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21 de mai. de 2007

Conselho transforma cassação de médico em suspensão

Maristela Brunetto
O CFM (Conselho Federal de Medicina) decidiu converter em suspensão de 30 dias a cassação de registro do médico Pedro Marilto Vidal, do hospital Med New. A decisão foi publicada nesta segunda-feira na imprensa, dando início à punição, que deve seguir até 21 de junho.
A pena resultou da conversão de uma decisão do CRM (Conselho Regional de Medicina) que cassou o registro profissional do médico pela terceira vez em novembro de 2003. A acusação foi de exagero no diagnóstico da gravidade de doença com prescrição de tratamento além do necessário. A conduta foi considerada anti-ética pelo CFM, dizendo que a medicina foi transformada em comércio.
Anteriormente, o CFM já havia convertido outra cassação, mas em vez de suspensão, a punição foi de censura pública.Outra vez o CFM já tinha revertido cassação em censura pública.
No CRM, a primeira cassação ocorreu por acusação de fraudes no DPVAT (seguro em casos de acidentes de trânsito).
Costa

Al Gore usa três Apple Cinema HD Display de 30″

Uma das fotos do ensaio fotográfico “Al Gore’s American Life”, da revista TIME, mostra o ex-vice-presidente americano e membro da diretoria da Apple usando seu computador configurado com três unidades do Apple Cinema HD Display de 30″.
Al Gore diante de seus três Apple Cinema HD Display de 30″ (foto: Steve Pike, TIME) Cada monitor Apple Cinema HD Display de 30″ é capaz de exibir imagens com resolução de 2560 x 1600.
A foto completa (ao lado apenas um corte) mostra que a organização da área de trabalho digital de Gore é inversamente proporcional à de sua área de trabalho real.
A imagem completa pode ser vista nesta página do ensaio fotográfico “Al Gore’s American Life” da revista TIME
Costa

Radares devem ser sinalizados a partir de hoje

Novas regras do Contran entram em vigor nesta segunda-feira. Além da placa, medida prevê que radares fiquem em lugares visíveis.
Do G1, em São Paulo, com informações do Jornal Nacional
A partir desta segunda-feira (21), placas de velocidade devem estar visíveis e sinalizar a presença de radares, que não podem ficar escondidos. A medida vale para todo o país. O objetivo, segundo o Conselho Nacional de Trânsito (Contran), é que os equipamentos de fiscalização sejam vistos como uma forma de alertar os condutores de que naquela via é preciso ter mais cuidado.
A determinação está prevista na Resolução 214 do Contran, publicada em 22 de novembro de 2006. Além de sinalização alertando sobre a existência de fiscalização eletrônica na via, a norma prevê também que os equipamentos estejam instalados de forma visível.
A Reso
lução exige também que os órgãos de trânsito apresentem ao Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) estudos que comprovem a necessidade e a eficácia do uso de medidores de velocidade. O texto recomenda que sejam instaladas barreiras eletrônicas se esses relatórios não comprovarem a redução de acidentes.
Polêmica
A nova regra provoca polêmica entre os especialistas, segundo reportagem do "Jornal Nacional", da TV Globo. Marcos Bicalho, da Associação Nacional de Transportes Públicos, disse que o limite de velocidade tem que ficar claro, mas os radares não devem ser sinalizados. "É como se você dissesse o seguinte: no trecho que tem a placa, tem que cumprir a lei e no trecho que não tem placa, pode descumprir a regra. Essa sinalização é hipócrita e perigosa."
O ministro das Cidades, Marcio Fortes, defende a sinalização dos radares. "(Se o radar estiver) visível e com aviso, não vai haver acidente naquele local. Se há risco na via mais adiante, que se coloque outro pardal."
Para o bom motorista, a prudência basta. "Tem que respeitar independente de ter placa. São mínimos detalhes que, se a gente respeitar, vai ter uma sociedade melhor", disse a dona-de-casa Sílvia Penteado.
Costa

Incêndio atinge veleiro Cutty Sark em Londres

Embarcação, de 1869, é a única no mundo que foi usada para transporte de chá Efe e Reuters
LONDRES - O Cutty Sark, veleiro do século XIX e uma das principais atrações turísticas de Londres, encontrava-se totalmente envolvido pelas chamas na manhã desta segunda-feira, 21.
A embarcação é de 1869 e saía do rio escocês Clyde com destino à China para fazer comércio de chá. Construído por Dumbarton, Scott & Linton, o navio sofreu uma reforma de US$ 49,31 milhões, que interrompeu as visitações. É o único veleiro remanescente no mundo que foi usado para transporte rápido de chá.
"Há danos substanciais", disse um porta-voz da Brigada de Incêndio de Londres. "Nós temos fogo em oito partes do navio e 40 bombeiros aqui".
Os moradores dos edifícios próximos, na margem sul do Tâmisa, foram transferidos a um hotel, segundo fontes da Polícia.
Toda a embarcação está em chamas e teme-se que não se possa salvar nada, informou um porta-voz do corpo de bombeiros.
Richard Doughty, o chefe executivo do companhia Cutty Sark, a parte da superintendência no trabalho, disse que o fogo pode ter sido causado deliberadamente.
"Tudo o que nós sabemos é que se trata de um fogo suspeito por enquanto", disse à rede de televisão BBC. "Não podemos avaliar os danos, estamos perdendo história".
Costa

Confrontos no norte do Líbano intensificam-se

Balanço de 46 mortos ao segundo dia
Mohamed Azakir/Reuters
Os confrontos entre o exército libanês e as forças do movimento islâmico Fatah chegaram hoje ao segundo dia consecutivo de confrontos, no norte do país, mais precisamente no campo de refugiados de Nahr al-Bared, nas proximidades de Tripoli. Ontem também uma explosão, ainda não reinvindicada, destruiu um centro comercial, no coração de Beirute, a capital, matando uma mulher.
Ontem, no primeiro dia dos confrontos a norte, o balanço final ficou-se em 46 mortes (27 militares, 17 islamistas da Fatah e dois civis), após intensas trocas de tiros de artilharia pesada entre as forças opostas.
Repórteres de imagems estrangeiros descrevem que o cenário perto do campo é de um intenso fumo negro e ouvem-se trocas de tiros.
A Fatah é acusada de relações próximas com a Al-Qaeda e estes confrontos surgem após um mês de uma profunda crise política no Líbano.
Em Nahr al-Bared, um campo controlado pela Fatah, vivem 22 mil refugiados que nest altura não têm nem luz nem água. O crescente vermelho queixa-se que, devido ao conflito instalado, não consegue entrar no campo para prestar apoio aos refugiados e auxílio às vítimas dos tiroteios.
O Governo dirigido pelo primeiro-ministro Fouad Siniora deu ontem luz verde para que os militares façam o que for preciso para neutralizar as forças da Fatah em Nahr al-Bared.
Costa

20 de mai. de 2007

Mães de traficantes esperam morte dos filhos

Ernani AlvesDireto do Rio de Janeiro
Assim como os demais moradores do Complexo de Favelas do Alemão, na zona norte do Rio de Janeiro, três mães de traficantes dizem que sentem medo e vontade de que os confrontos entre policiais militares e traficantes terminem o mais rápido possível. Elas sabem, porém, que os filhos podem morrer. O conflito entre bandidos e PMs já deixou 16 mortos e pelo menos 46 feridos, em 18 dias.
Uma dessas mães, que se identificou como Maria, afirmou que não vê a hora da comunidade voltar a ter tranqüilidade. A moradora do Complexo do Alemão disse que já pediu várias vezes ao filho para deixar o mundo do crime, mas não foi atendida. "Ele tem 23 anos e entrou nesta vida em 2005. Tenho certeza de que não vai muito longe", disse.
Maria, que é evangélica, afirmou que sempre reza pelo filho e já tentou levá-lo à igreja, mas o rapaz a ignora, apesar de ter um relacionado respeitoso com ela. Outras duas mulheres vivem a mesma situação de Maria, no Complexo do Alemão.
Elas contaram que, de certa forma, já consideram os filhos "mortos", já que os perderam para o tráfico de drogas. "Não vejo mais o meu filho desde que ele virou criminoso, que diferença faz se ele morrer? Seria até bom para todos da comunidade", disse uma delas.
Redação Terra
Costa