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1 de set. de 2008

Trabalhoso, Enem tem ambiente como tema

da Folha de S.Paulo

A edição deste ano do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) foi mais trabalhosa e densa do que as provas anteriores, avaliam os professores.

O ambiente foi o tema principal tanto da parte objetiva do exame (com 63 questões) quanto da redação. "Havia enunciados gigantescos. Foi uma prova mais densa e cansativa", afirmou a coordenadora do Cursinho da Poli, Alessandra Venturi.

A mesma impressão teve a coordenadora do Objetivo, Vera Lucia da Costa Antunes. "A prova estava cansativa. O aluno teve de ler, reler e concluir. Algumas questões, por exemplo, apresentavam leis federais. São situações difíceis para boa parte dos estudantes."

"As questões enfatizaram a compreensão de textos nos enunciados. Algumas tiveram enunciados trabalhosos. Em outras, o aluno podia usar os dados da própria questão para responder", disse o coordenador dos simulados do Enem do Curso Anglo, Cezar Fasson.

Apesar de também considerar que a prova foi mais longa, com mais tabelas, o coordenador do Etapa, Edmilson Motta, disse que a base segue a mesma, de compreensão de textos. "O Enem está firmando sua cara".

Já o professor de geografia do Cursinho da Poli Yadyr Figueiredo Filho disse que uma questão sobre pecuária (3 da versão amarela) não tinha resposta. Pelo gabarito oficial, a alternativa correta (E) dizia que "a recuperação de áreas desmatadas (...)" pode "contribuir para a redução do desmatamento". "Como recuperar áreas já desmatadas diminui o desmatamento? É questão de lógica", disse.

Histórico

O Enem foi criado para que o formando do ensino médio pudesse fazer uma avaliação de seu nível de aprendizado.

Com o passar do tempo, porém, a prova passou a valer pontos nos vestibulares e selecionar calouros para o Prouni (programa do governo federal que concede bolsas em universidades particulares).

Na edição deste ano, mais de 4 milhões se inscreveram, maior número desde a criação do exame, há dez anos.

Redação

A redação sofreu uma alteração. Ao apresentar a questão do desmatamento na Amazônia, a prova restringia a três as opções para solucionar o problema: suspensão total do desmatamento; pagamento a proprietários que parem de desmatar; e aumento da fiscalização.

Após fazer a escolha, o aluno deveria apontar as possibilidades e as limitações da ação escolhida. "Nas provas anteriores, o aluno podia escrever o que dava na telha. Neste ano, ele teve de escolher uma das soluções predeterminadas e mostrar os prós e os contras. É interessante, mas mais complicado. O aluno teria de contar com um bom conhecimento escolar para ir bem", disse a professora de redação do Objetivo Elizabeth de Melo Massaranduba.

O MEC estendeu até amanhã a inscrição para o Enade (Exame Nacional de Desempenho de Estudantes).

www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u439996.shtml

31 de ago. de 2008

Com número recorde de inscritos, provas do Enem serão aplicadas hoje

Com número recorde de inscritos, provas do Enem serão aplicadas hoje

Foto de divulgação Clique para ampliar a imagem

Brasília - Quatro milhões de candidatos participam hoje (31) da 11ª edição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Criado em 1998, o exame já avaliou o desempenho de 18 milhões de alunos de escolas públicas e particulares que concluíram a educação básica. As provas terão início às 13h e serão aplicadas em 8,5 mil locais.

A primeira edição do Enem contou com a participação de pouco mais de 157 mil estudantes. Este ano, o número de inscritos bateu mais um recorde: 4.004.715. A participação no exame é voluntária. O Enem é usado como critério de seleção para concessão de bolsas do Programa Universidade para Todos (ProUni) e em processos seletivos de cerca de 500 instituições de ensino superior.

Segundo dados preliminares do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), responsável pel prova, o maior número de candidatos está concentrado no Sudeste: 1.887.779. O Nordeste teve 1.017.634 inscritos, seguido pelo Sul, com 484.948; o Centro-Oeste, com 324.704; e o Norte, com 289.360.

Os candidatos que não receberam em casa o cartão de confirmação de inscrição podem consultar a lista dos locais de prova no site do Inep. Para fazer a prova, é preciso apresentar carteira de identidade, de trabalho, ou de habilitação com foto. Também serão aceitas cédulas de identidade expedidas pelas Secretarias de Segurança, pelas Forças Armadas e pelas Polícias Militar e Federal (inclusive passaporte).

Os estudantes terão cinco horas para responder à prova, que terá 63 questões objetivas e uma redação dissertativa. A previsão é de que os boletins individuais sejam enviados aos candidatos na segunda quinzena de novembro. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 0800 616161 ou no site do Inep.

Fonte: Amanda Cieglinski Agência Brasil
http://midiacon.com.br/materia.asp?id_canal=3&id=12761

29 de ago. de 2008

PF já prendeu 15 suspeitos de cometer crimes eleitorais no Rio

Dos presos, dez são policiais militares e uma é candidata a vereadora. Onze detidos foram levados para presídio de segurança máxima no Paraná.

Do G1, no Rio, com informações da TV Globo

Foto: Reprodução/Tv Globo

Operação Voto Livre (Foto: Reprodução/Tv Globo)

A Polícia Federal prendeu mais três pessoas no fim da tarde desta sexta-feira (29), durante a Operação Voto Livre , de repressão a crimes eleitorais no Rio. Os presos são suspeitos de formação de quadrilha armada, homicídio e coação eleitoral - obrigar alguém a votar ou deixar de votar em determinado candidato usando de violência.

Com as prisões, a PF já cumpriu 15 dos 22 mandados de prisão expedidos pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE). Dos detidos, dez são PMs.

Durante a madrugada, 11 pessoas foram presas, incluindo a candidata a vereadora Carminha Jerominho - filha do vereador Jerominho Guimarães e sobrinha do deputado estadual Natalino Guimarães, que estão presos acusados de comandar a milícia conhecida como Liga da Justiça, na Zona Oeste. Outra pessoa, um PM identificado como Kennedy, também foi presa no início da tarde.

Presos em Catanduvas

Onze presos, incluindo Carminha Jerominho, embarcaram no avião da Polícia Federal, nesta tarde. Por determinação do TRE, eles vão cumprir prisão temporária no presídio de segurança máxima de Catanduvas, no Paraná

Os que não embarcaram ficaram no Batalhão Prisional, em Benfica, no presídio de Bangu 8 e na sede da Polícia Federal.

A tranfesrência dos presos foi adotada porque o TRE entendeu que, estando num presídio no Rio, havia o risco de o grupo promover articulações de dentro da cadeia.

Investigação

Há 90 dias a PF, com o apoio do Ministério Público e do TRE vem investigando as 22 pessoas suspeitas de crime eleitoral. Segundo o superintendente da Polícia Federal, Valdinho Caetano, Carminha vinha se beneficiando em sua campanha de atos cometidos pelo grupo de milicianos, conhecido como Liga da Justiça, que atua principalmente em Campo Grande, na Zona Oeste da cidade.

"O grupo, formado em sua maioria por PMs fazia a sustentação da campanha pela força. Eles obrigavam moradores a deixar suas casas e houve duas tentativas de homicídio de pessoas que se recusaram a permitir a colocação de propaganda eleitoral em suas casas. A candidata também se beneficiava do esquema de venda de gás. Os revendedores da comunidade eram obrigados a comprar de um intermediário, que elevava o preço de R$ 21 para R$ 32 do botijão para obter mais recursos para a campanha da candidata", explicou Caetano.

Operação permanente para prender suspeito

Caetano afirmou que vai manter uma operação permanente para prender o irmão da candidata. Segundo ele, Luciano Guinâncio Guimarães - suspeito de ter comandado a chacina na Favela do Barbante, Campo Grande, na Zona Oeste – agora é também um foragido federal.

“Com esta operação e com o apoio da Secretaria de Segurança Pública, posso afirmar que a milícia conhecida como Liga da Justiça sofreu um duro golpe”, disse Caetano.

O advogado Ésio Lopes, que defende a candidata Carminha Jerominho, entregou à desembargadora federal Maria Helena Cisne, do TRE, os documentos que seriam anexados numa notícia-crime da candidata contra o delegado Marcus Neves da 35ª DP (Campo Grande). Segundo a candidata, o delegado está perseguindo sua família.

“Não tivemos tempos de tomar todas as providências para apresentar a notícia-crime antes da prisão da Carminha. Por isso, procurei a desembargadora para conversar e entregar os documentos. Esse delegado (Marcus Neves) está numa alucinante perseguição contra qualquer candidatura na Zona Oeste. Tudo isso é uma ação orquestrada para acabar com a candidatura da Carminha, que estava em terceiro lugar nas intenções de voto na região. Essa prisão é coisa de gente de muito alta, politicamente falando, querendo destruir a Carminha”, disse o advogado, lembrando que no último dia 21 a candidata procurou a PF para se queixar do delegado.

Defesa

Enquanto estava sendo presa, Carminha Jerominho disse ao telefone para a equipe do RJTV que esteve na semana passada na PF para pedir orientação e ajuda na campanha, alegando estar sofrendo perseguição do titular da 35ª DP. Ela disse que é falsa a acusação de que estaria sendo favorecida por uma suposta milícia em Campo Grande. Ela informou ainda que há 15 anos sua família realiza trabalhos sociais que atendem a população e que tentar ligá-la a pessoas envolvidas com milícia não tem fundamento.

http://g1.globo.com/Noticias/Rio/0,,MUL742004-5606,00-PF+JA+PRENDEU+SUSPEITOS+DE+COMETER+CRIMES+ELEITORAIS+NO+RIO.html

27 de ago. de 2008

Medvedev afirma que não buscou conflito com a Geórgia

'Este não foi um conflito que escolhemos. Não temos interesse no território georgiano', diz líder russo

Efe

LONDRES - O presidente da Rússia, Dmitri Medvedev, defendeu nesta quarta-feira, 27, sua decisão de reconhecer a independência das regiões separatistas georgianas da Ossétia do Sul e a Abkházia, e assegurou que não buscou o conflito com a Geórgia.

Veja também:

linkBush critica decisão da Rússia de reconhecer separatistas

linkOtan e UE condenam decisão russa de reconhecer separatistas

linkEntenda o conflito separatista na Geórgia

Em artigo publicado pelo diário Financial Times, Medvedev afirmou que não teve "outra opção" a não ser fazer frente ao ataque da Geórgia contra Tskhinvali, capital da Ossétia do Sul, no começo de agosto, a fim de salvar vidas.

"Este não foi um conflito que escolhemos. Não temos interesse no território georgiano", insistiu. O governante russo também acusou o presidente georgiano, Mikhail Saakashvili, de assassinar centenas de civis, a maioria deles cidadãos russos, ao atacar a cidade.

"Ele acreditava que a Rússia ficaria parada enquanto suas tropas 'de paz' disparavam contra os camaradas russos na Ossétia do Sul?", acrescentou.

"Nossas tropas entraram na Geórgia para destruir bases usadas para o ataque e depois deixaram o país. Restabelecemos a paz, mas não conseguimos acalmar os temores e aspirações dos moradores da Ossétia do Sul e da Abkházia", ressaltou Medvedev.

O governante disse ainda que os presidentes das duas repúblicas solicitaram à Rússia o reconhecimento de sua independência. Como era o desejo destas regiões, e baseado nos princípios das Nações Unidas, Medvedev assinalou que assinou o reconhecimento da independência dos dois territórios.

Após lembrar a dissolução da União Soviética, que supôs a "perda" de 14 repúblicas soviéticas, o presidente russo disse que algumas destas nações não foram capazes de tratar as minorias com o respeito que mereciam.

Assim, Medvedev acrescentou que a Geórgia retirou a autonomia das regiões da Ossétia do Sul e da Abkházia. "É possível imaginar o que foi para os abkhazes ver fechada sua universidade de Sujumi pelo governo de Tbilisi, sob o argumento de que supostamente não tinham uma língua adequada ou uma história ou cultura, e por isso não precisavam de uma universidade?", comentou.

A Geórgia enfrentou as minorias e motivou o deslocamento de milhares de pessoas, argumentou o presidente russo.

Além disso, se queixou que os países ocidentais ignoraram a advertência da Rússia quando se apressaram para reconhecer a "declaração ilegal" de independência do Kosovo.

"Argumentamos constantemente que seria impossível, depois disto, dizer à Ossétia do Sul e à Abkházia que o que era bom para os albano-kosovares não era bom para eles. Nas relações internacionais, não se pode ter uma regra para uns e outra para outros", afirmou.

www.estadao.com.br/internacional/not_int231491,0.htm

26 de ago. de 2008

Blog do Josias: Cúpula do PSDB receia vitória de Marta no 1º turno

da Folha Online

Apoiada nos resultados das pesquisas e na divisão entre o PSDB e o DEM, a petista Marta Suplicy pode vencer o primeiro turno da disputa pela Prefeitura de São Paulo, segundo dirigentes tucanos consultados pelo blog do Josias. A hipótese causa temor no partido.

Um dirigente nacional e outro da liderança estadual em São Paulo, que não quiseram ter seus nomes revelados, afirmaram ao blog que o partido vê com maus olhos o avanço de Gilberto Kassab (DEM) nas pesquisas em detrimento de Alckmin.

De acordo com pesquisa do Datafolha publicada ontem, Marta tem 41% das intenções de voto, contra 24% de Alckmin, 14% de Kassab e 9% de Paulo Maluf (PP). Em relação ao levantamento anterior, o tucano caiu oito pontos e o democrata subiu três, menos de uma semana após o início do horário eleitoral gratuito.

Além de se mostrarem surpresos com o avanço da petista, os dirigentes tucanos afirmaram que, para vencer, Alckmin terá de subir o tom nos ataques a Kassab. "Resta ao Geraldo realçar dois pontos: primeiro, tem de mostrar os problemas da cidade, o que será lido como crítica ao Kassab. Segundo, tem de deixar claro que, como governador, foi generoso nos repasses de verbas à prefeitura."

Segundo o blog, a estratégia é perigosa pois poderia dificultar uma união entre DEM e PSDB no segundo turno e aumentar ainda mais a vantagem da campanha de Marta sobre os demais concorrentes.

www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u437820.shtml

25 de ago. de 2008

Parlamento russo pede o reconhecimento de províncias separatistas da Geórgia

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Sessão na Duma, Câmara Baixa do Parlamento russo

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MOSCOU (AFP) — O Parlamento russo se pronunciou nesta segunda-feira a favor de um reconhecimento das duas repúblicas separatistas pró-russas da Geórgia, enquanto Moscou está sob pressão dos ocidentais para retirar de vez suas tropas do território georgiano.

O Conselho da Federação (câmara alta) e a Duma (câmara baixa) votaram por unanimidade uma declaração pedindo ao presidente russo, Dmitri Medvedev, que reconheça a independência da Abkházia e da Ossétia do Sul.

A decisão agora será do executivo russo, que tem uma série de opções, do reconhecimento à anexação pura e simples destes dois territórios, o que impediria a Geórgia de entrar para a Otan, segundo especialistas.

"A Rússia respeitou durante mais de 15 anos a integridade territorial da Geórgia", declarou o presidente do Conselho da Federação, Sergueï Mironov, na abertura da sessão.

"Hoje, após a agressão da Geórgia contra a Ossétia do Sul, as relações não serão nunca mais as mesmas", acrescentou, chamando de "genocídio" a ofensiva das forças georgianas nesta república separatista em 7 de agosto.

"Nem a Abkházia, nem a Ossétia do Sul viverão no mesmo Estado que a Geórgia", disse o presidente abkházio Sergueï Bagapch.

O presidente da Ossétia do Sul, Eduard Kokoïti, declarou que Tskhinvali, a capital da província, se tornou o "Stalingrado do Cáucaso" numa alusão à batalha de Stalingrado em 1943.

Seis meses após a proclamação da independência de Kosovo, reconhecida pelo ocidente, mas muito criticada por Moscou, que advertiu na ocasião contra um "efeito dominó", o precedente da província sérvia está bem vivo na memória nesta segunda-feira.

"A Abkházia e a Ossétia do Sul têm mais razão do que Kosovo para ter sua independência", afirmou o presidente da comissão dos Assuntos Estrangeiros da Duma, Konstantin Kossatchev.

Sergueï Markov, cientista político e deputado pró-Kremilim, deu a entender que o reconhecimento destas duas regiões separatistas "não é a única solução para Moscou garantir a segurança da população destas duas repúblicas".

"Se os instrumentos existentes são suficientes, então continuaremos o processo de negociações e, se não são suficientes, então teremos que criar outros instrumentos, como o reconhecimento da independência, que permitiria às forças russas ficarem numa base legal nestes territórios", explicou.

O presidente georgiano, Mikhail Saakachvili, numa entrevista ao jornal francês Libération, denunciou o eventual reconhecimento dos dois territórios como uma "tentativa de mudar as fronteiras da Europa pela força que terá resultados desastrosos".

Berlim e Roma pediram ao governo russo que tenha prudência.

A Alemanha espera do presidente e do governo russos que "eles não realizem o voto no Parlamento". "A soberania e a integridade territorial da Geórgia não devem ser questionadas", declarou o porta-voz adjunto, Thomas Steg.

O chefe da diplomacia italiana Franco Frattini sugeriu à Rússia que seja "particularmente prudente", considerando a delicadeza desta situação atual na região.

Na prática, Tbilisi acusou os separatistas da Ossétia do Sul de terem reforçado sua presença em Akhalgori, um centro georgiano tomado pelos ossetas e os russos em 17 de agosto.

"Os rebeldes ossetas enviaram 16 veículos blindados a Akhalgori e estão aterrorizando a população etnicamente georgiana", afirmou o porta-voz do ministério georgiano do Interior, Chota Outiachvili.

No resto do país, "nada mudou", acrescentou, numa alusão às posições avançadas das forças russas, principalmente em torno da cidade portuária de Poti.

Enquanto os russos insistem em suas posições, os europeus pedem a adoção de um dispositivo internacional na Geórgia sob controle da OSCE (Organização para a Segurança e a Cooperação da Europa).

A Cúpula européia extraordinária convocada pela França para 1º de setembro deve "estudar a retirada russa", declaroun esta segunda-feira o chefe da diplomacia francesa, Bernard Kouchner, destacando que será necessário acertas politicamente as coisas.

Segundo ele, é preciso enviar observadores por intermédio da OSCE e também observadores da União Européia para analisar os movimentos das tropas russas.

http://afp.google.com/article/ALeqM5ibZIh5B58VZKXst574InPsftUkYA