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12 de abr. de 2007

Ex-vocalista da banda Os Travessos morre em São Paulo

Fábio, de 26 anos, teve parada cardíaca; ele daria início à carreira solo
Divulgação
Fabynho, de 26 anos
SÃO PAULO - Fábio Borges de Mello, de 26 anos, ex-vocalista do grupo de pagode Os Travessos, faleceu na manhã de quarta-feira, 11, após sofrer uma parada cardíaca em São Paulo. Segundo a produtora do músico, o corpo de Fábio foi cremado na terça-feira, 11. O cantor, que ficou conhecido como Fabynho, deixou o grupo Os Travessos em 2005 e se preparava para lançar sua carreira solo.
Os Travessos é um grupo de pagode formado por quatro integrantes, tendo como atual vocalista Filipe Duarte, ex- integrante do grupo Br´oz.
{Costa}

Preso grupo suspeito de matar 200 pessoas por ano em PE

Policiais, pistoleiros e empresários são suspeitos de participar dos crimes
Solange Spigliatti
SÃO PAULO - Pelo menos 20 pessoas haviam sido presas até o início da tarde desta quinta-feira, 12, durante a Operação Aveloz da Polícia Federal (PF), que tem como objetivo desarticular uma quadrilha formada por policiais, pistoleiros e empresários que atuavam na área de Caruaru, agreste do Estado.
Durante as investigações, iniciadas na primeira quinzena de fevereiro, a PF constatou que uma média de três a quatro homicídios eram cometidos semanalmente pelos criminosos, produzindo a estatística de aproximadamente 200 homicídios por ano. Os preços das "encomendas" variavam de 1.000 a 5.000 reais.
A quadrilha atuava de diversas maneiras, como uma "empresa do homicídio", que atendia a uma variada demanda de empresários, agiotas, pessoas contrariadas e desafetos em geral. Durante a operação serão cumpridos mandados de prisão preventiva, de busca e apreensão, de quebra de sigilo bancário e fiscal, de bloqueio de contas correntes, e seqüestro de bens, na região do agreste pernambucano, no Pará e em Alagoas.
São alvos de prisão dois dos principais mandantes, que também funcionavam como financiadores dos crimes; e policiais militares, com patentes de soldado a sargento. Os policiais chegavam antecipadamente à cena do crime, desfazendo os vestígios do homicídio, para garantir a impunidade dos cúmplices.
A operação está sendo executada por policiais federais do Comando de Operações Táticas da PF e cerca de 350 policiais das superintendências do DPF em Pernambuco, Alagoas, Ceará, Distrito Federal, Paraíba e Rio Grande do Norte, todos coordenados pela Superintendência da Polícia
Federal em Pernambuco.
{Costa}

Sem-terra devem deixar o Incra esta manhã

Os cerca de 500 integrantes do Movimento Terra, Trabalho e Liberdade (MTL) devem desocupar a sede do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) no Recife no início da manhã de hoje. Um ônibus do Batalhão de Choque está estacionado nas imediações do prédio, mas espera-se que a ação policial não aconteça, uma vez que os sem-terra prometem sair do local de forma ordenada e pacífica.
Uma liminar da Justiça determinou a desocupação sem necessidade de intervenção policial, em até oito horas após a comunicação da decisão, feita às 19h10 de ontem. A superintendente do Incra, Maria Oliveira, informou às 23h59 de ontem o fechamento de uma negociação, dez minutos antes, entre o MTL e o titular da Ouvidoria Agrária Nacional, Gersino José da Silva. Pelo acordo, após a retirada da sede, será entregue uma pauta de reivindicações numa reunião entre os representantes do movimento e o Incra, às 10h.
Apesar do fechamento da negociação, a superintendente Maria Oliveira afirmou que mesmo tendo sido solicitada a sentar à mesa com os representantes do MTL, ainda não decidira que atitude tomar. "Não é revanche não. É algo que tenho aprendido com eles", disse. Antes, já havia se recusado a participar da negociação. "Do mesmo jeito que eles me desrespeitaram, não quero estar presente neste momento", salientou, acompanhando à distância. Na sede, ninguém aceitava dar entrevista. Pelo telefone, Maria José se recusava a dar detalhes das reivindicações do MTL. Maria Oliveira havia adiantado que nada ocorreria à noite porque uma lei federal proíbe que as desocupações ocorram entre as 18h e 6h. Se ocorresse, acrescentou, a ação seria comandada pela Polícia Federal, com apoio da Polícia Militar.
O MTL ocupou a sede do Incra na segunda-feira, horas antes de bloquear a avenida Rosa e Silva, às 16h30, provocando congestionamentos nos Aflitos e em bairros vizinhos como Derby, Espinheiro, Graças e Parque Amorim. Dois veículos do Incra foram retirados da garagem e colocados na área pública porque havia informação de que seriam incendiados. O MTL reivindicava a substituição da superintendente, alegando que não tinham mais como negociar com ela. Não ajudou em nada o movimento pela reforma agrária, pelo contrário", avaliou.
Da Redação do PERNAMBUCO.COM, com informações do Diario de Pernambuco
{Costa}

Adolescente é assassinado dentro de escola em MG

Homem armado invadiu a escola e disparou três tiros contra a vítima
Eduardo Kattah e Ricardo Valota
BELO HORIZONTE - O adolescente Wevesber Alves, de 16 anos, foi assassinado na noite de quarta-feira, 11, dentro da escola em que estudava, em Mariana, na região central de Minas Gerais.
De acordo com a Polícia Militar, um homem armado invadiu o Centro Educacional Municipal Padre Avelar e efetuou três disparos contra Wevesber, que morreu no local. O autor do disparos fugiu. A polícia investiga os motivos do crime.
Na zona norte do Rio, o estudante Geovani Alves de Oliveira, de 19 anos, foi atingido, por volta das 19 horas de quarta-feira, por um tiro de raspão na cabeça quando conversava com colegas no pátio da Escola Municipal Bahia, localizada na altura do nº 243 da Avenida Guilherme Maxwell, no bairro do Bonsucesso.
Como a escola fica muito próxima à Avenida Brasil e ao lado do conjunto de favelas do Complexo da Maré, a polícia acredita que a bala tenha partido de alguma troca de tiros entre criminosos da região. O estudante foi encaminhado ao pronto-socorro do Hospital Geral Estadual de Bonsucesso, medicado e liberado.
{Costa}

Idec lança cartilha sobre planos de saúde

Operadoras lideram as reclamações do órgão, à frente dos bancos e da telefonia Emilio Sant’Anna
SÃO PAULO - O Instituto de Defesa do Consumidor (Idec) lançou na quarta-feira, 11, uma cartilha com mais de cem páginas para orientar o brasileiro na hora de contratar uma operadora de plano de saúde. Há sete anos, o setor lidera com folga a lista de queixas do instituto. Em 2006, foram responsáveis por 23% das reclamações, deixando para trás serviços como bancos e telefonia.
Verificar a situação da empresa na Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) - ela pode não ser cadastrada ou ter problemas administrativos - e levar em conta que o preço do plano está ligado à oferta de mais ou menos serviços são algumas das precauções que devem ser tomadas antes de assinar o contrato.
O material do Idec esclarece que informações e “promessas” do corretor obrigam a empresa a cumpri-las e que o atendimento só pode ser suspenso caso o consumidor atrase mais de 60 dias o pagamento das mensalidades. A cartilha oferece também modelos de cartas e representações que o consumidor que se sentir lesado pode enviar ao Ministério Público.
Seu Plano de Saúde: Conheça as Armadilhas e Abusos é a última de uma série de três cartilhas sobre saúde - a primeira foi sobre o SUS e a segunda sobre o acesso a medicamentos. As três estão disponíveis no site do instituto.
Promessas
Daniela Trettel, advogada do Idec, explica que os principais problemas ocorrem nos momentos de maior fragilidade: durante a doença. “O que mais provoca reclamação são a cobertura e os reajustes”, diz. “Na hora de contratar é prometido tudo ao cliente, mas se o atendimento for caro é negado.” Não por acaso, os contratos antigos, anteriores à Lei dos Planos de Saúde, de 1998, são os que mais causam reclamações. Em 2006, cerca de 40% dos contratos em vigor se enquadravam nessa categoria.
Neles, restrições como limite do período de internação, números de exames e desobrigação na cobertura de doenças crônicas aparecem com freqüência. Daniela, no entanto, explica que mesmo que itens como esses apareçam no contrato, o consumidor não pode ficar desprotegido. “É importante ele saber que é protegido pelo Código de Defesa do Consumidor”, diz.
O geólogo aposentado Ruy Baiollot, de 67 anos, passou por essa situação. Há mais de 20 anos ele tem um seguro de saúde. Em 2005, precisou ser operado às pressas para a colocação de válvula cardíaca.
Após a cirurgia, a surpresa. O plano de saúde se recusou a cobrir as despesas com a nova válvula, cerca de R$ 7 mil. O aposentado tem um renda média de R$ 1,9 mil. “Falei que não ia pagar e entrei na Justiça”, diz.
Depois de uma ano, a decisão foi favorável a Baiollot. “Eu sou um mal negócio para os planos de saúde”, diz. “Mas, o problema é que a saúde não pode ser tratada como um negócio.” Para Daniela, essas situações poderiam ser evitadas. “Há dois anos, a ANS não atualiza os procedimentos que os planos têm de cumprir”, diz.
A mesma opinião tem Lígia Bahia, médica e pesquisadora do Núcleo de Estudos de Saúde Coletiva da Unidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). “A ANS parece estar mais preocupada com a saúde dos planos, do que com a saúde da população brasileira”, diz.
{Costa}

No Rio, superação é a palavra de ordem

Equipe precisa vencer fora de casa para empatar a série final
Do GLOBOESPORTE.COM
No Rio de Janeiro
O Rio de Janeiro está em desvantagem na série final da Superliga Feminina. Precisa vencer o Osasco fora casa, neste sábado, às 9h30m, mas não pode contar com a presença do técnico Bernardinho, que cumpre suspensão. Diante da situação desfavorável, a palavra de ordem é superação. A partida terá transmissão ao vivo da Rede Globo.
Se vencer, o Rio empatará a série em 2 a 2 e terá a vantagem de jogar a última partida em casa. O momento é de união.
- A nossa sobrevivência depende desta partida. Agora, é tudo ou nada. Estamos conscientes disso e cada vez mais unidas. O Osasco já mostrou sua qualidade e experiência e, para vencer este confronto, teremos que nos superar – diz a líbero Fabi, por meio de assessoria de imprensa.
A líbero acredita que os momentos de dificuldade servem para o crescimento do time.
- Na dificuldade todas buscam se ajudar. Sabemos que esta partida será ainda mais difícil do que as outras. Por isso, para conseguirmos sair de Barueri com uma vitória, precisaremos contar com a força do coletivo - afirma.
{Costa}