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18 de out. de 2026

No tempo do Fim



Sabe e entende, amigo leitor. Não será possível ignorarmos o autor da vida e de todas as coisas (Hb 3.4), ele decidiu tudo no universo e está acima do que é natural. Todos nós estamos sujeitos às suas decisões. Ele falou e tudo será feito como por ele foi projetado (Dn. 11. 36c). Os homens devem adaptar-se a Ele, pôs não haverá ninguém com justificativa válida diante dele, a não ser por meio da fé, da confissão e submissão a Ele, como seu salvador e Senhor Deus de sua vida, em amor e perseverança até o fim e serás salvo eternamente (Hb. 3.6).

O fim vem, de todas as coisas, a começar pelo fim do evangelho, “E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então, virá o fim” (Mt 24.14). Deus é assim mesmo, começa a justiça por sua própria casa (1Pe 4.17) “Porque a ocasião de começar o juízo pela casa de Deus é chegada; ora, se primeiro vem por nós, qual será o fim daqueles que não obedecem ao evangelho de Deus?” (Jo. 3. 18b). A preocupação é toda nossa.

Falando do tempo do fim, disse Jesus: “Logo em seguida à tribulação daqueles dias, o sol escurecerá, a lua não dará a sua claridade, as estrelas cairão do firmamento, e os poderes dos céus serão abalados. ​Então, aparecerá no céu o sinal do Filho do Homem; todos os povos da terra se lamentarão e verão o Filho do Homem vindo sobre as nuvens do céu, com poder e muita glória” (Mt 24.29-30).

Na visão de João em Ap. 6.12-17, encontramos a confirmação das palavras do Senhor Jesus logo acima, sobre o fim dos tempos, “Vi quando o Cordeiro abriu o sexto selo, e sobreveio grande terremoto. O sol se tornou negro como saco de crina, a lua toda, como sangue, ​as estrelas do céu caíram pela terra, como a figueira, quando abalada por vento forte, deixa cair os seus figos verdes, ​e o céu recolheu-se como um pergaminho quando se enrola. Então, todos os montes e ilhas foram movidos do seu lugar. ​Os reis da terra, os grandes, os comandantes, os ricos, os poderosos e todo escravo e todo livre se esconderam nas cavernas e nos penhascos dos montes ​e disseram aos montes e aos rochedos: Caí sobre nós e escondei-nos da face daquele que se assenta no trono e da ira do Cordeiro, ​porque chegou o grande Dia da ira dele; e quem é que pode suster-se”?

O domínio do Anticristo será desequilibrado com a abertura do sexto selo e seus efeitos, e os últimos mil e duzentos e sessenta dias da septuagésima semana de Daniel (9.24) e Apocalipse (13.11-18) entrarão em descontrole mediante as ações conjuntas dos flagelos, das trombetas e a aparição do Senhor Jesus nas nuvens. Esses fatos encerrarão o controle exercido pala segunda besta sobre a humanidade (Ap 13.11-18). Os terrorosos fatos acima citados afligirão aos moradores da terra, e limitarão a operação da besta, para que se cumpram os mil e duzentos e noventa dias, e as bem-aventuranças dos que alcançam até mil e trezentos e trinta e cinco dias (Dn. 12.11-12). A humanidade terá ingressado no grande dia da ira do Deus Todo-Poderoso, e os justos já estarão vivendo com Deus na eternidade.

O juízo de Deus será derramado sobre a terra durante o tempo destinado às sete trombetas e seus ais, para a execução da ira de Deus sobre a terra até o fim do mundo, restando unicamente a ressureição para o julgamento final.

Quero aqui declarar que não tenho a intenção de assustar meu leitor, mas assim serão os fatos segundo as Escrituras Sagradas. Limite-se nesta esperança: “Amados, agora, somos filhos de Deus, e ainda não se manifestou o que haveremos de ser. Sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele, porque haveremos de vê-lo como ele é” (1 Jo 3.2). Porém, Deus manifestou-se ao mundo por seu Filho, que por nos amar disse: “Se creres serás salvo da ira, da destruição do corpo e do juízo e da condenação eterna”.

Pense nisto e salve sua alma por Jesus nosso Senhor.

 

Domingos Teixeira Costa

 

 


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