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8 de mar. de 2008

Obama tenta recuperar impulso em convenções do Wyoming

Acossado por recentes declarações desastrosas de uma assessora e por derrotas para Hillary Clinton, o pré-candidato democrata à Casa Branca, Barack Obama, busca recuperar o impulso de sua campanha nas convenções partidárias do Estado de Wyoming, que acontecem neste sábado.

Obama ainda tem a dianteira no total de delegados à convenção nacional do partido, mas Hillary deu nova vida a sua candidatura na terça-feira, com grandes vitórias no Texas e em Ohio, bem como na primária de Rhode Island. Obama venceu em Vermont.

Com os totais atuais de delegados de cada candidato - e o pequeno número de convencionais ainda em disputa - nenhum dos candidatos será capaz de garantir a indicação do partido para disputar a Presidência dos EUA em novembro. Isso significa que corridas com a de Wyoming, com seu prêmio de 12 delegados, ganham importância.

A caminho de Wyoming, e para o próximo confronto no Mississippi, na próxima terça-feira, Hillary tentou moderar as expectativas de seus apoiadores, dizendo que Obama tem melhores chances.

"Eu disse, 'bom, quer saber, vou ao Wyoming de qualquer jeito, mesmo sabendo que é morro acima, estou consciente disso'", afirmou ela a uma audiência de 1.500 pessoas em uma faculdade comunitária de Cheyenne, Wyoming. "Mas eu sou uma lutadora e acho que vale a pena lutar pelos votos de vocês".

Ela deu um tom semelhante à campanha no Mississippi, onde há 33 delegados em disputa.

Mas Obama está lutando para superar uma controvérsia depois que sua principal conselheira de política externa, Samantha Power, se referiu a Hillary como "monstro" em entrevista a um jornal escocês. A assessora, que renunciou a seu posto na campanha na sexta-feira, também já havia dito que Obama poderá não ser capaz de cumprir a promessa de tirar todas as tropas do Iraque em um ano.

Fonte: Agência Estado

http://jc.uol.com.br/2008/03/08/not_162842.php

6 de mar. de 2008

Gyselle vai ao cabeleireiro e exibe novo visual no "BBB"

da Folha Online

O "Big Brother Brasil" deixou de ser um reality show de confinamento. Depois de Rafinha e Juliana passearem de helicóptero pelo Rio de Janeiro, de Marcelo assistir ao show do rei Roberto Carlos em um cruzeiro e Thalita curtir o carnaval na Sapucaí, hoje foi a vez de Gyselle deixar a casa.

Reprodução
Gyselle olha no espelho o novo visual; a cajuína exibe cabelos mais escuros e lisos
Gyselle olha no espelho o novo visual; a cajuína exibe cabelos mais escuros e lisos

A cajuína foi a um instituto de beleza para pintar e alisar os cabelos. Após três horas fora do reality show, Gyselle volta ao "BBB" animada e ansiosa para mostrar o novo visual aos colegas.

Ela corre para o Quarto dos Monstros, onde dorme Marcelo, e pede a opinião do amigo que ajudou a pagar o tratamento capilar. O psiquiatra deu a Gy 500 estalecas de presente, para que ela comprasse a ida ao cabeleireiro.

"Não deu para ficar mais morena do que isso", avisa ela, que havia prometido ao médico que voltaria morena. O psiquiatra observa atentamente o resultado. Desde que os dois brigaram e acabaram a amizade, este foi o primeiro contato amistoso entre eles.

Gy conta que cortou e escureceu o cabelo em dois tons e pergunta quanto tempo passou fora da casa. "Demorei?". "Não", responde Marcelo, que passou boa parte do tempo dormindo.

Na cozinha, a cajuína conversa também com Marcos sobre o novo cabelo, e diz saber que o alisamento durará pouco tempo. "Depois, fica cacheadinho. Não sei se vou conseguir ficar uma semana. Mas, pelo menos, uns quatro dias", avalia ela.

http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u379266.shtml

Itamaraty ameaça retaliar deportações

O governo do Brasil reagiu nesta quinta-feira à retenção de 30 brasileiros no aeroporto de Madri, Espanha, na noite de quarta. Em nota oficial, o Itamaraty disse que "as medidas recentemente adotadas pelas autoridades imigratórias da Espanha são incompatíveis com o bom nível do relacionamento entre os dois países". Somente no mês passado, 452 brasileiros foram impedidos de entrar em solo espanhol. Em 2007, houve 3.000 deportações, segundo o Itamaraty.

O secretário-geral de Relações Exteriores, Samuel Pinheiro Guimarães, chegou a convocar o embaixador espanhol em Brasília, Ricardo Peidró, para prestar esclarecimentos sobre o ocorrido. José Viegas Filho, embaixador do Brasil em Madri, apresentou uma reclamação na Chancelaria da Espanha. Em nota enviada da República Dominicana, o chanceler Celso Amorim ameaçou responder a Madri com "reciprocidade", ou seja, recusar a entrada de espanhóis no Brasil.

Mesmo assim, outros 20 brasileiros, que faziam parte do grupo barrado na quarta, foram deportados já nesta quinta. Entre eles dois pesquisadores do Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro (Iuperj), que estavam na Espanha para fazer conexão para Lisboa, onde participariam de um congresso da Associação Portuguesa de Ciência Política.

Para o embaixador Peidró, o caso sofre superexposição da mídia, pois seu país apenas respeita as regras da União Européia para a entrada de estrangeiros. "Não temo que os espanhóis sejam rechaçados no Brasil. Isso acontece quando não se cumprem as normas. Na semana passada, dois espanhóis, por exemplo, foram deportados. Mas não fazemos campanha desses casos", afirmou.

Retenção – Na noite de quarta, 30 brasileiros do vôo 6024 da Iberia foram barrados pela imigração espanhola e isolados em uma sala no aeroporto de Madri. De acordo com relatos dos retidos, eles não receberam informações sobre a recusa de entrada no país e ficaram sem comer e beber água por cerca de dez horas. O cônsul-geral em Madri, Gelson Fonseca, solicitou à delegacia de imigração a liberação dos brasileiros, mas o pedido foi negado. Os policiais afirmaram que os brasileiros causavam desordem no aeroporto.

http://vejaonline.abril.com.br/notitia/servlet/newstorm.ns.presentation.

NavigationServlet?publicationCode=1&pageCode=1&id=

137820&textCode=137820&currentDate=1204832940000

Bovespa acompanha pessimismo externo e dólar cai

O Ibovespa, principal indicador da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), acompanha a tendência negativa do mercado internacional e opera em baixa nesta quinta-feira. Às 14h10, o indicador recuava 1,08%, aos 63934 pontos, com volume financeiro de R$ 1,911 bilhão. O dólar recuava 0,48%, para R$ 1,664. O risco-Brasil avançava 3,23%, a 256 pontos.
Em Nova York, o índice Dow Jones recuava 1,24% e o S&P-500 tinha perdas de 1,53%. O Nasdaq Composite, das empresas de tecnologia, perdia 1,15%. Preocupa os investidores a desvalorização do dólar e o preço recorde do petróleo, que chegou perto de US$ 106 hoje.
Entre as ações com maior peso no Ibovespa, as preferenciais da Petrobras recuavam 0,68%, a R$ 80,05, enquanto as da Vale tinham baixa de 0,88%, a R$ 49,15. Os papéis PN do Bradesco perdiam 3,17%, para R$ 53,78, enquanto os da Usiminas caíam 0,90%, a US$ 102,56.
Mais cedo, o resultado melhor do que o esperado nas vendas do Wal-Mart, que subiram 2,6% em fevereiro, chegou a dar um ânimo aos índices futuros americanos, mas este desapareceu. Também saíram os números dos pedidos de seguro-desemprego nos EUA, que diminuíram em 24 mil na semana passada.
Na Europa, as principais bolsas caíram nesta quinta. O índice londrino FTSE recuou 1,49%, o Dax Xetra, de Frankfurt, 1,38% e, em Paris, o CAC-40 caía 1,65%. Os investidores refletem a decisão do Banco Central Europeu (BCE) também optou pela estabilidade do juro em 4% ao ano, o que aumenta a desvalorização do dólar frente ao euro.
Por aqui, a reação à decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) deve ser pouca, pois ficou dentro do esperado. A taxa básica de juros Selic segue estável em 11,25% ao ano. A decisão foi unânime e sem viés.
Já os mercados asiáticos encerraram a quinta-feira com avanço. Em Tóquio, o Nikkei 225 subiu 1,88%, para 13.215,42 pontos. O Kospi, de Seul, aumentou 1,21%, somando 1.697,44 pontos. Em Hong Kong, o Hang Seng atingiu 2.3342,73 pontos, com alta de 0,99%. O Shanghai Composite, de Xangai, expandiu-se 1,59%, aos 4.360,98 pontos.
Da Agência O Globo
www.pernambuco.com/ultimas/nota.asp?materia= 200836151220&assunto=25&onde=1

5 de mar. de 2008

Ibope do paredão do "BBB" cai em relação à semana passada

da Folha Online

A eliminação da participante santista Juliana Góes, 22, no oitavo paredão do "Big Brother Brasil", garantiu à Rede Globo 40 pontos no ibope na noite de terça-feira (4). Segundo dados divulgados pela emissora, 62% dos televisores ligados estavam sintonizados no "BBB" após as 22h.

Reprodução
Juliana foi eliminada do "BBB" com 50% dos votos, apenas 3% a mais que Marcelo
Juliana foi eliminada do "BBB" com 50% dos votos, apenas 3% a mais que Marcelo

No último paredão, quando o estudante Felipe Basílio, 21, foi eliminado, a Globo marcou 41 pontos, recorde de audiência entre os paredões neste ano.

Juliana foi eliminada na noite de ontem em paredão com recorde de votos em todas as edições do reality show: foram 64 milhões de votos, segundo a Globo. A jornalista disputou a preferência do público com a cajuína Gyselle e o médico Marcelo.

Antes de anunciar o eliminado, Pedro Bial fez um discurso supostamente direcionado ao médico Marcelo, afirmando que os integrantes entram na casa pensando em assumir papéis de bandidos ou mocinhos, comparando-os a personagens de Nelson Rodrigues(1912-1980) --o psiquiatra inventou em seu blog personagens para falar dos participantes da casa.

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Em 3 de fevereiro, Marcelo tem um surto, chamando Fernando para a briga após receber quatro votos dos colegas de confinamento
Em 3 de fevereiro, Marcelo tem um surto, chamando Fernando para a briga após receber quatro votos dos colegas de confinamento

"Nessa edição do BBB, há uma dúvida central. Será que não há vilões dessa vez ou será que são todos vilões? Só o sombra sabe o mal que se esconde atrás dos corações humanos.

É cruel, é bem cruel, dizer verdades na cara de alguém... de qualquer um", disse Bial, continuando o discurso.

"E é também, cruel, muito cruel, isolar alguém, eleger alguém como um leproso dos tempos bíblicos. A gente não gosta de ver correr o sangue dos inocentes, mas quem é inocente?", afirmou o apresentador, deixando o psiquiatra em choque.

Ao sair, Juliana disse que ficou surpresa com a votação e que todos os integrantes do "BBB" entenderam o recado do apresentador para Marcelo. "Ele parecia quieto e explodia, de uma hora para outra, assustando todo mundo. Parecia possuído", disse ela.

Dentro da casa, Thatiana questionou se a edição do programa estaria mostrando todas as vilanias do médico, que na noite do paredão terminou a amizade com Gyselle, após ter brigado com todos os outros integrantes.

Não se sabe explicar o porquê --talvez desejando que o médico que causa intrigas continue na casa para garantir a audiência--, a edição do "BBB" não mostrou a briga do psiquiatra com a professora de inglês, ocasião em que Thati, pressionada, revelou já ter beijado mulheres.

Pelo contrário: o programa exibido na Globo trouxe só o amor platônica de Marcelo por Gyselle, mostrando cenas de carinho e amizade entre os dois, sem comentar que o casal brigara momentos antes.

www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u378931.shtml

Molina espera melhorar fisicamente para se firmar no Santos

Colombiano justifica esforço nos jogos pela responsabilidade: tem de voltar para marcar e buscar a bola

Sanches Filho - Especial para O Estado de S. Paulo

Molina fez um golaço no jogo de terça-feira

Andre Penner/AP

Molina fez um golaço no jogo de terça-feira

SANTOS - Mesmo sem ser brilhante como no último domingo, Molina voltou a ser o principal jogador do Santos na vitória por 1 a 0 diante do Chivas Guadalajara, do México, terça-feira à noite, na Vila Belmiro, pela Copa Libertadores. Além de ter feito o único gol da partida, o colombiano foi o responsável pela organização das melhores jogadas da equipe, por assistências e um exemplo de aplicação. Cansado, o meia foi substituído a 10 minutos do fim do jogo, e outra vez foi ovacionado pela torcida, que lhe dispensa tratamento de ídolo.
"Fiz um lindo gol. Acertei um belo disparo e o goleiro nada pôde fazer", comemorou. "Após o chute, fiz um giro de 180 graus e nem vi a bola entrando", contou Molina. Ele disse que uma de suas características é sempre tentar o gol em chutes de fora da área. "Se o goleiro estava mal colocado, eu não vi. Fiz o gol porque aproveitei a oportunidade de peguei bem na bola", acrescentou. Ele acha que o jogador brasileiro, que chuta bem, deveria tentar mais gol nesse tipo de lance.
Leão gostou da atuação de Molina, mas novamente fez questão de destacar o sacrifício de Wesley, que correu em dobro para compensar a dificuldade que o colombiano vem encontrando para acompanhar o ritmo dos companheiros. Molina concorda que cansou, mas não acha que tenha sido por falta de um melhor condicionamento atlético."Como eu tenho que voltar para buscar a bola mais atrás e me apresentar na frente, o desgaste tem sido grande."
Com o bom desempenho contra o Chivas, Molina respondeu em campo a pergunta que ficou no ar depois da péssima atuação da equipe na derrota diante do Sertãozinho, no sábado passado? Se o futebol o grande futebol que ele mostrou no segundo tempo da goleada por 4 a 1 contra o Ituano não teria sido um fato isolado na sua carreira.
Depois do jogo de terça-feira, o meia lembrou que teve uma boa estréia contra o Cúcuta, subiu de produção contra o Guarani, foi bem diante do Ituano e caiu com todo o time no último jogo do Campeonato Paulista. "Por ainda ser uma equipe em formação, oscilamos de um jogo para o outro, mas venho procurando manter a regularidade", concluiu o meia, que ganhou a posição de Rodrigo Tabata, fez o torcedor esquecer Pedrinho e Petkovic e, em alguns momentos, lembrar Zé Roberto.
www.estadao.com.br/esportes/not_esp135277,0.htm