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1 de jul. de 2008

Eleitores dizem estar preocupados com semelhança entre McCain e Bush

colaboração para a Folha Online

Mesmo antes da corrida presidencial definir seus candidatos, os democratas esforçavam-se em definir o senador republicano John McCain como uma mera continuação do impopular governo do presidente George W. Bush. A campanha democrata parece ter dado certo já que 49% dos eleitores dizem estar "muito preocupados" com as semelhanças entre McCain e Bush.

A recente pesquisa USA Today/Gallup mostra que cerca de 65% dos eleitores dizem-se "preocupados" com o fato de McCain desenvolver as mesmas políticas de Bush.

A sondagem confirma uma grande preocupação da campanha de McCain e marca a necessidade de esforços ainda maiores para se distanciar do atual presidente. O senador tem que convencer seus eleitores que um novo mandato republicano pode trazer mudanças na política do país e que ele pode resolver a crise econômica gerada no mandato do colega.

O desafio de McCain é ainda maior se considerarmos que, mesmo sendo extremamente impopular entre os norte-americanos em geral (apenas 28% de aprovação), o presidente permanece muito bem visto pelos eleitores de seu partido -- 60% dos republicanos dizem aprovar o trabalho de Bush como presidente.

Charles Dharapak-27mai.08/AP
Texto: President Bush is accompanied by Republican presidential candidate, Sen. John McCain, R-Ariz., and his wife Cindy, seen reflected on the car, before Bush boards Air Force One at Phoenix Sky Harbor International Airport, after Bush attended a private campaign fundraising event for McCain in Phoenix, Tuesday, May 27, 2008. (AP Photo/Charles Dharapak)
Presidente George W. Bush faz rara aparição ao lado do colega de partido McCain

A aprovação de Bush é alta também entre os eleitores declarados de McCain, 55% de aprovação, uma porcentagem que pode garantir bons resultados nas urnas.

Assim, McCain enfrenta a árdua tarefa de distanciar-se de Bush diante dos democratas --entre os quais a taxa de aprovação de Bush é de apenas 6%--, sem contudo menosprezar as conquistas do presidente para os republicanos.

Como esperado, a preocupação com um "terceiro mandato de Bush", como democrata Barack Obama nomeou a possível Presidência de McCain, é muito maior entre os democratas, 90%.

Entre os independentes, um grupo no qual McCain tem demonstrado apelo, a maioria está preocupada com as semelhanças entre as propostas políticas, incluindo 47% que se dizem "muito preocupados".

Já entre os republicanos, a porcentagem é significativamente menor. Apenas 20% dos eleitores estão "muito preocupados" e outros 25%, a maior porcentagem entre os três grupos, dizem não estar preocupados de forma alguma com as semelhanças entre os dois.

Mudança

Alex Brandon-26jun.08/AP
Texto: Democratic presidential candidate Sen. Barack Obama, D-Ill., enters a Democratic fundraiser, also attended by Sen. Hillary Clinton, D-N.Y., (not shown) at a hotel in Washington Thursday, June 26, 2008. Clinton lauded Barack Obama for "his grit and his grace" as she resumed public and private campaigning Thursday to support the candidate who dashed her hopes of winning the Democratic presidential nomination. (AP Photo/Alex Brandon)
Propostas de Obama são vistas por alguns eleitores como muito liberais

Obama escolheu como lema de sua campanha pela Casa Branca a mudança na política "velha" de Washington. Ele é um árduo crítico de Bush e costuma defender políticas contrárias às do republicano, uma estratégia aparentemente vantajosa diante dos altos índices de impopularidade do presidente.

A sondagem do Gallup avaliou até que ponto os eleitores querem esta mudança na política norte-americana. Questionados sobre quão preocupados estão com a chance de Obama mudar demais as políticas atuais --uma imagem que os republicanos tentam pintar em Obama, para constrastá-lo com a alternativa segura de McCain--, 49% indicam estarem preocupados, incluindo 30% que afirmaram estar "muito preocupados".

Apenas 31% dos eleitores --porcentagem formada predominantemente por democratas-- dizem não estar preocupados com as mudanças propostas por Obama.

Assim como no cenário de similaridades de McCain, a maior porcentagem dos eleitores incomodados com as políticas de Obama são do partido rival. A maioria dos republicanos (79%) dizem preocupar-se com a questão, incluindo 56% que afirmam estar "muito preocupados".

Entre os independentes, o cenário é relativamente mais positivo para Obama que para McCain. Apesar de 44% dos eleitores identificarem esta preocupação, outros 34% afirmam não estar incomodados.

Já entre os eleitores de seu partido, 47% não vêem as mudanças de Obama como um problema. Mas ainda assim, significativos 16% dizem estar "muito preocupados" com as propostas do senador por Illinois.

No ano que é tido como o mais promissor para os democratas, tanto Obama quanto McCain tem que encontrar um equilíbrio em suas campanhas para não arriscar trocar uma base garantida por uma minoria incerta.

A pesquisa foi realizada entre 15 e 19 de junho e consultou 1.625 eleitores. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos.

www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u418013.shtml

Eleitores dizem estar preocupados com semelhança entre McCain e Bush

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30 de jun. de 2008

Veja a primeira foto de Natália Casassola para a 'Playboy'

Ex-BB é capa da edição de julho da revista, em ensaio com clima campestre

Renata Mendonça Do EGO, no Rio de Janeiro

Divulgação/Playboy

Está aí a primeira foto do ensaio de Natália Casassola para a "Playboy". A ex-BB será a capa de julho da publicação, que trará um ensaio inspirado em cenas campestres - idéia de Xuxa, que virou uma espécie de madrinha de Natália. Os cliques foram feitos na Serra do Rio do Rastro, em Santa Catarina, por JR Duran, e duraram três dias. “Estou bem natural, para não destoar do conceito do ensaio fotográfico”, conta a modelo gaúcha.

http://ego.globo.com/Gente/Noticias/0,,MUL618642-9798,00-VEJA+A+PRIMEIRA+FOTO+DE+NATALIA+CASASSOLA+PARA+A+PLAYBOY.html

28 de jun. de 2008

Obama visita soldados americanos feridos em hospital militar

da Efe, em Washington

O provável candidato democrata à Casa Branca, Barack Obama, que acusa o atual governo americano de não se preocupar o suficiente com os militares veteranos, visitou neste sábado soldados feridos no hospital militar Walter Reed.

Obama, que não fez declarações à imprensa e não tinha incluído a visita em seu programa de atividades públicas, está em Washington para discursar ainda hoje perante a Associação de Funcionários Eleitos Latinos (Naleo), um influente grupo da comunidade hispânica.

Em ocasiões anteriores, o senador democrata denunciou que os veteranos recebem "tratamento de cidadãos de segunda classe" quando voltam do Iraque ou do Afeganistão e o país não faz o suficiente para apoiar as famílias desses militares.

No ano passado, o presidente George W. Bush recebeu duras críticas pelas condições nas quais os veteranos eram tratados no hospital Walter Reed.

Em discurso nesta sexta-feira, em um comício junto a ex-rival Hillary Clinton na simbólica cidade de Unity, em New Hampshire, Obama afirmou que os eleitores devem escolher se continuam gastando bilhões por mês e permitem que os Estados Unidos sigam no Iraque durante anos.

"Chegou o momento de reconstruir nossas Forças Armadas e cuidarmos de nossos veteranos", disse o senador por Illinois.

O provável candidato republicano, John McCain, afirma que tem mais experiência e conhecimento em questões militares. Foi piloto da Marinha e passou cerca de cinco anos prisioneiro no Vietnã.

www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u417170.shtml

27 de jun. de 2008

Termina 2º turno da eleição presidencial de um só candidato no Zimbábue

Só o presidente Mugabe concorreu, e votação teve participação menor que no 1º turno.
Oposição, que se retirou da disputa, acusa governo de ter forçado eleitor a ir às urnas.
Da EFE

O segundo turno das eleições presidenciais do Zimbábue terminou às 19h (14h de Brasília) desta sexta-feira (27) sem que tenham ocorrido incidentes. Mas a oposição acusou o governo de ter forçado a população a ir às urnas.

O opositor Movimento para a Mudança Democrática (MDC) acusou o regime do presidente Robert Mugabe, que participou como candidato único desta rodada do pleito, de ter colocado nas ruas suas milícias para forçar os eleitores airem aos centros de votação, onde, afirma, eles foram obrigados a votar.

Leia também: Isolar Mugabe pode ser solução, diz especialista

O líder do MDC, Morgan Tsvangirai, se retirou no domingo passado das eleições, depois de denunciar uma suposta campanha de ataques e assassinatos lançada contra seus seguidores pelo governo.

Em entrevista em sua casa em Harare, Tsvangirai denunciou a intimidação dos eleitores pelas milícias da governamental União Nacional Africana do Zimbábue-Frente Patriótica (Zanu-PF).

Entenda a crise política do Zimbábue

"O que vimos hoje não foi uma eleição, mas um ato de intimidação em massa na qual as pessoas, em todo o país, foi obrigada a votar", disse Tsvangirai, antes de retornar à embaixada da Holanda em Harare, onde esteve refugiado desde domingo, devido às ameaças de morte que recebeu.

A participação dos eleitores foi baixa nas áreas urbanas, onde o apoio ao MDC é maior, mas não há informação independente sobre qual foi a situação nas áreas rurais, especialmente no sul do país, que também apóia Tsvangirai.

Uma rádio do Zimbábue informou sobre uma "resposta em massa" nas províncias de Mashonalandia e Manicalandia, redutos tradicionais da Zanu-PF, no norte e no nordeste do país.

Tsvangirai saiu vencedor no primeiro turno das presidenciais, mas, segundo a Comissão Eleitoral do Zimbábue (ZEC), organismo nomeado pelo governo de Mugabe, não obteve o número de votos para levar já no primeiro turno, o que levou à realização do segundo turno.

A ZEC não informou sobre quando divulgará os resultados das eleições, mas fontes próximas ao governo disseram que poderia ser já neste sábado, pois Mugabe sugeriu esta semana que podia assumir seu novo mandato de cinco anos na próxima segunda-feira.

http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL616526-5602,00-TERMINA+TURNO+DA+ELEICAO+PRESIDENCIAL+DE+UM+SO+CANDIDATO+NO+ZIMBABUE.html

26 de jun. de 2008

Desemprego em maio tem a menor taxa para o mês desde 2002

Agência Brasil

BRASÍLIA - A taxa de desemprego caiu para 7,9% no mês de maio nas seis principais regiões metropolitanas do país, depois de ter ficado em 8,5% em abril. O resultado foi o menor já registrado para o mês desde 2002 e o menor, entre todos os meses, desde dezembro de 2007 (7,4%). Na comparação com maio do ano passado (10,1%), o recuo foi maior: 2,2 pontos percentuais.

Os dados divulgados nesta quinta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelam também que o rendimento médio dos trabalhadores, cujo valor é de R$ 1.208,20, caiu 1% em maio em relação a abril, mas subiu 1,5% na comparação com o mesmo mês do ano passado.

Segundo o levantamento do IBGE, a população desocupada, cerca de 1,8 milhão de brasileiros, diminuiu 7,5% em relação a abril e 20,4% em relação a maio do ano passado. Já a população ocupada soma 21,5 milhões de pessoas e ficou praticamente estável na passagem de um mês para outro, mas cresceu 4,6% em relação a maio de 2007. O número de

trabalhadores com carteira assinada, cerca de 9,5 milhões de brasileiros, também não sofreu alteração em relação a abril, mas

aumentou 9,5% na comparação com o mesmo período do ano passado.

Entre as regiões, a pesquisa revela que, na comparação mensal, a taxa de desocupação caiu no Rio de Janeiro e em São Paulo (0,7 e 0,8 ponto percentual, respectivamente). Em relação a maio do ano passado, a taxa apresentou quedas mais expressivas em todas as regiões: Recife (3,7 pontos percentuais), Salvador (3,3 pontos percentuais), Belo Horizonte (1,5 ponto percentual), Rio de Janeiro (1,6 ponto percentual), São Paulo (2,6 pontos percentuais) e Porto Alegre (1,4 ponto percentual).

O levantamento aponta ainda que nas regiões metropolitanas nordestinas o contingente de desocupados em maio foi o mais baixo da série histórica, que mostrou, também, a menor taxa de desocupação em Recife (8,7%).

Em relação a abril, apenas o Rio de Janeiro apresentou movimentação significativa no contingente de desempregados, com queda de 10,1%. Na comparação com maio de 2007, houve quedas em Recife (33,8%), Salvador (25,4%), Belo Horizonte (14,4%), Rio de Janeiro (18,2%), São Paulo (19,8%) e Porto Alegre (13,6%).

http://jbonline.terra.com.br/extra/2008/06/26/e26069015.html