Moscou, 3 set (EFE).- A Rússia manterá suas tropas na área de segurança entre Geórgia e a separatista Ossétia do Sul até a criação de um contingente policial internacional, afirmou hoje o ministro de Relações Exteriores da Rússia, Serguei Lavrov.
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3 de set. de 2008
Rússia manterá tropas em área de segurança entre Geórgia e Ossétia do Sul
2 de set. de 2008
Kassab evita comentar apoio de Serra a Alckmin
O prefeito de São Paulo e candidato à reeleição pelo DEM, Gilberto Kassab, evitou comentar hoje a informação de que o PSDB estaria organizando um jantar para oficializar o apoio do governador tucano José Serra ao candidato do partido, Geraldo Alckmin. Questionado sobre o assunto, Kassab voltou a insistir: "Importante são as propostas". E a pouco mais de um mês das eleições, disse que "a campanha ainda está no início". Apesar de tentar demonstrar indiferença diante do possível engajamento de Serra na campanha tucana, Kassab voltou a classificar o governador de "meu querido governador José Serra", ao falar sobre suas propostas para a cidade.
Kassab fez as declarações depois de assistir à missa de sétimo dia do banqueiro e político Olavo Setubal. Entre as cerca de 800 pessoas que participaram da celebração, estavam o candidato do PP à Prefeitura, Paulo Maluf, o secretário de coordenação das subprefeituras, Andrea Matarazzo, os senadores Eduardo Suplicy (PT), Romeu Tuma (DEM) e Marco Maciel (DEM) e os ex-governadores Claudio Lembo, Paulo Egídio Martins e Antonio Fleury Filho. O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso cumprimentou a família pouco antes de a missa começar e saiu em seguida.
O candidato Paulo Maluf negou-se a comentar o porquê de ter usado em seu programa eleitoral gratuito de ontem a frase "relaxa e goza", usada à época dos problemas aéreos pela adversária do PT, Marta Suplicy. Questionado sobre o assunto, desconversou e falou apenas a respeito da morte de Setubal: "Sinto muito como se fosse um irmão. São 50 anos de convivência que se foram."
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1 de set. de 2008
Trabalhoso, Enem tem ambiente como tema
da Folha de S.Paulo
A edição deste ano do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) foi mais trabalhosa e densa do que as provas anteriores, avaliam os professores.
O ambiente foi o tema principal tanto da parte objetiva do exame (com 63 questões) quanto da redação. "Havia enunciados gigantescos. Foi uma prova mais densa e cansativa", afirmou a coordenadora do Cursinho da Poli, Alessandra Venturi.
A mesma impressão teve a coordenadora do Objetivo, Vera Lucia da Costa Antunes. "A prova estava cansativa. O aluno teve de ler, reler e concluir. Algumas questões, por exemplo, apresentavam leis federais. São situações difíceis para boa parte dos estudantes."
"As questões enfatizaram a compreensão de textos nos enunciados. Algumas tiveram enunciados trabalhosos. Em outras, o aluno podia usar os dados da própria questão para responder", disse o coordenador dos simulados do Enem do Curso Anglo, Cezar Fasson.
Apesar de também considerar que a prova foi mais longa, com mais tabelas, o coordenador do Etapa, Edmilson Motta, disse que a base segue a mesma, de compreensão de textos. "O Enem está firmando sua cara".
Já o professor de geografia do Cursinho da Poli Yadyr Figueiredo Filho disse que uma questão sobre pecuária (3 da versão amarela) não tinha resposta. Pelo gabarito oficial, a alternativa correta (E) dizia que "a recuperação de áreas desmatadas (...)" pode "contribuir para a redução do desmatamento". "Como recuperar áreas já desmatadas diminui o desmatamento? É questão de lógica", disse.
Histórico
O Enem foi criado para que o formando do ensino médio pudesse fazer uma avaliação de seu nível de aprendizado.
Com o passar do tempo, porém, a prova passou a valer pontos nos vestibulares e selecionar calouros para o Prouni (programa do governo federal que concede bolsas em universidades particulares).
Na edição deste ano, mais de 4 milhões se inscreveram, maior número desde a criação do exame, há dez anos.
Redação
A redação sofreu uma alteração. Ao apresentar a questão do desmatamento na Amazônia, a prova restringia a três as opções para solucionar o problema: suspensão total do desmatamento; pagamento a proprietários que parem de desmatar; e aumento da fiscalização.
Após fazer a escolha, o aluno deveria apontar as possibilidades e as limitações da ação escolhida. "Nas provas anteriores, o aluno podia escrever o que dava na telha. Neste ano, ele teve de escolher uma das soluções predeterminadas e mostrar os prós e os contras. É interessante, mas mais complicado. O aluno teria de contar com um bom conhecimento escolar para ir bem", disse a professora de redação do Objetivo Elizabeth de Melo Massaranduba.
O MEC estendeu até amanhã a inscrição para o Enade (Exame Nacional de Desempenho de Estudantes).
www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u439996.shtml
31 de ago. de 2008
Com número recorde de inscritos, provas do Enem serão aplicadas hoje
29 de ago. de 2008
PF já prendeu 15 suspeitos de cometer crimes eleitorais no Rio
Dos presos, dez são policiais militares e uma é candidata a vereadora. Onze detidos foram levados para presídio de segurança máxima no Paraná.
Do G1, no Rio, com informações da TV Globo
Operação Voto Livre (Foto: Reprodução/Tv Globo)
A Polícia Federal prendeu mais três pessoas no fim da tarde desta sexta-feira (29), durante a Operação Voto Livre , de repressão a crimes eleitorais no Rio. Os presos são suspeitos de formação de quadrilha armada, homicídio e coação eleitoral - obrigar alguém a votar ou deixar de votar em determinado candidato usando de violência.
Com as prisões, a PF já cumpriu 15 dos 22 mandados de prisão expedidos pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE). Dos detidos, dez são PMs.
Durante a madrugada, 11 pessoas foram presas, incluindo a candidata a vereadora Carminha Jerominho - filha do vereador Jerominho Guimarães e sobrinha do deputado estadual Natalino Guimarães, que estão presos acusados de comandar a milícia conhecida como Liga da Justiça, na Zona Oeste. Outra pessoa, um PM identificado como Kennedy, também foi presa no início da tarde.
Presos em Catanduvas
Onze presos, incluindo Carminha Jerominho, embarcaram no avião da Polícia Federal, nesta tarde. Por determinação do TRE, eles vão cumprir prisão temporária no presídio de segurança máxima de Catanduvas, no Paraná
Os que não embarcaram ficaram no Batalhão Prisional, em Benfica, no presídio de Bangu 8 e na sede da Polícia Federal.
Investigação
Há 90 dias a PF, com o apoio do Ministério Público e do TRE vem investigando as 22 pessoas suspeitas de crime eleitoral. Segundo o superintendente da Polícia Federal, Valdinho Caetano, Carminha vinha se beneficiando em sua campanha de atos cometidos pelo grupo de milicianos, conhecido como Liga da Justiça, que atua principalmente em Campo Grande, na Zona Oeste da cidade.
Operação permanente para prender suspeito
Caetano afirmou que vai manter uma operação permanente para prender o irmão da candidata. Segundo ele, Luciano Guinâncio Guimarães - suspeito de ter comandado a chacina na Favela do Barbante, Campo Grande, na Zona Oeste – agora é também um foragido federal.
Defesa
Enquanto estava sendo presa, Carminha Jerominho disse ao telefone para a equipe do RJTV que esteve na semana passada na PF para pedir orientação e ajuda na campanha, alegando estar sofrendo perseguição do titular da 35ª DP. Ela disse que é falsa a acusação de que estaria sendo favorecida por uma suposta milícia em Campo Grande. Ela informou ainda que há 15 anos sua família realiza trabalhos sociais que atendem a população e que tentar ligá-la a pessoas envolvidas com milícia não tem fundamento.
http://g1.globo.com/Noticias/Rio/0,,MUL742004-5606,00-PF+JA+PRENDEU+SUSPEITOS+DE+COMETER+CRIMES+ELEITORAIS+NO+RIO.html
27 de ago. de 2008
Medvedev afirma que não buscou conflito com a Geórgia
'Este não foi um conflito que escolhemos. Não temos interesse no território georgiano', diz líder russo
Efe
Veja também:
Bush critica decisão da Rússia de reconhecer separatistas
Otan e UE condenam decisão russa de reconhecer separatistas
Entenda o conflito separatista na Geórgia
Em artigo publicado pelo diário Financial Times, Medvedev afirmou que não teve "outra opção" a não ser fazer frente ao ataque da Geórgia contra Tskhinvali, capital da Ossétia do Sul, no começo de agosto, a fim de salvar vidas.
"Este não foi um conflito que escolhemos. Não temos interesse no território georgiano", insistiu. O governante russo também acusou o presidente georgiano, Mikhail Saakashvili, de assassinar centenas de civis, a maioria deles cidadãos russos, ao atacar a cidade.
"Ele acreditava que a Rússia ficaria parada enquanto suas tropas 'de paz' disparavam contra os camaradas russos na Ossétia do Sul?", acrescentou.
"Nossas tropas entraram na Geórgia para destruir bases usadas para o ataque e depois deixaram o país. Restabelecemos a paz, mas não conseguimos acalmar os temores e aspirações dos moradores da Ossétia do Sul e da Abkházia", ressaltou Medvedev.
O governante disse ainda que os presidentes das duas repúblicas solicitaram à Rússia o reconhecimento de sua independência. Como era o desejo destas regiões, e baseado nos princípios das Nações Unidas, Medvedev assinalou que assinou o reconhecimento da independência dos dois territórios.
Após lembrar a dissolução da União Soviética, que supôs a "perda" de 14 repúblicas soviéticas, o presidente russo disse que algumas destas nações não foram capazes de tratar as minorias com o respeito que mereciam.
Assim, Medvedev acrescentou que a Geórgia retirou a autonomia das regiões da Ossétia do Sul e da Abkházia. "É possível imaginar o que foi para os abkhazes ver fechada sua universidade de Sujumi pelo governo de Tbilisi, sob o argumento de que supostamente não tinham uma língua adequada ou uma história ou cultura, e por isso não precisavam de uma universidade?", comentou.
A Geórgia enfrentou as minorias e motivou o deslocamento de milhares de pessoas, argumentou o presidente russo.
Além disso, se queixou que os países ocidentais ignoraram a advertência da Rússia quando se apressaram para reconhecer a "declaração ilegal" de independência do Kosovo.
"Argumentamos constantemente que seria impossível, depois disto, dizer à Ossétia do Sul e à Abkházia que o que era bom para os albano-kosovares não era bom para eles. Nas relações internacionais, não se pode ter uma regra para uns e outra para outros", afirmou.
www.estadao.com.br/internacional/not_int231491,0.htm