ele, porque haveremos de vê-lo como ele é”
(1 Jo 3.2). Porém, Deus manifestou-se ao mundo por seu Filho, que por nos amar
disse: “Se creres serás salvo da ira, da
destruição do corpo e do juízo e da condenação eterna”.
Pense
nisto e salve sua alma por Jesus nosso Senhor.
Domingos Teixeira
Costa
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