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8 de jan. de 2008

Prévias em New Hampshire começam com favoritismo de Obama e McCain

da Folha Online

Os eleitores de New Hampshire --Estado predominantemente branco e cada vez mais rico-- terá nesta terça-feira as primeiras prévias para as eleições presidenciais norte-americanas.

A senadora e ex-primeira-dama, Hillary Clinton, enfrenta o risco de ver sua campanha --que antes parecia praticamente imbatível-- sofrer um novo abalo, cinco dias após a derrota no "caucus" (assembléia de eleitores) de Iowa.

De acordo com algumas pesquisas eleitorais, Hillary fica atrás de seu principal adversário, Barack Obama, por uma diferença de dois dígitos. Ontem, ela teve de fazer um esforço para transmitir a seus eleitores a mensagem de que continua forte.

Para Obama, uma nova vitória em New Hampshire iria solidificar sua vantagem no Partido Democrata.

Do lado republicano, lidera o senador pelo Arizona John McCain, que colocou dezenas de milhões de dólares dos seu próprio bolso nas campanhas. Ele, porém, aparentava favoritismo em Iowa, onde acabou em segundo lugar na disputa, atrás do ex-governador de Arkansas, Mike Huckabee.

Os resultados da disputa em New Hampshire devem ser conhecidos no final da noite desta terça, provavelmente já de madrugada no Brasil.

Os oficiais que atuam nas eleições prevêem que haverá um número recorde de eleitores em New Hampshire. As campanhas deste ano nos Estados Unidos são consideradas as mais abertas em 50 anos --sem que um atual presidente ou vice-presidente esteja na disputa.

Nas últimas horas desta segunda-feira, os candidatos tentavam reforçar suas mensagens aos eleitores e incentivá-los a participar das prévias.

"Alguns de nós vamos até lá e fazemos [as campanhas], contra a todas as dificuldades, porque nos importamos com este país. Mas alguns de nós estão certos e outros estão errados", afirmou, de forma emocional.

Obama em destaque

As câmeras de TV registram cada movimento dos candidatos durante campanhas, mas as maiores expectativas recaem sobre Barack Obama, que poderá tornar-se o primeiro negro da história dos EUA a chegar à Casa Branca.

Obama lidera sete das dez pesquisas eleitorais divulgadas recentemente. Já o ex-senador da Carolina do Norte, John Edwards, aparece na frente em duas delas.

Do lado republicano, McCain lidera quatro das sete sondagens. Atrás dele, aparece Mitt Romney --que ganha duas-- e o ex-prefeito de Nova York, Rudy Giuliani, que lidera uma.

Para McCain, este também é um momento crucial. Caso vença, sua campanha ganhará impulso nacional. Nos últimos tempos, seus esforços eram considerados infrutíferos --o apoio à guerra no Iraque o deixou em uma posição de pouca popularidade.

No entanto, a redução da violência no país e a percepção de que os Estados Unidos estão na direção certa, podem fortalecer seu discurso.

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EUA condenam ‘provocação’ do Irã

O porta-voz do Pentágono, Bryan Whitman, confirmou nesta segunda-feira a informação de que embarcações da Guarda Revolucionária do Irã executaram ações "hostis" contra três navios da Marinha dos Estados Unidos durante o fim de semana. O incidente teria ocorrido no Estreito de Ormuz, importante rota petrolífera próximo à costa iraniana, quando cinco embarcações do Irã se posicionaram a cerca de 180 metros dos navios americanos – que estavam em águas internacionais. A seguir, os iranianos fizeram ameaças pelo rádio: "Estamos indo na sua direção e vamos fazer vocês voarem em dois minutos", teriam dito, segundo a agência de notícias EFE.

O porta-voz do Pentágono classificou as ações do Irã de "descuidadas, negligentes e potencialmente hostis". Já o porta-voz da Casa Branca, Gordon Johndroe, advertiu o Irã sobre "ações provocativas, que poderiam ter levado a um incidente perigoso".

Segundo as autoridades dos EUA, diante da ameaça dos iranianos, os marinheiros americanos posicionaram seus armamentos e chegarem perto de abrir fogo – o que não aconteceu porque as embarcações do Irã se afastaram. O incidente ocorreu na véspera da viagem do presidente americano, George W. Bush, ao Oriente Médio. Na semana passada, o presidente teria dito que um dos objetivos da viagem era justamente conter as ambições do Irã na região.

Petróleo – O preço do petróleo subiu após a divulgação da notícia pela rede CNN. O barril para entrega em fevereiro avançou 0,30 dólares, chegando a 98 dólares. Antes da notícia, a cotação registrava queda em face dos temores de uma recessão nos EUA. Na semana passada, o preço do barril quebrou o recorde histórico de 100 dólares.

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7 de jan. de 2008

Incêndio pára produção da maior refinaria do Iraque

Agencia Estado

A maior refinaria de petróleo do Iraque, localizada na cidade de Beiji, suspendeu sua operação após um incêndio, conforme informou um funcionário. "As causas da explosão e do incêndio ainda não são conhecidas", disse Assem Jihad para a Dow Jones Newswires por telefone. Jihad acredita que o incêndio deve durar alguns dias antes de ser apagado. Dez pessoas sofreram queimaduras, segundo informou a polícia e um engenheiro da refinaria.

O incêndio começou por volta de 14 horas locais em uma unidade de produção que passou recentemente por manutenção, afirmou o engenheiro. Ele informou que o trabalho de manutenção foi realizado em unidades produzindo petróleo e gás líquido e que as chamas podem ter sido causadas por um problema técnico assim que uma das unidades retomou a produção.

Beiji atua também como ponto-chave de transferência para a exportação de petróleo do Iraque por meio do porto turco de Ceyhan. O petróleo produzido nos campos do norte é normalmente enviado para Beiji e o petróleo extra é enviado para Ceyhan para exportação. A refinaria de Beiji tem capacidade de 300 mil barris por dia, segundo autoridades iraquianas, mas tem operado a menos de metade de sua capacidade, devido a atos de sabotagem contra oleodutos que a abasteciam com petróleo bruto. As informações são da Dow Jones.

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Fidel é o líder mais estiloso, diz Chávez em entrevista

Agencia Estado

Em entrevista à top model Naomi Campbell para a revista inglesa GQ, o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, disse que considera o líder cubano Fidel Castro um ícone da moda, gosta do príncipe Charles e acha o presidente americano George W. Bush um louco. Trechos da entrevista foram divulgados hoje.

Tenaz opositor de Bush, Chávez disse que o presidente americano é "completamente louco, mas está indo embora". O presidente venezuelano insistiu que as autoridades americanas querem matá-lo e disse que a supremacia dos EUA está declinando. "Estamos vendo o final do império... Como no conto de fadas, o imperador está nu", teria dito. Chávez perguntou a Naomi se ela conhece o príncipe Charles. "Gosto do príncipe", ele disse. "Agora ele tem a Camilla, sua nova namorada. Ela não é muito bonita, né?

"Ao ser pedido para nomear o líder mundial mais estiloso, Chávez escolheu seu aliado regional, Fidel Castro. "Fidel, claro! Seu uniforme é impecável. Suas botas são polidas, sua barba é elegante", teria dito Chávez. Naomi perguntou se ele apareceria sem camisa em fotos, como o presidente russo, Vladimir Putin. "Por que não?" reagiu. "Veja meus músculos!

"Naomi escreveu na revista que ela sabia que a entrevista poderia ser controversa, mas que ela procurou entender "o homem Hugo Chávez". "Eu o descobri corajoso, mas não ameaçador ou exagerado", disse ela. "Espero que as relações da Venezuela com os EUA melhorem rapidamente". A revista inglesa informou que Naomi irá entrevistar outros líderes da política, esportes e entretenimento. Seu próximo entrevistado será o piloto de Fórmula 1 Lewis Hamilton. A entrevista completa de Chávez vai estar no número de fevereiro da edição inglesa, que será distribuído na quinta-feira.

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Bush viaja ao Oriente Médio em busca de acordo de paz

Agencia Estado

O presidente dos EUA, George W. Bush, deixa Washington amanhã para começar na quarta-feira uma viagem de oito dias por seis países do Oriente Médio. A prioridade na agenda do presidente - que visitará Israel, Kuwait, Bahrein, Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita e Egito - será a negociação de um acordo para o conflito entre israelenses e palestinos. A Casa Branca afirmou hoje que, apesar de o presidente ter sido ameaçado pela rede terrorista Al-Qaeda, Bush não vai mudar os planos de sua viagem. No domingo, o americano Adam Gadahn, que atua como porta-voz da Al-Qaeda, pediu a militantes que recebam o presidente dos EUA no Oriente Médio com "bombas em vez de flores ou aplausos".

Durante os dias que passará em Israel, Bush deve continuar seguindo a direção pautada pela conferência de paz realizada em novembro em Annapolis, nos EUA. Na reunião, israelenses e palestinos anunciaram a criação de um comitê de coordenação das negociações de paz, liderado pelos dois lados e supervisionado pelos americanos. Na quarta-feira, Bush dará seqüência às conversas e se reunirá com o premiê israelense, Ehud Olmert, e com o presidente de Israel, Shimon Peres. Já na quinta-feira, o presidente americano encontrará o presidente palestino, Mahmud Abbas, e o primeiro-ministro Salam Fayyad. Antes de partir para o Kuwait, na sexta-feira, Bush vai se reunir com o ex-premiê britânico Tony Blair, atual enviado de paz do Quarteto para o Oriente Médio, grupo formado pelos EUA, Rússia, União Européia e ONU.

Outro tema que estará presente na viagem de Bush a Israel é o das colônias judaicas na Cisjordânia. O porta-voz de Olmert, Mark Regev, afirmou hoje que, durante a visita de Bush à região, o governo israelense dirá ao presidente americano estar comprometido a desmantelar as colônias ilegais. Segundo o jornal israelense Haaretz, as autoridades do país se negam a tornar público um relatório oficial sobre a colonização na Cisjordânia por temerem que seus resultados tenham um efeito negativo nas relações internacionais. Na semana passada, o ministério da Defesa israelense pediu ao tribunal do distrito de Tel-Aviv que dê respaldo à decisão de não tornar o relatório público que, em sua opinião, pode causar danos "à segurança do Estado". Para a comunidade internacional, todas as colônias israelenses em territórios ocupados desde junho de 1967 são ilegais - mesmo as que tiveram aprovação oficial do governo de Israel.

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6 de jan. de 2008

Bhutto teve responsabilidade em sua morte, diz Musharraf

Por Randall Mikkelsen

WASHINGTON (Reuters) - O presidente do Paquistão, Pervez Musharraf, admitiu que um atirador pode ter atingido Benazir Bhutto, mas disse que a líder oposicionista se expôs ao perigo e tem responsabilidade por sua morte, afirmou a CBS News no sábado.

Segundo a emissora, Musharraf também disse ao programa "60 Minutes", que irá ao ar pela CBS neste domingo, que seu governo fez tudo o que pôde para garantir a segurança de Bhutto, morta na semana retrasada num atentado suicida e ataque a tiros, depois de um comício.

"Por ter ficado de pé fora do carro, acho que ela é a única a ser culpada. Ninguém mais. A responsabilidade é dela", Musharraf disse na entrevista, gravada no sábado de manhã.

O governo do Paquistão tem dito que Bhutto morreu ao bater com a cabeça no teto solar de seu carro --uma alegação amplamente refutada no Paquistão, onde muitas pessoas suspeitam da cumplicidade do governo de Musharraf. O governo também atribuiu o ataque à rede Al-Qaeda.

A CBS, que divulgou trechos da entrevista, também perguntou a Musharraf se um atirador poderia ter causado o ferimento mortífero na cabeça de Bhutto. Ele respondeu: "Sim, sim".

O entrevistador depois perguntou: "Então, ela pode ter sido atingida por tiros?".

E Musharraf respondeu: "Sim, claro, sim, possivelmente".

A CBS também perguntou a Musharraf se ele acredita que o governo fez todo o possível pela segurança dela. "Certamente", disse ele.

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