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30 de abr. de 2007

Candidatos na França tentam conquistar votos de Bayrou

A uma semana do segundo turno presidencial na França, o candidato conservador Nicolas Sarkozy e sua oponente, a socialista Ségolène Royal, aproveitaram o dia neste domingo (29) para tentar atrair os votos dos 6 milhões de eleitores do candidato centrista derrotado, François Bayrou.
Sarkozy comandou um comício num estádio de Paris para 20 mil pessoas que contou com a presença de aliados famosos do candidato, como o ex-piloto de Fórmula Um Alain Prost. Sarkozy comprometeu-se a lutar pela alteração do sistema eleitoral, com a introdução da representação proporcional no Senado e na Assembléia Nacional - uma das exigências dos centristas. “Eu quero falar para os eleitores do centro, que têm valores tão semelhantes aos nossos: todas suas preocupações têm lugar no governo que quero construir”, afirmou Sarkozy, que prometeu, se eleito, indicar ministros do partido de Bayrou - apesar de o próprio Bayrou ter se negado a apoiar o conservador.
Ségolène também usou o domingo para fazer apelo aos eleitores centristas. Em entrevista ao Canal Plus, a socialista disse que, se eleita, pode considerar a nomeação de Bayrou para primeiro-ministro e também se mostrou disposta a fazer mudanças em seu programa de governo. Ségolène e Sarkozy se enfrentarão no último debate presidencial na quarta-feira. Uma pesquisa divulgada ontem pelo instituto Ipsos dá a Sarkozy 52,5% das intenções de voto, e 47,5% a Ségolène. No levantamento anterior do Ipsos, Sarkozy tinha 53% e Ségolène, 47%. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Fonte: Agência Estado
{Costa}

Afeganistão: 136 taliban mortos em três dias de combates

As tropas afegãs apoiadas pelas forças da coligação internacional mataram 136 taliban em três dias de combates. Ontem foram mortos 87 rebeldes num distrito da zona Oeste do Afeganistão, avançaram hoje fontes da coligação liderada pelos Estados Unidos.
Perto de 300 polícias foram enviados hoje para o vale de Zerkoh, na província de Herat, onde manifestantes denunciam a morte de civis e gritam palavras de ordem coomo "morte à América", avança a polícia local.
Os combates de ontem, que se prolongaram por 14 horas, desenrolaram-se no distrito de Shindand, na província de Herat, onde dois dias antes as forças de segurança tinham abatido 49 taliban, segundo um comunicado da coligação.
"No total, sete posições inimigas foram destruídas e 87 combatentes taliban foram mortos durante 14 horas de combates", precisa o comunicado.
Dois dias antes, 70 rebeldes atacaram uma patrulha das forças especiais norte-americanas durante a noite, na mesma localidade. Em resposta, as forças da coligação mataram 49 taliban, com o recurso a apoio aéreo. Um soldado norte-americano também foi morto durante a batalha.
"Foram tomadas todas as precauções para evitar a morte de civis afegãos inocentes durante estas duas batalhas", garante o texto do Exército americano. Habitantes da mesma localidade não são da mesma opinião e manifestaram-se hoje contra a operação, afirmando que morreram vários civis.
{Costa}

Mourão está de luto

Bombeiros de 25 e 49 anos morreram no despiste de uma ambulância
Uma ambulância da corporação de Mourão, no distrito de Évora, despistou-se cerca das 03:00, perto de Reguengos de Monsaraz, provocando a morte de dois bombeiros.
Em declarações à Agência Lusa, José Bagage, comandante da corporação, disse que as vítimas têm 25 e 49 anos.
"Estamos de luto, os bombeiros também são a nossa família", referiu José Bagage, depois da bandeira dos bombeiros de Mourão ter sido colocada a meia haste.
Este foi o primeiro acidente, na história da corporação, que causou vítimas mortais, envolvendo viaturas em serviço, acrescentou o comandante.
"Não sei o que se passou. A ambulância despistou-se e morreram os dois bombeiros", comentou Manuel Carapêncio, adjunto do comando.
A vítima de 49 anos era bombeiro desde 1979. O jovem de 25 anos entrou para a corporação em criança, incorporando a fanfarra dos bombeiros.
Também o presidente do município de Mourão, Santinha Lopes, está "consternado" com a morte dos dois bombeiros, considerando que o concelho "está em choque e de luto".
"Estas duas mortes são um verdadeiro choque. Este é um concelho pequeno, Mourão é uma terra pequena e está de luto", assegurou.
Renata Marques, porta-voz do Governo Civil de Évora, anunciou que a governadora Civil, Fernanda Ramos, "accionou o Centro Distrital de Segurança Social, que mobilizou para o terreno uma equipa de psicólogos" para prestar apoio aos familiares dos dois bombeiros falecidos.
Os corpos vão ser autopsiados nos serviços de medicina legal em Évora, ficando depois em câmara ardente, durante a noite, no salão nobre do quartel da corporação.
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{Costa}

29 de abr. de 2007

Henry Sobel participa de missa de posse de novoArcebispo

G1
O arcebispo Dom Odilo será o responsável por acolher o Papa Bento XVI em SP. (Foto: Divulgação)
Dom Odilo Pedro Scherer, 57 anos, tomou posse em missa realizada na tarde deste domingo como arcebispo da Arquidiocese de São Paulo. A cerimônia ocorreu na Catedral da Sé, no Centro da cidade, e contau com a presença do prefeito Gilberto Kassab, do ex-presidente da Câmara dos Deputados, Aldo Rebelo (PCdoB-SP), do arcebispo primaz do Brasil, Dom Geraldo Majella Agnelo e de diversas autoridades, incluindo o núncio Dom Lorenzo Baudisseri, representante do Vaticano no evento. O rabino Henry Sobel também participou da missa, como representante da comunidade judaica de São Paulo.
Como novo arcebispo de SP Dom Odilo deve deixar nos próximos dias a presidência da Conferência Nacional dos Bispos no Brasil (CNBB). A entidade realiza uma assembléia geral em Indaiatuba, no interior de São Paulo, de 1º a 9 de maio. Entre os temas em pauta estão a eleição de um novo presidente.
Concentrado na arquidiocese que assume, o novo arcebispo será responsável por acolher Bento XVI em sua passagem por São Paulo, entre os dias 9 e 11 de maio.
Perfil
Ao ser apontado como sucessor do arcebispo Dom Cláudio Hummes em São Paulo, Dom Odilo se disse animado com a indicação e, em nota, resumiu a capital como uma cidade "com infinitas potencialidades, mas também com inúmeras fragilidades e carências".
O novo arcebispo se formou na Pontifícia Universidade Gregoriana de Roma e é bastante próximo da Cúria Romana. No comando da CNBB, ele se esforçou para alinhar a entidade às diretrizes do Vaticano, o que foi visto com bons olhos pelo papa Joseph Ratzinger, o Bento XVI, responsável, em última instância, pela nomeação do arcebispo.
Como presidente da CNBB, Dom Odilo vivia em Brasília até sua indicação. Na Capital Federal, em sua primeira entrevista coletiva após ser indicado como arcebispo, ele defendeu que a Igreja deve tentar ampliar sua presença na periferia da capital, mas disse que, sozinha, não pode resolver os "desafios sociais".
Dom Odilo nasceu em 21 de setembro de 1949 em Cerro Largo (RS). Leia também outras entrevistas com o arcebispo: "Redução da maioridade é ilusão" e "Conferência de Aparecida não será início de guerra religiosa".
{Costa}

28 de abr. de 2007

Mãe diz que família estava no ‘lugar errado, na hora errada’

Campinas

Durante quase uma hora de entrevista que a atendente Mara de Souza, de 29 anos, deu na tarde de ontem, em Campinas, ela ainda estava com a calma que ajudou a manter os filhos Vítor, de 10 anos, Thiago de 7, e Murilo, de 4, tranqüilos nos momentos em que ficaram sob a mira de Gleison Flávio de Salles, de 23 anos. “Ele não escolheu entrar lá. A gente estava no lugar errado, na hora errada. Eu sinto raiva, mas ao mesmo tempo eu agradeço por ele não ter feito nada para os meus filhos”, disse Mara.

Ela e dois dos três meninos foram libertados após 56 horas da maior negociação com reféns registrada no Estado. O seqüestro terminou anteontem, às 20 horas, quando o Grupo de Ações Táticas e Especiais (Gate) invadiu a residência da família após ouvir um disparo feito por Salles. Esse foi o momento mais difícil, segundo Mara, de todos os decorridos dentro do mesmo quarto da casa 1.053 da Rua Canêo Pompeu de Camargo, no Jardim Novo Campos Elísios, periferia da cidade.

Vitor tinha sido entregue pelo seqüestrador à polícia, graças à intervenção de uma amiga, Gislaine Cristina Domingos, que se prontificou a participar das negociações. Mara e Thiago seriam libertados também. Mas quando a polícia devolveu a energia elétrica à casa e Salles viu pela televisão que o nome dele era divulgado ficou irritado.

“Ele abriu a janela, deu um tiro pra fora. Ligou o gás e deitou com meu filho no chão”, disse a atendente, chorando. O homem armado usou a criança como escudo, com a arma apontada para a cabeça do menino, e ainda pediu para Mara deitar sobre eles. “Se eu visse que ele ia puxar o gatilho, eu ia puxar a arma para a minha cabeça. Se ele matasse meu filho, teria de matar a nós dois”, afirmou.

A intenção do seqüestrador não era, porém, matar os reféns, afirmou a atendente. “Ele não nos maltratou. Só queria fugir, não queria voltar para a cadeia.” Salles tem passagem pela polícia por quatro tentativas de homicídio e porte de armas e estava foragido desde 2005. O rapaz saiu ferido.

INVASÃO

O seqüestro começou na terça-feira, dia 24. Mãe e três filhos almoçavam quando, por volta de meio-dia, ouviram barulhos. Eram os tiros que Salles trocou com um policial à paisana, na casa de um vizinho. “Saí pela porta da sala, numa varanda alta, para ver o que era. Quando vi, ele estava dentro de casa. O mais velho (Vítor) correu para debaixo da cama. Ele ficou com a arma apontada para o Thiago e o Murilo. Uma vizinha deu dois telefonemas para eu fechar a casa, mas ele já estava lá”, afirmou Mara. O filho caçula, Murilo, foi libertado na terça-feira mesmo, em troca de um colete à prova de balas. “Agradeci muito. O Murilo não ia ter paciência para ficar ali”, afirmou a mãe.

Mara e os três filhos ficaram no quarto dos três meninos durante quase todo o tempo. Ficaram sem energia elétrica, mas, na segunda noite, Salles permitiu que Mara fosse até a cozinha pegar água e ela voltou com velas, também permitidas. Mãe e filhos alimentaram-se, basicamente, de biscoitos e água. Urinaram em garrafinhas de plástico ou nas roupas no primeiro dia. “Uma noite, não me lembro porque perdi a noção do tempo, Thiago pediu para comer Sucrilhos. Ele deixou”, disse a mãe. Aos poucos, Salles foi cedendo. Nos momentos de ira, Salles usava o botijão de gás e a arma para ameaçar as crianças. “Mas ele dizia que não ia fazer nada, só ameaçava para tentar coagir a polícia.

”Mara afirma que o seqüestrador criou um certo vínculo com as crianças. “É estranho, mas foi como se fosse uma certa amizade.” O homem, que tinha passagem pela polícia por quatro mortes, brincou com as crianças de jogo-da-velha, deu conselhos, conversou com os meninos e contou muita coisa da própria vida. “Ele dava conselhos, bons conselhos, para não seguirem o caminho do mal, não responderem para os pais”, afirmou Mara.

Jornalista: Gazeta de Limeira

{Costa}

Índia quer sediar os Jogos Olímpicos de 2020

Afirmação é do presidente da Associação Olímpica Indiana, Suresh Kalmadi EFE NOVA DÉLHI - A Índia apresentará sua candidatura a organizar os Jogos Olímpicos de 2020, informou neste sábado em Nova Délhi o presidente da Associação Olímpica Indiana (IOA), Suresh Kalmadi. "A Índia se apresentará como candidata a sede dos Jogos Olímpicos de 2020", afirmou Kalmadi. O presidente da IOA não deu o nome de nenhuma cidade. Mas acrescentou que o processo "começará pouco depois dos Jogos da Commonwealth de 2010". {Costa}