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31 de mar. de 2007

Orkut revela que brasileira vendeu foto com príncipe Willian

Ana Laíse deixou recados a amigos relatando encontro com príncipe em boate Tahiane Stochero The Sun/reprodução Ana Laíse Ferreira com o príncipe Willian Veja também ¤ Foto de príncipe William com brasileira causa polêmica SÃO PAULO - Recados deixados na página do Orkut de uma amiga da brasileira Ana Laíse Ferreira mostram que a pernambucana de 18 anos vendeu para o The Sun a foto publicada na capa do jornal inglês nesta terça-feira, na qual o príncipe Willian é flagrado "apalpando" os seios da estudante. Ana Laíse encontrou Willian na casa noturna Elements, em Bournemouth e, acompanhada de uma amiga, que é identificada nos scraps no Orkut como "Cecília", pediu para tirar uma foto com o príncipe. A data na imagem é da noite do dia 22 de março de 2007. À outra amiga identificada apenas como JaaDinHaa.OhaNa, em um recado postado na manhã de 26 de março, Ana Laíse diz que vendeu a foto para o Sun que, segundo ela, "é o mais famoso daqui" (Reino Unido), e que teria recebido "mó grana" pela venda. No texto original da mensagem ela escreveu: Orkut/reprodução Recado de Ana revela venda da foto O Sun, um dos mais polêmicos tablóides britânicos, diz em seu site que uma reportagem de capa do jornal pode valer "milhares de libras". Atualmente, uma libra esterlina vale R$ 4,05. Ao jornal, com fama de sensacionalista, a estudante de relações internacionais diz: "Eu estava um pouco bêbada, mas senti alguma coisa roçando nos meus seios. Eu pensei que não poderia ser o futuro rei, mas agora que vi a foto não me surpreende que ele tivesse um sorriso nos lábios”. “Ele tem grandes mãos másculas e certamente sabe o que fazer com elas", acrescenta ela. William, 24 anos, é filho do príncipe Charles e da princesa Diana, que morreu em 1997. Ele é o segundo na linha de sucessão ao trono do Reino Unido e namora a britânica Kate Middleton. Injúrias e provocações Após a reprodução da foto por sites brasileiros, Ana Laíse começou a receber milhares de mensagens do Orkut que a condenação por ter passado a foto ao jornal. A maioria dos homens pede para que a estudante os deixasse fazer o que o príncipe Willian fez, a convida para sair ou faz propostas. As mulheres, no entanto, a condenavam pela divulgação da foto, utilizando palavrões e chamando-a de "piranha" por estar "estragando a popularidade do Brasil". "Pode ganhar a grana dela sem ter q levar o nome do Brasil q já é tão mal visto" (sic), diz em comentário a paulista Cláudia. As amigas inglesas tentam defendê-la nos scraps, provocando os homens e dizendo que ela está na Inglaterra para estudar e "ganhar a grana". "D" é uma das mais assíduas da página da amiga e deixa o recado: "Vai todo mundo tomar no cuuuu...To aqui apenas expressando a minha opiniao.Nao sou puta, muito menos vadia... Mas pelo menos nao sou FALSA MORALISTA. Por isso que Brasileiros como vcs so se fodem. Ela tah na EUROPA, ganhando a grana dela.Saiu pra balada, bebeu um pouco a mais. E Dai se foi apalpada. Todo mundo e apalpado um dia". Um dos internautas mexeu tanto nas fotos de amigos de Ana Luise que encontrou uma foto na qual ela está na piscina com uma amiga e põe a foto à venda, questionando "quanto vale a foto dela pegando o peito da outra...quero vender". Privacidade As conversas com amigos mostram que a estudante não se preocupou, antes da divulgação da foto, com a repercussão que ela teria. Contudo, depois que a foto foi exposta no mundo inteiro, Ana Laíse começou a apagar recados deixados para a irmã e para amigos nos quais tratava do encontro com Willian e da foto. Em 24 de março, a jovem revelou a história à sua irmã, Diana Herculano. No Orkut, Ana pede que Diana não mande para ninguém a foto, pois "tenho que legalizá-la, confirmando que fui eu e a Cecília que tirou" (sic). "Pois e minah fia hehehehehe FTO COM O PRINCIPE WILLIANS kkkk se tu veh a foto ele boto a mao no mu peito" (sic), diz a estudante. A jovem também pediu nesta terça a amigos próximos que não aceitem ser amigos no site de relacionamentos de outras pessoas e que não respondam emails sobre ela. Um dos amigos que recebe o scrap de alerta é Andrew, que também mora em Bournemouth. Em inglês, Ana Luise diz: "Andrew if sumone try to add u dont accep pls are just ppl waiting to know about me thanx" (sic). {Costa}

Motim de controladores paralisa aeroportos brasileiros

BRASÍLIA/SÃO PAULO (Reuters) - Um motim de controladores de vôo paralisou os aeroportos do país na sexta-feira, em mais um capítulo da crise no setor aéreo. O motim se estendeu até o início da madrugada deste sábado, quando foi fechado um acordo entre os militares e o governo. Decolagens foram suspensas em todos os aeroportos a partir das 18h44, segundo a Infraero, gerando aglomerações de passageiros, horas depois de controladores de vôo militares iniciarem um protesto. Até perto da meia-noite, 107 vôos haviam sido cancelados no Aeroporto de Congonhas, o mais movimentado do país, informou a Infraero. Em comunicado, a TAM orientou passageiros a adiar suas viagens e informou que os clientes estariam isentos de taxas de remarcação. A bordo do avião em que viajava para os Estados Unidos, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi informado da greve e deu orientação à Aeronáutica para que "conversasse" com os grevistas, informou o Palácio do Planalto. O advogado Normando Cavalcanti, que representa os controladores, disse que o "aquartelamento voluntário" era um "protesto contra perseguições pelo Comando da Aeronáutica". >DESMILITARIZAÇÃO< O motim só foi encerrado já na madrugada de sábado, quando o Palácio do Planalto divulgou que havia sido fechado um acordo entre o governo e os controladores. Assinaram o acordo com os militares o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, e a secretária-executiva da Casa Civil, Erenice Guerra. Pelo acordo, não haverá punições aos amotinados e serão abertas negociações para a desmilitarização, ao menos parcial, do sistema de controle do tráfego aéreo brasileiro. O governo também se comprometeu a negociar um aumento na remuneração dos controladores militares e civis. O ministro da Comunicação Social, Franklin Martins, informou que os controladores voltaram ao trabalho, mas disse que não tinha condições de prever quando o tráfego aéreo voltará à normalidade. Segundo Martins, a negociação com os controladores foi determinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. "O presidente determinou que se restabelecesse a normalidade, pois se tratava de um gravíssimo problema de segurança nacional. O essencial era voltar à normalidade e que se abrisse para isso uma negociação", disse o ministro a jornalistas. A promotora da Justiça Militar, Ione de Souza Cruz, disse que o movimento dos controladores de vôo militares, segundo ela entre 80 e 90 "que se recusavam a cumprir a tarefa de controlar o tráfego aéreo", caracteriza "recusa de obediência individual, desacato e motim". Ela disse que pedirá a abertura de um inquérito militar, mas o acordo fechado com o governo garante que não haverá punições. O ministro da Comunicação Social acrescentou que o presidente Lula telefonou de Washington para o vice-presidente José Alencar e para o ministro da Defesa, Waldir Pires, para determinar o estabelecimento das negociações. Pires estava no Rio no momento em que as decolagens foram interrompidas e não participou diretamente das negociações com os controladores. >SINDICATO< O Sindicato Nacional dos Trabalhadores na Proteção ao Vôo, que representa os funcionários civis, divulgou na tarde de sexta-feira manifesto criticando as condições de trabalho da categoria, denunciando perseguições e afirmando que os equipamentos de controle de tráfego não são confiáveis. "Chegamos ao limite da condição humana, não temos condições de continuar prestando esse serviço (...) Não confiamos nos nossos equipamentos e não confiamos nos nossos comandos", afirma o manifesto. Após reunião de cinco horas durante a tarde com autoridades do setor aéreo, o ministro da Defesa, Waldir Pires, disse desconhecer a greve dos controladores e afirmou que os militares que exercem essa função devem estar atentos "às suas responsabilidades". Pires não apresentou solução para a crise do setor aéreo, desencadeada a partir do maior acidente da aviação brasileira, com um avião da Gol, que matou 154 pessoas há seis meses. Em outubro passado, uma operação-padrão por parte dos controladores, pressionados pelas críticas que receberam depois do acidente com o avião da Gol, causou atrasos nos vôos em todo o país. Além disso, panes em equipamentos no Cindacta-1 (Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo), com sede em Brasília, também provocaram cancelamentos de vôos e caos nos aeroportos. Na quinta-feira, o ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu liminar em mandado de segurança dos partidos de oposição para desarquivar a CPI do apagão aéreo. Criada por requerimento da oposição, a CPI chegou a ser admitida pelo presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP), mas foi arquivada por decisão da maioria do plenário da Casa. (Por Ricardo Amaral e Natuza Nery, em Brasília, Tatiana Ramil, Sérgio Spagnuolo e Fabio Murakawa) {Costa}

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29 de mar. de 2007

Notícia da prisão surpreende mulher de Henry Sobel

Ele foi preso em Palm Beach acusado de furtar cinco gravatas de grife SÃO PAULO - A notícia da prisão do presidente do rabinato da Congregação Israelita Paulista (CIP), Henry Isaac Sobel, de 63 anos, em Palm Beach, Flórida, acusado de furtar cinco gravatas de grife, surpreendeu até a mulher do rabino. A artista plástica Amanda Sobel, afirmou ao Estado que sequer sabia do caso. “Não acredito nisso, só pode ser mentira”, disse ela, que nasceu em Nova York e morou em Palm Beach. “Ele estava de fato lá na Florida, mas não falou nada comigo sobre prisão ou gravatas. Só pode ser armação. Vamos provar que essa notícia é completamente falsa.” Após a divulgação da notícia, o rabino Henry Sobel pediu, o afastamento do cargo de presidente do rabinato da CIP. Em nota divulgada à imprensa, Sobel disse: "Jamais tive a intenção de furtar qualquer objeto em toda a minha vida. Pessoalmente, estou habituado a enfrentar crises e acusações de que posso me defender. Só não posso admitir que tentem desqualificar os valores morais que sempre defendi”. O rabino Henry Sobel, preso na última sexta-feira em Palm Beach, Flórida, acusado de roubar gravatas em uma loja Louis Vuitton, divulgou "esclarecimento" por intermédio de assessoria de imprensa afirmando que "jamais tive a intenção de furtar qualquer objeto em toda minha vida". "Pessoalmente estou habituado a enfrentar crises e acusações de que posso me defender. Só não posso admitir que tentem desqualificar os valores morais que sempre defendi", acrescenta a nota. A Congregação Israelita Paulista (CIP) aceitou o pedido de afastamento temporário de Sobel, conforme nota divulgada na noite desta quinta. Depois de se declarar "consternada e preocupada" com as notícias Sobel, a CIP lembra que "o rabino está há mais de 35 anos na CIP atuando como líder comunitário, tendo prestado ao longo destes anos serviços relevantes à sociedade como um todo". A CIP manifesta respeito e consideração ao rabino, "colocando-se à disposição para ajudá-lo no que for necessário". >A prisão< A câmera de vigilância interna da loja Louis Vuitton filmou Sobel dobrando a gravata e, em seguida, deixando o local com as mãos vazias. Um funcionário acionou a polícia, que o abordou nos arredores da loja. Nas proximidades da loja, um policial se aproximou de Sobel, que imediatamente negou ter roubado qualquer mercadoria. Avisado de que havia sido filmado pela câmera da loja, ele então admitiu ter furtado a gravata e se ofereceu a pagá-la. O rabino levou o policial até seu carro, onde o item estava guardado. Em uma sacola, a polícia encontrou gravatas das marcas Louis Vuitton, Giorgio´s, Gucci e Giorgio Armani, que Sobel admitiu também terem sido roubadas. Ele foi detido e levado a delegacia de Palm Beach, onde passou a noite. No sábado, Sobel foi liberado após pagar fiança de US$ 3 mil. Colaboraram Mel Bornstein, Bruno Tavares e Rodrigo Brancatelli {Costa}

Senado dos EUA aprova retirada das tropas do Iraque

O presidente George W. Bush, pouco antes da votação, afirmou novamente que vetaria a medida Agência Estado Reprodução Bush anunciou que deve vetar a decisão do Senado
O Senado dos EUA aprovou nesta quinta-feira (29) uma resolução que exige a retirada das tropas americanas do Iraque a partir de março do ano que vem. Por 51 a 47, os senadores autorizaram também a liberação de US$ 122 bilhões para pagar os custos da campanha militar no Iraque e no Afeganistão. O presidente George W. Bush, pouco antes da votação, afirmou novamente que vetaria a medida.
Dana Perino, porta-voz da Casa Branca, disse que Bush respeita o papel do Congresso, mas que os congressistas também devem respeitar as funções do presidente. "Os fundadores da nação foram sábios ao determinar que seria melhor ter um comandante-em-chefe (o presidente) chefiando uma guerra em vez de 535 generais no Capitólio tentando fazer a mesma coisa", afirmou, mostrando o quanto a temperatura deve subir nos próximos dias.
A guerra que democratas e republicanos estão travando no Congresso sobre a questão iraquiana deve estender-se por mais algumas semanas. Os democratas querem o fim da guerra. Já os republicanos insistem em manter as tropas no front. Contudo, para isso, precisam de dinheiro. Sabendo disso, os democratas vincularam a liberação do financiamento de US$ 122 bilhões, pedidos pelo governo, à retirada dos soldados.
Deputados e senadores, então, elaboraram duas propostas parecidas. No projeto apresentado à Câmara, a retirada tem data fixa: setembro de 2008. Já a proposta dos senadores estabelece uma data-limite mais flexível: março de 2008.
O próximo passo será a formação de uma comissão mista entre as duas casas para chegar a um texto comum. Assim que chegarem a um acordo, o projeto unificado será reconduzido para a votação nas duas casas. Uma vez aprovados, vão à apreciação do presidente. Bush terá então 10 dias para assinar a lei ou, como já repetiu várias vezes, devolver a proposta para o Congresso. Então, senadores e deputados votariam novamente a matéria. Dessa vez, para passar por cima do presidente, os congressistas teriam de ter dois terços do Congresso, número que os democratas não detêm Com isso, a lei seria engavetada. {Costa}

Clínica de bronzeamento não tem documentos de mulher queimada

Câmara de bronzeamento do centro estético teria causado queimaduras em estudante.Advogado argumenta, no entando, que Andréa saiu andando normalmente da clínica. A Vigilância Sanitária encontrou diversas irregularidades durante inspeção na clínica de estética Marly Machado nesta quinta-feira (29), onde a estudante Andréa Santos Lindner, de 34 anos, teria se queimado ao fazer bronzeamento artificial. Dentre elas estão a falta do Termo de Compromisso e do atestado médico de Andréa, que provaria que a estudante estaria apta a fazer o bronzeamento e ciente dos riscos do procedimento. Não foram encontrados documentos de aferição da câmara de bronzeamento, que também é obrigatório. Por conta das irregularidades, o setor de bronzeamento artificial da clínica, localizada na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro, foi interditado. A estudante está internada com 98% do corpo queimado desde o último dia 17 no CTI do Hospital Quinta D’Or, São Cristóvão, Zona Norte do Rio. Segundo a assessoria de imprensa da Vigilância, na semana passada o responsável técnico da clínica teria sido intimado a comparecer na entidade para prestar depoimento sobre o caso, mas não compareceu. Durante a vistoria, o responsável voltou a ser intimado e deverá comparecer nos próximos dias para dar esclarecimento sobre as irregularidades encontradas. Marly Machado, proprietária da clínica, foi procurada pelo G1 nesta quinta-feira, mas não foi encontrada. O advogado do centro de estética, Diogo Lima de Souza, alega, no entanto, que a estudante Andréa Santos Lindner, de 34 anos, fez a última sessão de bronzeamento três dias antes de dar entrada no hospital. Ele solicitou imagens do circuito interno de TV para provar que a estudante estava bem quando deixou a clínica, no dia 15 de março. “Ela saiu daqui andando normalmente. Em nenhum momento, ela reclamou de dor. Em nenhum momento, ela ligou para a clínica. Se tivesse algum problema, aconteceria com todas as pessoas que fizeram, ou pelo menos, em parte delas. Nenhuma outra pessoa nos procurou alegando queimaduras”, comenta o advogado. Mais irregularidades Segundo o marido de Andréa, o consultor de empresas Antônio Ramos Gadelha, sua esposa teria feito duas sessões de bronzeamento em menos de 48 horas na clínica, o que é proibido segundo a Resolução 308 de 2002 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que regulariza o uso das câmaras de bronzeamento artificial. Antônio Gadelha disse que possui comprovantes de que ela foi fazer sessão nos dias 14 e 15 deste mês. No entanto, Marly Machado, proprietária da clinica, informou que Andréa só teria feito uma sessão neste mês. Durante a vistoria realizada nesta quarta, porém, não foram encontrados documentos que comprovassem a versão da empresária. Andréa continua internada no Centro de Tratamento Intensivo (CTI) do Hospital Quinta D’Or. Segundo a assessoria do hospital, a estudante está sedada e respirando por aparelhos. Seu estado é considerado gravíssimo. SBD: câmara de bronzeamento não queima O coordenador da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), Marcus Maia, informou que é impossível que uma pessoa fique queimada através das câmaras de bronzeamento. O dermatologista explicou que os raios utilizados pelo equipamento são UVA, que não promovem queimaduras como às ocorridas com Andréa. “Os raios UVA, diferentes do UVB, promovem o bronzeamento mas não causam queimaduras na pele. O caso da Andréia é muito particular. Tem que ser muito bem analisado. Ela pode ter utilizado algum tipo de bronzeador, ou o equipamento pode estar quebrado", ressaltou. Marcus Maia explicou por que não se pode fazer sessões de bronzeamento artificial em menos de 48 horas. “Os fenômenos de pigmentação, provocados pelo bronzeamento artificial, continuam por mais de 24 horas. Por isso, é necessário que a pessoa espere, por precaução, 48 horas para ver os efeitos da última sessão realizada”, disse. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que a câmara de bronzeamento artificial apreendida na quarta-feira (28) pela Delegacia de Repressão aos Crimes Contra a Saúde Pública está registrada no órgão e a importação do equipamento, que veio da Espanha, não apresentou irregularidades. {Costa}