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20 de fev. de 2008

Mancini brilha e faz o gol da vitória da Roma

Brasileiro tem participação decisiva no triunfo sobre o Real Madrid por 2 a 1, na Itália, que deixa time romano a um empate das quartas-de-final

Roma

Quando deixou o Brasil, há seis anos, Mancini era considerado bom jogador no Atlético-MG. Nada além disso. A transferência para a Europa lhe garantiu expressiva conta bancária e fama. Hoje é um dos principais jogadores da Roma e (por que não?) do futebol italiano. No Estádio Olímpico lotado, ontem, comprovou a boa fase e o prestígio. Depois de deixar o bom goleiro Casillas deitado, tocou com tranqüilidade para marcar o gol da vitória da Roma sobre o Real Madrid por 2 a 1, pela Copa dos Campeões da Europa. Foi carregado pelos colegas e aplaudido pelos torcedores.

link Ouça o jogo entre Arsenal x Milan AM 700 kHz

O resultado foi fundamental para as pretensões do time italiano, que busca vaga nas quartas-de-final da mais importante competição de clubes do mundo. Para alcançar o objetivo, precisará de pelo menos um empate no confronto do dia 5, na capital espanhola. O Real, que não contou com Robinho, machucado, terá de ganhar por 1 a 0 ou por dois gols de diferença.

O bom desempenho de Mancini, de 27 anos, nascido em Ipatinga, foi apenas uma das atrações do ótimo jogo de ontem. As duas equipes saíram em busca do gol desde o primeiro minuto e proporcionaram emoção aos torcedores.

O primeiro bom momento foi dos visitantes, que abriram o placar com o atacante Raúl. Em seguida, Nistelrooy teve um gol bem anulado - estava impedido. Após início ruim, a Roma cresceu, chegou ao empate com Pizarro, ainda no primeiro tempo, e conseguiu a vitória,na segunda etapa, com Mancini.

Outros resultados: Liverpool 2 x 0 Internazionale, Schalke 04 1 x 0 Porto e Olympiakos 0 x 0 Chelsea.

RONALDO

O atacante Ronaldo receberá alta na sexta-feira e ficará em seu apartamento em Paris por pelo menos mais uma semana. O primeiro mês de recuperação será na Europa.Hoje, seu time, o Milan, encara o Arsenal, em Londres. Na Turquia, o Fenerbahçe recebe o Sevilla. O Lyon encara, em casa, o Manchester United e o Barcelona pega o Celtic, na Escócia.

http://txt.estado.com.br/editorias/2008/02/20/esp-1.93.6.20080220.27.1.xml

Justiça liberta 27 condenados por crimes hediondos no Tocantins

da Agência Folha

A Justiça do Tocantins libertou nesta terça-feira 27 presos condenados por crimes hediondos. Um juiz do Estado considerou que os detentos têm direito à progressão de regime porque cometeram delitos antes da entrada em vigor de uma lei que tornou mais rigorosa a pena para crimes do tipo.

Os presos já cumpriram um sexto da pena. A maioria é acusada de tráfico de drogas --um foi condenado por pedofilia.

Segundo a Justiça Estadual, a decisão foi tomada após negociação com o Ministério Público do Estado. Advogados de um grupo de condenados por crimes hediondos já haviam obtido na Justiça o benefício de progressão de regime após o cumprimento de um sexto da pena.

O promotor Fabio Lang e o juiz Luiz Zilmar dos Santos, responsáveis pelo caso, então resolveram estender o benefício a todos os presos com a possibilidade de progressão.

Em 2006, o STF (Supremo Tribunal Federal) reconheceu o direito de condenados por crimes hediondos à progressão do regime da pena de prisão.

Lei federal de março de 2007 determinou que a progressão de regime para presos por crime hediondo só pode ocorrer apenas após o cumprimento de dois quintos da pena para o condenado primário e de três quintos para o reincidente. Até essa lei, o benefício podia ser concedido após um sexto da pena. Como os condenados liberados hoje no Tocantins cometeram crimes antes da nova legislação, esse benefício foi aplicado a eles.

O promotor afirma que pretendeu dar "tratamento igualitário" aos presos na mesma situação dos que obtiveram o benefício.

De acordo com a Justiça Estadual, todos os condenados libertados cumprem requisitos, como bom comportamento. Agora em liberdade, eles continuam tendo obrigações legais, como se apresentar mensalmente à Justiça.

Com FELIPE BÄCHTOLD

www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u374063.shtml

Brasil é o quinto em vendas no mundo

SÃO PAULO - O Brasil avançou da sétima para a quinta posição no ranking mundial de vendas de computadores, com 10,7 milhões de unidades comercializadas no ano passado, com crescimento de 38% sobre 2006. Os dados foram divulgados ontem pela empresa de análise de mercado IDC, que prevê que o país chegue à terceira colocação até o final de 2010. Pela pesquisa, o Brasil só ficou atrás de Estados Unidos (64 milhões de PCs vendidos em 2007), China (36 milhões), Japão (13 milhões) e Reino Unido (11,2 milhões). Entre os países da América Latina, o mercado brasileiro respondeu por 47,3% do total de vendas, contra 19,5% do México, que aparece em segundo lugar na região.

Para Reinaldo Sakis, analista sênior de PCs e monitores da consultoria, os resultados em 2007 foram favorecidos pela maior oferta de promoções de preços e também por pacotes com operadoras de telefonia, que incluíram o acesso ao serviço de banda larga.

As vendas de computadores de mesa (desktops) somaram 9,1 milhões de unidades em 2007, um aumento de 28% sobre 2006. Mais expressivo foi o crescimento da linha de computadores portáteis (notebooks) – de 153%, chegando a 1,5 milhão de unidades. (AG)

www.correiodabahia.com.br/economia/noticia.asp?codigo=147951

"Pitboy" Fernando é eliminado do "BBB" com 62% dos votos

da Folha Online

O carioca Fernando Mesquita foi eliminado na noite desta terça-feira do "Big Brother Brasil" com rejeição de 62% no quarto paredão triplo da oitava edição do reality show. O gerente de contas disputou a preferência do público com sua namorada Natália e a brasiliense Thatiana, ambas indicadas pelo líder Marcelo ao paredão. Natália recebeu 13% dos votos e Thati, 25%

Reprodução
Fernando chora e abraça Natália ao ser eliminado do "BBB" com 62% dos votos
Fernando chora e abraça Natália ao ser eliminado do "BBB" com 62% dos votos

Fernando teve a segunda maior taxa de rejeição nos paredões triplos, perdendo apenas para Thalita, que saiu da casa com 65% dos votos.

Natália foi a indicação tradicional do líder, enquanto Thati foi apontada pelo médico quando teve de decidir entre a professora de inglês e sua amiga Gyselle. Ambas foram escolhidas por Felipe para usarem uma luva vermelha até domingo ao atender o telefone da casa.

Ao contrário do que se esperava, o psiquiatra não apontou Fernando -- seu desafeto na casa -- ao paredão. O médico chegou a chamar o carioca de "pitboy", "moleque" e "principezinho rabugento" em uma briga no último dia 3.

A saída de Fernando já era esperada, como antecipou enquete da Folha Online. O carioca ficou conhecido pelo machismo exacerbado e os ciúmes de Natália, partindo muitas vezes para a ignorância, ao chamar companheiros como Felipe, Marcos e Rafinha para "explicar" a eles como devem tratar "sua namorada" na casa.

Enciumado com o aconchego entre Natália e Rafinha, que dormiram juntos em certa ocasião, o gerente de contas chegou a reclamar: "Sou corno em rede nacional".

Em meio a discussões sem fim sobre a relação, Fernando chegou a terminar o relacionamento com Natália, mas não conseguiu ficar muito tempo longe dos amassos da miss. As brigas acabam com cenas picantes protagonizadas sob o edredom, em meio a carícias, beijos e mordidas.

Com a eliminação de Fernando, Natália ficará livre para dançar e aprontar com os outros companheiros. Seu alvo predileto é Rafinha que, apesar da insistência da santista Juliana, que tenta atiçar o músico de todas as formas, resiste a ter um affair no reality show, pois sabe que a namorada o espera fora da casa. Natália já atacou Rafinha na cama, como mostra um vídeo no Youtube.

Curiosidades sobre Fernando:

- Carioca, tem 25 anos

- Formado em computação gráfica, morou durante 10 anos nos Estados Unidos

- Trabalhou como entregador de pizza, salva-vidas e pintor em Washington

- Diz que adora festas, mas "é um cara de família" e um "eterno romântico", sonhando em casar e ter filhos

- Gosta de depilar o corpo

- Chegou a assistir ao parto de uma ex-namorada, grávida de outro, e a cortar o cordão umbilical do bebê

http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u373963.shtml

19 de fev. de 2008

Problemas de saúde levam Fidel Castro a anunciar aposentadoria

Agência France Press

Depois de 19 meses doente, ditador deixa a presidência

Agência EFE

Havana - O presidente cubano, Fidel Castro, de 81 anos, anunciou hoje que não aceitará, por razões de saúde, os cargos de presidente do Conselho de Estado e comandante-em-chefe de Cuba, após quase 50 anos no poder e 19 meses de convalescença.

"Comunico que não aspirarei e nem aceitarei -repito- não aspirarei e nem aceitarei, os cargos de presidente do Conselho de Estado e comandante-em-chefe de Cuba", disse Castro, em mensagem publicada nesta terça-feira pelo diário oficial "Granma".

A declaração assinada por Castro, que delegou seus cargos provisoriamente a seu irmão Raúl em julho de 2006, afirma que "as novas gerações contam com a autoridade e a experiência para garantir a sua substituição".

"Desempenhei o honroso cargo de presidente ao longo de muitos anos", lembra o líder da ilha, de 111 mil quilômetros quadrados e pouco mais de 11 milhões de habitantes.

"Em 15 de fevereiro de 1976, foi aprovada a Constituição Socialista por voto livre, direto e secreto de mais de 95% dos cidadãos com direito a voto", acrescenta a mensagem divulgada esta madrugada no site do jornal do comitê central do Partido Comunista cubano.

O anúncio foi realizado apenas cinco dias antes da nomeação, por parte do Parlamento cubano, de um novo Conselho de Estado, do qual Castro era até agora presidente.

"A primeira Assembléia Nacional foi constituída em 2 de dezembro desse ano (76), e elegeu o Conselho de Estado e sua Presidência.

Antes tinha exercido o cargo de primeiro-ministro durante quase 18 anos. Sempre dispus das prerrogativas necessárias para levar adiante a obra revolucionária com o apoio da imensa maioria do povo", afirma Castro.

Convalescente de uma doença intestinal que lhe obrigou a ceder provisoriamente seus cargos em julho de 2006 a seu irmão Raúl, o octogenário líder cubano acrescenta que "sempre desejou cumprir o seu dever até o último sopro", mas que seu estado crítico de saúde lhe afastou do poder.

"Trairia minha consciência ocupar uma responsabilidade que requer mobilidade e entrega total quando não estou em condições físicas de oferecer isso", afirmou.

"O próprio Raúl, que adicionalmente ocupa o cargo de Ministro das Forças Armadas por méritos pessoais, e os demais companheiros da direção do Partido e do Estado, foram resistentes a considerar-me afastado de meus cargos, apesar de meu precário estado de saúde", acrescenta Castro.

"Era incômoda minha posição frente a um adversário que fez de tudo para se desfazer de mim, e em nada me agradava comprazê-lo", afirmou, em referência aos Estados Unidos.

Circulavam em Havana nas últimas semanas inúmeros rumores sobre o que ocorreria no próximo domingo, e entre a população podiam ser encontrados desde aqueles que previam um anúncio de aposentadoria (previsão que terminou se concretizando), até aqueles que juravam que o carismático líder cubano jamais abandonaria o poder.

Segundo diplomatas credenciados em Havana, resta confirmar se a mensagem de Fidel ratifica a nova liderança de Raúl, a quem se atribui um pragmatismo e um desejo de reformas para atenuar a aguda escassez de alimentos, casas, transporte e outros produtos e serviços básicos que sofrem os cubanos.

Sobre o anúncio de sua retirada, Fidel Castro afirmou que sempre se preocupou em "evitar ilusões que, no caso de um desfecho adverso, trariam notícias traumáticas ao povo cubano em meio à batalha".

"Preparar o povo, psicológica e politicamente, para minha ausência, era minha primeira obrigação após tantos anos de luta", acrescenta a mensagem.

www.atarde.com.br/mundo/noticia.jsf?id=840555

Adriano, só 2 jogos de suspensão

Tribunal entendeu como ato de hostilidade a cabeçada do atacante

Alfredo Luiz Filho

O atacante Adriano ficará mais um jogo sem entrar em campo no Campeonato Estadual. E será quinta-feira, quando o São Paulo recebe o Paulista, no Morumbi, às 19h30. Na noite de ontem, o Tribunal de Justiça Desportiva da Federação Paulista de Futebol suspendeu o atleta por dois jogos pela agressão com uma cabeçada no zagueiro Domingos, no clássico contra o Santos, dia 10. Ele não compareceu ao julgamento. O resultado foi um alívio para o Imperador, que completou 26 anos no domingo. Havia a preocupação de que pudesse receber uma punição bem maior. O camisa 10 do São Paulo foi denunciado no artigo 253 (praticar agressão física), que prevê suspensão de 120 a 540 dias.

O advogado de defesa do São Paulo, Roberto Armelin, conseguiu descaracterizar a acusação para o artigo 255 (praticar ato de hostilidade). Nesse caso, o castigo é bem mais brando - suspensão de um a três jogos. Adriano pegou só dois - um já cumprido diante do Marília, no domingo. Os votos dos membros da 2ª Comissão Disciplinar foram os seguintes: três para duas partidas, um para três jogos e um para um confronto.

A defesa são-paulina recorreu à cabeçada de Zidane dada em Materazzi na final da Copa do Mundo de 2006. Colocou as imagens lado a lado, para provar que Adriano não deu uma cabeçada em Domingos. Além disso, anexaram uma cópia de uma matéria na qual o zagueiro do Santos não concordava com uma suspensão pesada para o Imperador.

Outro argumento usado foi que, na súmula, o juiz Antônio do Prado disse que foi avisado da agressão, via rádio, pelo auxiliar 1. 'O auxiliar número 1 fica do outro lado do campo. Nem o árbitro e nem o auxiliar número 2, que estavam próximos, viram a suposta cabeçada. O juiz foi avisado pelo auxiliar que estava a pelo menos 60 metros do lance', argumentou Armelin.

Desde o momento em que Adriano foi denunciado no TJD, o São Paulo sempre se mostrou muito tranqüilo em relação ao desfecho do caso. Ninguém do clube acreditava que o jogador seria severamente punido. 'É óbvio que não houve agressão', garantia o superintendente de futebol, Marco Aurélio Cunha.

Dona Rosilda, mãe de Adriano, mostrava confiança antes do julgamento de ontem: 'Se pegarem pesado com ele, estarão sendo muito injustos. O Adriano foi expulso uma única vez em toda sua carreira. É Deus quem vai tomar a decisão, não é o homem', disse. Valeram as preces de Dona Rosilda.

http://txt.estado.com.br/editorias/2008/02/19/esp-1.93.6.20080219.2.1.xml