Resultados de Pesquisa
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4 de mar. de 2008
PT desiste da presidência da CPI dos Cartões
3 de mar. de 2008
Governadora confirma construção de siderúrgica no Pará
Brasília - A governadora do Pará, Ana Júlia Carepa, confirmou hoje (3) a construção de uma siderúrgica no estado. Ela, juntamente com o presidente da Vale, Roger Agnelli, foi recebida em audiência, no Palácio do Planalto, pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Fonte: Yara Aquino Agência Brasil
http://midiacon.com.br/materia.asp?id_canal=6&id=8284
RJ: Governador quer equiparar união homossexual a união estável
Do Diário OnLine
O governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, pediu ao STF (Supremo Tribunal Federal) que aplique o mesmo regime jurídico das uniões civis estáveis para as uniões homoafetivas de funcionários públicos civis do estado.
A intenção de Cabral é que os mesmos direitos dados a casais heterossexuais por meio do Estatuto dos Servidores Públicos Civis do Estado do Rio de Janeiro sejam estendidos para os casais homossexuais.
De acordo com o governador do Rio de Janeiro, atualmente são violados os direitos de igualdade e liberdade e também da dignidade humana, que estão garantidos pela Constituição.
A ação será relatada pelo ministro Carlos Ayres Britto.
http://geral.dgabc.com.br/materia.asp?materia=632462
Venezuela, Equador e Colômbia buscam apoio do exterior
Por Jorge Silva
SAN ANTONIO, Venezuela (Reuters) - Na segunda-feira, a Venezuela, o Equador e a Colômbia saíram em busca de apoio internacional em meio à crise que provocou temores sobre o início de uma guerra depois de os governos venezuelano e equatoriano ordenarem o envio de soldados à fronteira colombiana.
A crise iniciou-se quando a Colômbia, no fim de semana, realizou com helicópteros e soldados um ataque contra uma área do Equador matando um líder rebelde colombiano, em uma ação que representou um pesado golpe contra a mais antiga guerrilha da América Latina.
Governos de vários países, da França ao Brasil, tentaram debelar a crise nos Andes, onde o presidente colombiano, Alvaro Uribe, um fiel aliado dos EUA, enfrenta dois dirigentes esquerdistas ferozmente avessos às propostas norte-americanos de liberalização da economia.
O trânsito de veículos fluía normalmente em San Antonio, principal posto da fronteira entre a Venezuela e a Colômbia. E, apesar de os governos venezuelano e equatoriano terem anunciado que enviariam mais soldados para a fronteira, não houve por enquanto qualquer sinal das manobras militares.
A Colômbia afirmou que não deslocaria um contingente suplementar de soldados para as fronteiras com a Venezuela e o Equador.
O governo colombiano tentou nesta segunda-feira justificar sua operação, afirmando que as leis internacionais permitem ações do tipo contra "terroristas" e acusando o Equador de permitir que os rebeldes da guerrilha esquerdista Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) se refugiassem em seu território.
"Nunca fomos um país propenso a tomar atitudes aventureiras no campo da política ou no campo militar", afirmou o vice-presidente colombiano, Francisco Santos, em Genebra.
Mas o Equador, aliado da Venezuela, disse que a Colômbia tinha violado deliberadamente sua soberania e conclamou os demais países da América Latina a pressionarem os dirigentes colombianos a fim de que não se repita essa "agressão".
O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, prometeu retaliar militarmente, usando jatos de fabricação russa, caso a Colômbia realize uma operação do tipo dentro do seu país.
Chávez fechou a embaixada venezuelana em Bogotá e o presidente do Equador, Rafael Correa, expulsou o embaixador colombiano de Quito. Chávez, que disse haver o perigo de uma guerra eclodir na região, e Correa chamaram Uribe de "mentiroso."
Os títulos da dívida venezuelana e equatoriana bem como a moeda colombiana sofreram baixas nesta segunda-feira.
"Isso aumenta os índices de risco para os três países de forma significativa," afirmou Gianfranco Bertozzi, da Lehman Brothers.
VIZINHOS TENTAM APLACAR CRISE
O Brasil, o peso pesado da diplomacia latino-americana, disse que tentaria resolver o impasse e observou que a tensão poderia desestabilizar as relações regionais.
A presidente do Chile, Michelle Bachelet, exigiu da Colômbia que explicasse à região por que suas tropas haviam ingressado no Equador.
"O mais importante hoje é o fato de que podemos evitar uma escalada desse conflito", acrescentou.
A França, que se empenha em libertar reféns mantidos pelas Farc, pediu calma aos envolvidos e disse que a morte do líder rebelde era uma notícia ruim porque ele tinha papel fundamental nos esforços para que fossem soltas as pessoas sequestradas.
A Colômbia pediu desculpas pela operação e tentou diminuir as tensões.
Apesar da crise, analistas de política consideram improvável a deflagração de uma guerra.
Chávez está mais interessado em ampliar sua base de apoio com suas declarações contundentes e não pode arcar com o custo de ficar sem os alimentos comprados da Colômbia. A Venezuela enfrenta escassez de alimentos.
"Há poucas chances de um conflito armado instalar-se, já que há muita coisa em jogo para todos os lados," disse Bertozzi. "As tensões devem dissipar-se nos próximos dias."
(Reportagem adicional de Antonio de la Jara, em Santiago, Patrick Markey, em Bogotá e Raymond Colitt em Brasília)
http://oglobo.globo.com/mundo/mat/2008/03/03/ venezuela_equador_colombia_buscam_ apoio_do_exterior-426055968.asp
2 de mar. de 2008
Hillary ataca Obama às vésperas das prévias no Texas e em Ohio
da Folha Online
A pré-candidata à Presidência dos EUA Hillary Clinton acirrou as críticas a seu rival Barack Obama às vésperas das prévias da próxima terça-feira (4) em quatro Estados --Texas, Ohio, Vermont e Rhode Island-- as quais precisa vencer para se manter na corrida pela nomeação democrata.
Hilllary atacou Obama pela falta de habilidade em lidar com situações de crise. Obama revidou os ataques, acusando Hillary de mudar de opinião sobre vários assuntos para angariar votos.
| Reuters |
| Os democratas Hillary Clinton e Barack Obama; ex-primeira dama ataca rival às vésperas de prévias cruciais no Texas e em Ohio |
Obama está à frente na apertada disputa, e conta com 1.385 delegados, contra um total de 1.276 de Hillary. As eleições de terça devem garantir 370 delegados. Um total de 2.025 são necessários para garantir a nomeação na convenção do partido, em agosto.
Hillary perdeu para Obama em 11 prévias consecutivas, e analistas dizem que ela precisa vencer em Ohio e no Texas --uma derrota pode forçá-la a deixar a disputa.
Do lado republicano, a disputa é considerada ganha pelo senador pelo Arizona John McCain, que possui 1.014 dos 1.191 delegados necessários para garantir a nomeação republicana.
Mike Huckabee, ex-governador do Arkansas, possui apenas 257 delegados.
Hoje, os dois democratas fizeram campanha em Ohio, onde as pesquisas de intenção de voto apontam que a ex-primeira-dama está à frente. No Texas, a disputa deve ser acirrada, segundo as sondagens.
Há algumas semanas, Hillary era considerada a favorita na corrida, mas Obama conseguiu manter-se competitivo por ter mais recursos de campanha, que permitiram que comprasse espaços televisivos.
Com a disputa se aproximando do fim, ambos fazem cada vez mais apelos diretos aos eleitores. Tanto Obama quanto Hillary devem visitar hoje escolas no distrito de Westerville, subúrbio de Columbus (Ohio).
Campanha
Hoje, Hillary discursou em um centro de treinamento eleitoral em San Antonio (Texas), onde funcionários estão sendo preparados para atuar no complexo sistema de votação das primárias.
"Este é um momento decisivo para os texanos. Vocês estão, de fato, escolhendo o novo presidente dos EUA", disse ela.
Seu marido, Bill Clinton, e sua filha Chelsea a acompanharam na campanha em Ohio neste sábado. Durante um ato em Cleveland, o ex-presidente disse que sua mulher é a única democrata que planeja criar empregos no Estado industrial, que precisa reerguer sua economia.
A ex-primeira-dama planeja realizar uma maratona chamada "88 Condados em 88 horas" pelo Estado, que terminaria na manhã de amanhã. Depois, ela deve voltar ao Texas para outro ato de campanha televisionado que irá ao ar em rede nacional.
A senadora por Nova York deve aguardar os resultados decisivos em Ohio na noite de terça-feira.
Obama
Obama fez uma parada em Rhode Island a caminho de eventos de campanha no Texas e em Ohio. Ele questionou o compromisso da rival com questões da economia e da política externa americanas.
Ele acusa que Hillary de ter mudado de opinião sobre vários temas, como o Nafta (Acordo de Livre-Comércio da América do Norte), depois que decidiu candidatar-se à Casa Branca. O senador por Illinois diz ainda que teria um melhor discernimento em situações de crise na segurança, reforçando as críticas à rival por ela ter autorizado, em 2002, a Guerra no Iraque proposta por George W. Bush
As pesquisas indicam que Hillary lidera em Rhode Island, cujas primárias garante, 21 delegados democratas, contra 141 em Ohio, 193 no Texas e 15 em Vermont. No geral, Obama está à frente da senadora por Nova York nas pesquisas, no número de delegados e nos fundos de campanha.
Hillary --que foi duas vezes eleita senadora --pode se tornar a primeira mulher a ocupar a Casa Branca. Já Obama, em seu primeiro mandato no Senado, pode ser o primeiro presidente negro dos EUA.
Segurança
No fim de semana, Hillary retratou Obama como inexperiente para lidar com uma crise. "A campanha dele é baseada apenas em um discurso que ele fez contra a Guerra do Iraque em 2002", disse Hillary à imprensa no vôo entre San Antonio e Fort Worth, no Texas.
Obama revidou os ataques em discurso em Providence, Rhode Island. "A mudança real não é votar a favor da Guerra do Iraque de George W. Bush", disse ele, que acusa ainda Hillary de tentar assustar os eleitores.
Em um vídeo divulgado na sexta-feira (29), Hillary questionou a habilidade de Obama para lidar com uma crise. No anúncio, que seria veiculado no Texas e mostra crianças em suas camas enquanto um narrador diz: "São 3h da madrugada e seus filhos estão dormindo em segurança. Mas há um telefone tocando na Casa Branca. Algo está acontecendo no mundo. Seu voto irá decidir quem irá atender este chamado".
A ex-primeira-dama diz que pretende continuar a ressaltar as diferenças entre e ela e Obama nessa área.
"Este é um tema crucial, e um dos quais os eleitores do Texas e de todo o país devem pensar a respeito".
Com Associated Press
www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u377789.shtml