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21 de fev. de 2008

Marinha dos EUA dispara míssil tático para derrubar satélite espião

O Globo OnlineAgências internacionais
Um navio de guerra americano lança um míssil contra um satélite-espião defeituoso dos EUA, derrubado com sucesso - Reuters

WASHINGTON - Um míssil disparado de um navio de guerra da Marinha dos Estados Unidos atingiu um satélite espião danificado que se aproximava perigosamente da Terra, informou o Despartamento de Defesa americano nesta quarta-feira. O míssil foi lançado do Pacífico Norte. Localizado a 247 km da Terra, o satélite levava combustível tóxico em seu tanque, que deveria ser destruído na operação.

Ainda não se sabe se a missão foi cumprida, disse o Pentágono, em nota. Mas uma fonte militar de alto escalão afirmou que, ao que tudo indicada, o objetivo teria sido alcançado.

" Uma confirmação de que o tanque de combustível foi fragmentado deverá estar disponível dentro de 24 horas "

"O míssil foi lançado com sucesso", indicou o Departamento de Defesa, acrescentando que a operação aconteceu pouco depois das 22h30m hora local (0h30, de Brasília). "Uma confirmação de que o tanque de combustível foi fragmentado deverá estar disponível dentro de 24 horas", disse a nota do Pentágono.

A derrubada do satélite foi ordenada pelo presidente George W. Bush. Seu tanque de combustível conteria substâncias tóxicas, que poderiam ser liberados após um choque com a atmosfera, representando um perigo para a população.

As autoridades haviam assegurado, entretanto, que haviam poucas possibilidades de que os restos do satélite espião caíssem sobre zonas povoadas da Terra. O satélite, conhecido como "L-21" tinha sido posto em órbita em 2006, da base Vandenberg da Força Aérea.

Especialistas questionam justificativa para operação de US$ 60 milhões

A decisão final de disparar o míssil foi tomada pelo secretário de Defesa americano, Robert Gates, que viajou na quarta-feira ao Havaí antes de iniciar um périplo de nove dias pela Ásia. O governo dos EUA desembolsou cerca de US$ 60 milhões para poder realizar a operação.

Alguns especialistas espaciais questionaram a justificativa do Pentágono para a missão, afirmando que as chances de qualquer parte do satélite causar danos é extremamente remota. Autoridades do Pentágono negam que teriam destruído o satélite para impedir que peças confidenciais da estrutura caíssem nas mãos de forças rivais.

Segundo Washington, sua meta é impedir que o material possa prejudicar seres humanos, mas a Rússia e a China já expressaram preocupação. Moscou chegou a sugerir que a operação poderia ser usada como fachada para o teste de uma nova arma espacial.

Como o Exército da China destruiu um satélite meteorológico nas mesmas condições no ano passado, alguns analistas se perguntam se a iniciativa americana é mesmo necessária ou apenas uma manobra para mostrar ao rival econômico e militar que os EUA também têm condições de destruir satélites no espaço. O vice-assessor de Segurança Nacional, James Jeffrey, negou esta hipótese e disse que todos os riscos devem ser considerados.

- Isto se refere a tentar reduzir o perigo a seres humanos - comentou James Jeffrey.

Segundo Jeffrey, era remota a possibilidade de que o satélite-espião superasse intacto a entrada na atmosfera terrestre e disseminasse gases tóxicos.

O Pentágono esperou até quarta-feira para derrubar o aparelho para não pôr em risco a aterrissagem do ônibus espacial Atlantis, que após 12 dias de missão na Estação Espacial Internacional (ISS) chegou de manhã ao Centro Espacial Kennedy, em Cabo Canaveral (Flórida).

http://oglobo.globo.com/ciencia/mat/2008/02/21/marinha_dos_eua_ dispara_missil_tatico_para_derrubar_satelite_espiao-425756401.asp

Fusão Bovespa-BM&F supera Nyse

São Paulo, 21 de Fevereiro de 2008 - A fusão entre a Bovespa e a BM&F (Bolsa de Mercadorias & Futuros) que pode resultar das conversações para integração de ambas, anunciada na terça-feira, criaria o segundo maior conglomerado de bolsas das Américas, por valor de mercado.

São Paulo, 21 de Fevereiro de 2008 - A fusão entre a Bovespa e a BM&F (Bolsa de Mercadorias & Futuros) que pode resultar das conversações para integração de ambas, anunciada na terça-feira, criaria o segundo maior conglomerado de bolsas das Américas, por valor de mercado. Segundo números da consultoria Economática, da união surgiria uma empresa avaliada em cerca de US$ 18 bilhões, ficando atrás da CME (Chicago Mercantile Exchange), cotada a US$ 27,7 bilhões, mas à frente da Nyse Euronext (US$ 17,7 bilhões).
Com a união, segundo fontes próximas às bolsas brasileiras, as instituições pretendem justamente ganhar força para se protegerem contra eventuais ofertas hostis para tomada de controle. "O objetivo é ganhar escala e integrar outros mercados da América Latina", diz um corretor. O modelo de fusão ainda não foi definido. O mais provável, segundo analistas, é o que prevê a incorporação da Bovespa pela BM&F, o que geraria um ganho fiscal estimado em R$ 3 bilhões. O assunto será discutido em assembléia extraordinária de acionistas. A idéia conta com a simpatia das corretoras, porque reduziria não apenas os custos das bolsas mas delas próprias, segundo um fonte. As corretoras possuem hoje cerca de 49% do capital da BM&F e 59% das ações da Bovespa.
Antes mesmo da abertura de capital no segundo semestre do ano passado, as companhias vêm sendo sondadas por grandes investidores. Quando estreou no pregão, em 30 de novembro, a BM&F já tinha vendido 20% de suas ações, sendo 10% para o fundo de private equity General Atlantic (R$ 1 bilhão) e 10% para o controlador da CME (R$ 1,3 bilhão). A Bovespa Holding, que chegou ao mercado em 26 de outubro, teve 1% das ações compradas pela Nyse Euronext. Posteriormente, o fundo da gestora Marsico Capital Management comprou outros 5,02%.
Segundo fontes do mercado, investidores estrangeiros já estariam se preparando para apresentar ofertas pelo controle de ambas. Mas isso não poderia se concretizar antes do final de abril. Isso porque, segundo o acordado por ocasião da abertura de capital, as corretoras sócias, que ainda detêm o controle da BM&F e da Bovespa, se comprometeram a não vender mais ações por um período mínimo de seis meses. No caso desta última, o prazo vence em 26 de abril. Ocorre que o anúncio das instituições de um prazo de 60 dias para discutir o modelo de fusão termina justamente uma semana antes.
Consultada, a Nyse Euronext disse que considera importante o investimento na Bovespa, mas preferiu não se pronunciar sobre a eventual fusão. Procurada, a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, não quis se pronunciar sobre a fusão. Nelson Barbosa, secretário do Ministério da Fazenda, não quis comentar o assunto.
Modelo
Para analistas, a possibilidade de uma fusão entre as duas bolsas deve ser realizada por meio de uma troca de ações, em que a BM&F deverá adquirir o controle da Bovespa. Pelas contas do analista da corretora Itaú, Victor Mizusaki, a operação geraria um ágio de R$ 15,3 bilhões, que possibilitaria uma amortização em benefícios fiscais a valor presente de cerca de R$ 3 bilhões.
Para isso, a BM&F teria que realizar uma nova oferta de ações, já que o valor de mercado da Bovespa, de cerca de R$ 19,8 bilhões, é superior ao da BM&F, de R$ 16,5 bilhões. "Como a Bovespa tem um valor de mercado superior ao da BM&F, ela teria que realizar uma nova oferta de ações no valor de cerca de R$ 1 bilhão, o que implicaria em uma relação de troca de 1,5 ação da BM&F para cada ação da Bovespa", diz Mizusaki.
Para o gerente de análise da Prosper Corretora, André Segadilha, a fusão traria um ganho de competitividade no mercado internacional. Ele ressalta que as bolsas poderiam ganhar sinergias com a criação de um único sistema eletrônico de negociação. A integração, segundo Mizusaki, poderia gerar uma redução de despesas com quadro de funcionários da ordem de 50%, o que traria um ganho de 4% a 5% para as ações das instituições brasileiras. (Gazeta Mercantil/Finanças & Mercados - Pág. 1)(Aluísio Alves e Silvia Rosa - Com a Sucursal de Brasília
www.gazeta.com.br/integraNoticia.aspx?Param=10%2C0%2C1547678%2CUIOU

Renúncia de Fidel expõe os limites dos candidatos à Casa Branca

Reféns do influente eleitorado de origem cubana da Flórida, para eles renúncia de Castro pouco muda campanha

Paulo Sotero

Washington - No ano e meio desde que Fidel Castro afastou-se da presidência de Cuba para cuidar da saúde, não houve mudança substancial na política de Washington em relação a Havana. O fato de os republicanos terem perdido o controle do Congresso americano para os democratas, em novembro, levou apenas a um abrandamento das normas que restringem o envio de dinheiro e as viagens à ilha por cubano-americanos, que a administração Bush havia apertado para atender o lobby anticastrista da Flórida - Estado que lhe deu a controvertida vitória na eleição presidencial de 2000.

As reações inicias dos três candidatos principais à Casa Branca à decisão do líder cubano de renunciar não apontam para alterações dramáticas na contraproducente e obsoleta política de isolamento da ilha - seguida por meio século por sucessivas administrações. Ainda que não se deva descartar a possibilidade de o presidente George W. Bush fazer um gesto conciliatório para desarmar aqueles que se opõem às mudanças em Havana, a dinâmica eleitoral da Flórida - que é fortemente influenciada pelo lobby anticastrista - opera na direção oposta.

De olho nos 27 votos da Flórida no colégio eleitoral, que decidirão o pleito presidencial de novembro, o candidato republicano, senador John McCain, confiou a assessoria para assuntos latino-americanos de sua campanha aos representantes do lobby anticastrista no Congresso - Ileana Ros-Lehtinen e os irmãos Mario e Lincoln Diaz-Balart. McCain reagiu ao anúncio da renúncia do velho ditador afirmando que ela não muda nada, pois “os irmãos Castro claramente pretendem manter o poder”.

ESTRATÉGIA DE HILLARY

A senadora democrata Hillary Clinton poderia estar falando sobre os EUA quando declarou, na terça-feira, que a nova liderança cubana terá de escolher entre “insistir nas políticas fracassadas do passado ou dar o passo histórico de trazer Cuba (de volta) à comunidade das nações democráticas”. O discurso, porém, acabou soando falso como o do conservador McCain.

Hillary enfrenta um problema eleitoral premente na Flórida. Para salvar sua candidatura da derrota para o seu colega democrata Barak Obama, a senadora de Nova York precisa convencer a direção de seu partido a permitir que as eleições primárias da Flórida, que ela ganhou por 50% a 33% em janeiro, passem a figurar na conta de delegados à Convenção Nacional em agosto.

A direção do Partido Democrata descredenciou a delegação da Flórida à convenção em represália à decisão do diretório estadual de ignorar sua ordem de não antecipar as primárias. Em tais circunstâncias, a última coisa que Hillary faria seria arriscar-se a perder o apoio de cubano-americanos no Estado, mesmo sabendo que a maioria deles vota com os republicanos.

Após a derrota na Flórida, Obama se deu conta de que seu carisma pessoal e suas promessas de mudança não entusiasmam os eleitores do Estado. Provavelmente por isso, ele foi cuidadoso. O senador de Illinois, que em agosto propôs o levantamento das restrições às remessas de dinheiro e às viagens à Cuba, e em janeiro se disse disposto a se reunir com inimigos dos EUA sem precondições, pesou cada palavra no comunicado que divulgou na terça-feira. “Se os líderes cubanos começarem a abrir a ilha para a democracia, os EUA precisam estar preparados para dar passos para normalizar as relações (com Cuba) e atenuar o embargo de cinco décadas”, afirmou ele.

A declaração de Obama foi a única a reconhecer que os EUA podem precisar adotar uma nova estratégia. Segundo seus assessores, uma vez eleito, Obama daria o primeiro passo e abandonaria a exaurida estratégia das últimas cinco décadas, que mantém a política americana para Cuba refém dos que controlam o poder em Havana e seus inimigos em Miami.

PESQUISA

Uma pesquisa recente da Florida International University mostra que tal iniciativa contaria com o respaldo da comunidade cubana no Estado, que é hoje mais jovem, mais americana e menos ideológica do que a dos primeiros exilados. Dois terços dos entrevistados disseram que apoiariam um diálogo político com o governo cubano. E mais de 57% aplaudiriam o restabelecimento de relações diplomáticas com a ilha.

Por ora, no entanto, a postura do senador de Illinois é muito parecida com a de seus rivais. Ela contraria o pragmatismo que os EUA seguem nas relações com outros governos totalitários, atribui ao regime antidemocrático de Havana a tarefa de iniciar a democratização e dispensa Washington da responsabilidade de formular uma nova política e de agir para ampliar o espaço de ação daqueles que trabalham em Cuba por uma transição pacífica para um regime político aberto e pluralista.

CUBA NA MIRA DOS CANDIDATOS AMERICANOS

Hillary Clinton: É favorável a manter o embargo enquanto não acontecer uma mudança democrática em Cuba. Depois do anúncio da renúncia de Fidel, pediu que Havana liberte todos os presos políticos e avance pelo caminho da democracia. Se assumir a Casa Branca, afirmou que vai motivar os países da América Latina e da Europa a assumirem o compromisso de fomentar uma transição pacífica à democracia na ilha. No Senado, votou a favor de fundos para uma emissora anticastrista.

Barack Obama: É favorável a levantar as restrições às viagens e ao envio de remessas dos EUA a Cuba. Depois do afastamento de Fidel, disse que os EUA deveriam se preparar para começar a tomar medidas para normalizar as relações diplomáticas e aliviar o embargo, contanto que a ilha tomasse um rumo mais democrático. No ano passado, Obama afirmou, em artigo, que estava disposto a iniciar um diálogo bilateral para normalizar as relações entre os dois países.

John McCain: Como senador votou sistematicamente a favor de sanções contra Cuba. Em 1992, co-patrocinou o Ato Democrático Cubano, para exercer mais pressão sobre a ilha e promover a democracia. Depois da renúncia de Fidel, disse que Washington deve seguir pressionando Havana para conseguir a libertação de todos os presos políticos, para legalizar partidos e sindicatos, liberalizar os meios de comunicação e organizar eleições com supervisão internacional.

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20 de fev. de 2008

Mancini brilha e faz o gol da vitória da Roma

Brasileiro tem participação decisiva no triunfo sobre o Real Madrid por 2 a 1, na Itália, que deixa time romano a um empate das quartas-de-final

Roma

Quando deixou o Brasil, há seis anos, Mancini era considerado bom jogador no Atlético-MG. Nada além disso. A transferência para a Europa lhe garantiu expressiva conta bancária e fama. Hoje é um dos principais jogadores da Roma e (por que não?) do futebol italiano. No Estádio Olímpico lotado, ontem, comprovou a boa fase e o prestígio. Depois de deixar o bom goleiro Casillas deitado, tocou com tranqüilidade para marcar o gol da vitória da Roma sobre o Real Madrid por 2 a 1, pela Copa dos Campeões da Europa. Foi carregado pelos colegas e aplaudido pelos torcedores.

link Ouça o jogo entre Arsenal x Milan AM 700 kHz

O resultado foi fundamental para as pretensões do time italiano, que busca vaga nas quartas-de-final da mais importante competição de clubes do mundo. Para alcançar o objetivo, precisará de pelo menos um empate no confronto do dia 5, na capital espanhola. O Real, que não contou com Robinho, machucado, terá de ganhar por 1 a 0 ou por dois gols de diferença.

O bom desempenho de Mancini, de 27 anos, nascido em Ipatinga, foi apenas uma das atrações do ótimo jogo de ontem. As duas equipes saíram em busca do gol desde o primeiro minuto e proporcionaram emoção aos torcedores.

O primeiro bom momento foi dos visitantes, que abriram o placar com o atacante Raúl. Em seguida, Nistelrooy teve um gol bem anulado - estava impedido. Após início ruim, a Roma cresceu, chegou ao empate com Pizarro, ainda no primeiro tempo, e conseguiu a vitória,na segunda etapa, com Mancini.

Outros resultados: Liverpool 2 x 0 Internazionale, Schalke 04 1 x 0 Porto e Olympiakos 0 x 0 Chelsea.

RONALDO

O atacante Ronaldo receberá alta na sexta-feira e ficará em seu apartamento em Paris por pelo menos mais uma semana. O primeiro mês de recuperação será na Europa.Hoje, seu time, o Milan, encara o Arsenal, em Londres. Na Turquia, o Fenerbahçe recebe o Sevilla. O Lyon encara, em casa, o Manchester United e o Barcelona pega o Celtic, na Escócia.

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Justiça liberta 27 condenados por crimes hediondos no Tocantins

da Agência Folha

A Justiça do Tocantins libertou nesta terça-feira 27 presos condenados por crimes hediondos. Um juiz do Estado considerou que os detentos têm direito à progressão de regime porque cometeram delitos antes da entrada em vigor de uma lei que tornou mais rigorosa a pena para crimes do tipo.

Os presos já cumpriram um sexto da pena. A maioria é acusada de tráfico de drogas --um foi condenado por pedofilia.

Segundo a Justiça Estadual, a decisão foi tomada após negociação com o Ministério Público do Estado. Advogados de um grupo de condenados por crimes hediondos já haviam obtido na Justiça o benefício de progressão de regime após o cumprimento de um sexto da pena.

O promotor Fabio Lang e o juiz Luiz Zilmar dos Santos, responsáveis pelo caso, então resolveram estender o benefício a todos os presos com a possibilidade de progressão.

Em 2006, o STF (Supremo Tribunal Federal) reconheceu o direito de condenados por crimes hediondos à progressão do regime da pena de prisão.

Lei federal de março de 2007 determinou que a progressão de regime para presos por crime hediondo só pode ocorrer apenas após o cumprimento de dois quintos da pena para o condenado primário e de três quintos para o reincidente. Até essa lei, o benefício podia ser concedido após um sexto da pena. Como os condenados liberados hoje no Tocantins cometeram crimes antes da nova legislação, esse benefício foi aplicado a eles.

O promotor afirma que pretendeu dar "tratamento igualitário" aos presos na mesma situação dos que obtiveram o benefício.

De acordo com a Justiça Estadual, todos os condenados libertados cumprem requisitos, como bom comportamento. Agora em liberdade, eles continuam tendo obrigações legais, como se apresentar mensalmente à Justiça.

Com FELIPE BÄCHTOLD

www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u374063.shtml

Brasil é o quinto em vendas no mundo

SÃO PAULO - O Brasil avançou da sétima para a quinta posição no ranking mundial de vendas de computadores, com 10,7 milhões de unidades comercializadas no ano passado, com crescimento de 38% sobre 2006. Os dados foram divulgados ontem pela empresa de análise de mercado IDC, que prevê que o país chegue à terceira colocação até o final de 2010. Pela pesquisa, o Brasil só ficou atrás de Estados Unidos (64 milhões de PCs vendidos em 2007), China (36 milhões), Japão (13 milhões) e Reino Unido (11,2 milhões). Entre os países da América Latina, o mercado brasileiro respondeu por 47,3% do total de vendas, contra 19,5% do México, que aparece em segundo lugar na região.

Para Reinaldo Sakis, analista sênior de PCs e monitores da consultoria, os resultados em 2007 foram favorecidos pela maior oferta de promoções de preços e também por pacotes com operadoras de telefonia, que incluíram o acesso ao serviço de banda larga.

As vendas de computadores de mesa (desktops) somaram 9,1 milhões de unidades em 2007, um aumento de 28% sobre 2006. Mais expressivo foi o crescimento da linha de computadores portáteis (notebooks) – de 153%, chegando a 1,5 milhão de unidades. (AG)

www.correiodabahia.com.br/economia/noticia.asp?codigo=147951