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17 de fev. de 2008

Atentado suicida deixa mais de 80 mortos no Afeganistão

AFP

Mais de 80 pessoas morreram e outras dezenas foram feridas neste domingo, 17, no atentado suicida mais mortífero já perpetrado no Afeganistão, atribuído aos talibãs e cometido durante um combate de cães na cidade de Kandahar, no sul do país.

Este atentado, cujo balanço ainda é provisório, é mais sangrento que o de 6 de novembro passado, cometido no norte da província de Baghlan e considerado até então o mais mortífero de todos. Ele havia deixado 79 mortos, entre os quais seis parlamentares e dezenas de crianças.

Pouco antes do meio-dia (horário local), "um camicase acionou os explosivos que carregava no meio de uma multidão no 7º distrito de Kandahar, matando mais de 80 pessoas e ferindo mais de 50", informou o ministério do Interior em comunicado.

"Muitos feridos estão em estado grave, e o balanço de mortos ainda pode aumentar", acrescentou. O camicase ainda não foi identificado, finalizou o ministério em seu comunicado.

O governador da província, Asadullah Khalid, mencionou durante uma entrevista coletiva pelo menos 80 mortos. "Sessenta corpos foram levados para um hospital civil, e outros 20 para outros hospitais. Pelo menos 80 pessoas morreram", afirmou, sem especificar o número de feridos.

Um alto funcionário do hospital militar disse à AFP que 90 feridos se encontravam atualmente nos dois principais estabelecimentos médicos de Kandahar.

"É o pior ataque que já vi em Kandahar", declarou à AFP o chefe do Conselho provincial, Wali Karzai, irmão do presidente Hamid Karzai.

No local do atentado, um jornalista da AFP viu dezenas de vítimas sendo levadas de carro para os hospitais da cidade.

Vários corpos desmembrados jaziam no chão, ao lado do cadáver de um cão de combate. Muitas roupas encharcadas de sangue estavam espalhadas pelo local, constatou o repórter.

"Mais de 500 pessoas estavam reunidas para assistir ao combate de cães", relatou à AFP uma testemunha, Abdul Karim. "De repente, ouvi uma enorme explosão perto de um carro de polícia", acrescentou.

Aos prantos, um adolescente, Yaqub, contou à AFP que seu irmão, de 23 anos, havia morrido no atentado.

Quando estavam no poder, os talibãs haviam proibido os combates de cães, assim como quaisquer outros combates entre animais, por considerá-los "antiislâmicos".

Wali Karzai e Asadullah Khalid culparam os talibãs pelo massacre deste domingo."Quem mais poderia cometer atentados suicidas? Ninguém, além dos talibãs", afirmou Karzai. "Este ataque foi cometido pelos talibãs, os inimigos da nação", declarou Khalid.

Um porta-voz dos talibãs, Yusuf Ahmadi, se recusou a reivindicar o ataque. Os insurgentes também não haviam assumido a autoria do atentado de Baghlan.No ano passado, os talibãs perpetraram mais de 140 ataques deste tipo.

www.atarde.com.br/mundo/noticia.jsf?id=839877

16 de fev. de 2008

CPI dos Cartões terá maioria de parlamentares governistas

Dos 24 titulares, 14 serão da base aliada e oposição não terá nenhum posto de comando

Eugênia Lopes

Não à toa os partidos de oposição se preparam para colher assinaturas para tentar criar uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) exclusiva do Senado para investigar o mau uso dos cartões corporativos. Além de ocupar obrigatoriamente a presidência ou a relatoria da CPI do Senado, a oposição ficaria com metade dos cargos. Já no caso da CPI mista da Câmara e do Senado, a correlação de forças é desfavorável para os oposicionistas: do total de 24 integrantes titulares, 14 serão governistas e 10 da oposição, que além disso não terá nenhum posto de comando nas investigações.

“Se entendermos que o caminho é a CPI restrita ao Senado, a coleta de assinaturas não é problema. Fazemos isso em poucas horas. Esse estoque de assinaturas está garantido”, afirmou ontem o líder do DEM no Senado, José Agripino Maia (RN). A oposição não vai indicar os integrantes para a CPI mista caso o governo insista em escolher os nomes para a presidência e a relatoria. “Não vamos nos submeter a uma farsa de uma CPI em que o governo vai investigar a si próprio”, disse Agripino.

Em uma comissão de inquérito restrita ao Senado, a oposição ficaria com 6 dos 12 cargos. Além dos quatro para o DEM e o PSDB, a expectativa é de que uma das vagas fique nas mãos do PDT, que no Senado é tradicionalmente de oposição ao Palácio do Planalto. Outra vaga, que é de rodízio, deverá caber ao PSOL, também adversário do governo.

Numa CPI mista, a correlação de forças no Senado não muda, mas na Câmara a oposição tem apenas quatro das oito vagas. Além do DEM, do PSDB e do PPS, uma das posições será preenchida por parlamentar do PV, que esta semana rompeu com o governo. O PV ocupará a vaga de rodízio prevista no regimento, que serve para acomodar parlamentares de partidos pequenos, que não teriam direito à representação na CPI.

Apesar da pressão da oposição, o governo não está disposto a ceder um dos cargos da CPI mista. O líder do PT na Câmara, Maurício Rands (PE), reiterou ontem que o comando da comissão é de parlamentares da base aliada. “Não dá para a oposição ficar com esse tipo de chantagem, de querer quebrar casuisticamente uma regra”, observou . E argumentou que o regimento prevê que a presidência e a relatoria da CPI mista sejam ocupadas por parlamentares dos maiores partidos do Congresso - que hoje são o PMDB e o PT.

Rands observou que, na época do governo FHC, o PT não ficou com nenhum cargo de comando em comissão de inquérito. O requerimento para a criação de uma CPI mista foi apresentado anteontem à noite na Mesa Diretora do Senado. Os oposicionistas conseguiram recolher em apenas três horas a assinatura de 28 senadores, depois de o presidente do Senado, Garibaldi Alves (PMDB-RN), ter rejeitado requerimento subscrito por 35 parlamentares da Casa sob a alegação de que havia erros técnicos de redação.

A CPI só será instalada depois que o pedido com assinaturas de deputados e senadores for lido em sessão plenária do Congresso. Isso só deverá ocorrer na

www.estado.com.br/editorias/2008/02/16/pol-1.93.11.20080216.1.1.xml

Atirador que matou cinco em universidade era aluno brilhante

da Folha de S.Paulo

O atirador que matou cinco pessoas na Universidade do Norte de Illinois (EUA) antes de se suicidar foi identificado ontem como Stephen Kazmierczak, 27, um ex-aluno da pós-graduação em Serviço Social premiado por seu trabalho sobre o sistema prisional. Estudante dedicado e sem histórico de problemas no campus, ele fazia tratamento psiquiátrico e teria deixado de tomar "algum tipo de remédio" recentemente, segundo a polícia.

University of Illinois
O atirador Stephen Kazmierczak, 27, que matou cinco no campus da NIU, onde foi aluno
Stephen Kazmierczak, 27, que matou cinco pessoas a tiros na NIU

Anteontem, Kazmierczak foi ao campus de DeKalb com quatro armas, todas adquiridas legalmente. Duas, uma pistola Glock 9 mm e uma espingarda Remington automática, foram compradas há menos de uma semana. Elas estavam escondidas em uma caixa de violão, e o casaco do atirador encobria o cinto de munição.

Kazmierczak entrou no auditório onde mais de cem pessoas assistiam a uma aula de introdução à oceanografia e disparou calado contra a multidão. Vinte e uma pessoas foram atingidas. Cinco morreram, e seis estão gravemente feridas.

Quando os primeiros policiais entraram no auditório, menos de um minuto após uma ligação para o número de emergências, o atirador já tinha se suicidado. O sangue se espalhava pelo campus, com a fuga desesperada dos feridos.

"Prevenção é impossível"

"Não havia sinais de alerta", disse o chefe da polícia do campus, Donald Grady. Segundo o policial, Kazmierczak era um aluno brilhante, "muito respeitado por colegas e professores". Ele deixou a instituição em 2007 e se transferiu para outra universidade estadual.

Grady disse que pessoas próximas ao estudante haviam notado mudanças em seu comportamento nas últimas semanas, provavelmente por ter parado de tomar medicamentos, mas que seria impossível prever o ataque. Foi o quarto episódio envolvendo um atirador em instituições de ensino americanas em uma semana.

"É improvável que alguém tenha um dia a capacidade de impedir que incidentes como esse ocorram", disse Grady ao "Chicago Tribune". O campus de DeKalb tem um sistema de segurança sofisticado, que foi reformado após a morte de 32 pessoas no instituto Virginia Tech, em abril de 2007. Na época, a instituição foi criticada por não alertar sobre a presença de um atirador.

Em Illinois, o sistema deu o aviso imediatamente por e-mail e ligações automáticas para os telefones do campus. Não foi o suficiente para impedir as mortes de Daniel Parmenter, 20, Catalina Garcia, 20, Ryanne Mace, 19, Julianna Gehant, 32, e Gayle Dubowski, 20.

Vigília

As aulas na Universidade do Norte de Illinois foram canceladas por um período indeterminado, e grande parte dos alunos retornou a suas casas. Os que ficaram se reúnem e se confortam em sucessivas vigílias e homenagens aos colegas assassinados.

Na quinta-feira, foram quatro vigílias. "Se você ainda se sentir só depois de todos os telefonemas e mensagens, pelo menos aqui todos nós estamos juntos", disse David Danaher, 23, ao "Chicago Tribune".

Com agências internacionais

www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u372969.shtml

Economia é o desafio maior para Kosovo independente

A viabilidade econômica é o desafio de Kosovo, a região mais desfavorecida dos Bálcãs. Administrado pela ONU desde 1999, Kosovo recebeu de U$ 2 a US$ 3 bilhões até 2004. Mas estima-se que a cifra necessária seria US$ 11 bilhões Neste momento, um reconhecimento da independência de Kosovo passaria por cima das objeções sérvias e russas, e ocorreria na ausência de um acordo entre os descendentes de albaneses da província da Sérvia e Belgrado, sem modificar a Resolução 1.244 do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU), de 1999. A resolução reafirma a soberania da Sérvia sobre Kosovo, enquanto garante uma autonomia substancial a essa província. Apesar disso, grande parte dos especialistas aposta em uma transição em geral pacífica para a independência supervisionada, dentro e fora da província. Ivo Daalder, ex-diretor de 1995 a 1999 para Assuntos Europeus no Conselho Nacional de Segurança dos Estados Unidos e analista de segurança internacional do Instituto Brookings, afirma que "a Sérvia vai objetar verbalmente, mas não fará mais nada. E a Rússia não consegue oferecer uma ameaça real, apesar da oratória inflamada". A viabilidade econômica é o desafio maior de Kosovo, a região mais desfavorecida dos Bálcãs. A União Européia (UE) vai enviar uma missão civil de 2.000 homens para substituir a ONU, que administra Kosovo desde 1999. Mas a comunidade internacional não consegue reaquecer a economia dessa província do Sul da Sérvia depois do conflito de 1998-1999 entre as forças sérvias e os separatistas. A injeção de dinheiro estrangeiro em Kosovo, em projetos de reconstrução ou doações, foi de US$ 2 a US$ 3 bilhões até 2004. Mas outros cálculos estimam que a cifra necessária seria da ordem dos US$ 11 bilhões. Brasil avalia O governo brasileiro ainda está avaliando qual será a sua posição caso Kosovo declare independência unilateralmente. Uma fonte do Ministério das Relações Exteriores afirmou que "o Brasil acompanha o caso atentamente" e que a diplomacia brasileira favorece uma "solução negociada, que possa ser formalizada em resolução do Conselho de Segurança da ONU". (das agências de notícias) www.opovo.com.br/opovo/internacional/766280.html

15 de fev. de 2008

CPI dos Cartões é protocolada, mas tem instalação incerta

Valor Online

BRASÍLIA - Foi protocolado ontem o requerimento propondo a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar abusos no uso do cartão corporativo do governo federal. No início da tarde de ontem, uma primeira tentativa havia sido rejeitada pelo presidente do Senado, Garibaldi Alves (PMDB-RN) que recusou o requerimento com assinatura de 189 deputados e 34 senadores (são necessários 171 deputados) propondo sua criação, por um erro técnico na redação.

Garibaldi estabeleceu um prazo de até cinco dias para coleta de novas assinaturas mas, no início da noite, os líderes do PSDB e do DEM, Arthur Virgílio (AM) e José Agripino (RN), começaram a garimpar colegas pelos corredores do Senado ou em suas residências. Por volta das 20h30, Virgílio anunciou em plenário que a oposição conseguira colher 28 assinaturas.

O que levou à sua devolução no início da tarde foi o uso inadequado da palavra apoiamento na lista dos senadores, o que, regimentalmente, impede que eles sejam aceitos como subscritores da CPI. Virgílio e Agripino tentaram precipitadamente atribuir a responsabilidade ao líder do governo, Romero Jucá (PMDB-RR), que acertou com Sampaio a criação da CPI. Seria mais um sinal de má-fé do governo. Logo foram alertados que a lista saiu do gabinete de Sampaio.

A criação da CPI está cercada de tanta confusão, que muitos duvidam de sua instalação. Primeiro, a oposição defendia uma comissão mista. Jucá se antecipou e protocolou requerimento criado uma exclusiva do Senado, para mostrar que o governo não tem medo de investigação . O requerimento estava rasurado e foi devolvido por Garibaldi.

Romero Jucá e Carlos Sampaio fizeram acordo para criar uma CPI mista. Líderes governistas da base contestaram o texto e demoraram a assinar. A oposição acusou o governo de boicote, porque nenhum líder quis assinar. Líderes governistas reagem dizendo que o requerimento ficou escondido deles. O impasse atual é a ocupação dos postos-chave da investigação - o de presidente e o de relator.

A oposição reivindica um deles, ameaçando criar outra CPI, exclusiva do Senado. O governo está intransigente. Ontem, o PT da Câmara indicou formalmente o deputado Luiz Sérgio (PT-RJ) o relator. E o senador Neuto de Conto (PMDB-SC), convidado por seu líder, Valdir Raupp (PMDB-RO), afirmou à imprensa que aceitaria a tarefa. Regimentalmente, o comando de CPI mista é dividido entre os maiores partidos das duas Casas (o PT na Câmara e o PMDB no Senado).

A oposição reivindica rodízio, com base em seu peso numérico. Acusa o governo de montar uma CPI chapa branca para proteger o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e família. Em uma questão dessas, que cerca o Palácio do Planalto, ninguém pode passar a imagem de estar querendo proteger, em vez de investigar. Fazer o presidente e o relator da mesma base, selecionados a dedo, não passa um bom sinal , afirma o presidente do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE).

Guerra distribuiu à imprensa cópia de e-mail enviado a ele pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, no qual defende que o Congresso possa, sob condições , tomar conhecimento das despesas consideradas sigilosas por questões de segurança. Fernando Henrique também assegura não ter qualquer preocupação com a possibilidade de a CPI investigar o uso dos cartões corporativos ou outras formas de gasto público durante seu governo, inclusive despesas dele e sua família.

Nem eu nem minha família jamais usamos recursos públicos para sufragar nossas despesas pessoais. Quanto aos gastos normais da máquina pública, inclusive no que diz respeito aos incorridos na manutenção dos palácios, nunca foram objeto de determinações específicas nossas. Se, eventualmente, não seguiram as regras e trâmites normais, é bom que isso seja identificado e esclarecido, para que os erros não se repitam , diz o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Na correspondência o ex-presidente estimula o PSDB a colaborar para que a CPI apure falhas nos processos de controle dos gastos governamentais.

A carta foi divulgada pelo presidente do partido depois de uma reunião em que tucanos e democratas acertaram continuar lutando por um dos postos de comando da investigação, para evitar uma CPI que sirva apenas para proteger o presidente Lula e investigar o governo Fernando Henrique.

Luiz Sérgio defende que a investigação dos cartões comece pelo período em que o instrumento foi criado - na gestão tucana. Tudo é preciso ter início, meio e fim. Como é para investigar os cartões, precisamos pegar o histórico desde o seu início, sua criação . diz.

O requerimento diz que a CPI deve apurar possíveis casos de uso abusivo do chamado cartão corporativo, criado pelo decreto número 2809/98 e instituído a partir de 2001 (ano em que passou a ser efetivamente utilizado) . Sampaio admite que, embora não esteja explícito, fatos relativos ao período de criação do cartão corporativo podem ser investigados.

(Raquel Ulhôa | Valor Econômico)

http://oglobo.globo.com/pais/mat/2008/02/15/cpi_dos_cartoes_

protocolada_mas_tem_instalacao_incerta-425664996.asp

Jovem de classe média alta é condenada a 8 anos por roubos em Campinas

EPTV, O Globo Online

SÃO PAULO - A universitária Ana Paula Jorge de Souza foi condenada a oito anos de prisão por participar de roubos em Campinas. A jovem de classe média alta foi presa em março do ano passado por assaltos a lotéricas e residências da cidade. Fotos e vídeos que estavam em um computador apreendido mostram o envolvimento dos jovens no crime. Ana Paula aparece com armas e na companhia de jovens que usavam drogas e exibiam dinheiro roubado. Outros três jovens, entre eles o namorado de Ana Paula, estão presos.

O advogado Ralf Tórtima Stétinguer, que representa a estudante deve entrar com um recurso contra a sentença. A decisão judicial é referente a um dos três processos contra ela. Os outros dois processos estão em andamento.

Os crimes

Ana Paula, que estudava Direito, morava com a família em um apartamento de alto padrão no Cambuí, bairro nobre da cidade, e foi presa em março do ano passado com equipamentos e objetos roubados. Na mesma época, foram presos outros dois jovens acusados de envolvimento nos crimes. O namorado da universitária, Raoni Renzo Miranda foi preso meses depois.

Os quatro foram reconhecidos por vítimas de assaltos a residências e casas lotéricas. Uma das vítimas, um homem que pediu para não ser identificado, disse que a quadrilha usava métodos violentos e gritava muito.

- Levei coronhadas e tapas. Chutes violentíssimos. Depois viraram hematomas enormes. É uma humilhação total, não tem outra palavra - disse ele na época da prisão.

Segundo dois comparsas, Ana Paula agia com eles e era uma espécie de líder do grupo. A jovem nega e diz que apenas dirigia o carro da fuga nos assaltos.

A polícia chegou até os suspeitos após apreender vídeos e fotos do grupo consumindo drogas e com armas nas mãos. Em um dos vídeos, Raoni desdenha do dinheiro roubado de uma lotérica. Ele chega a jogar as notas de R$ 50,00 no chão e depois pisa sobre elas.

http://oglobo.globo.com/sp/mat/2008/02/14/jovem