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29 de mar. de 2008
Milícia xiita desafia ultimato para depor armas
27 de mar. de 2008
Nova empresa aérea aposta em serviços diferenciados para conquistar mercado
SÃO PAULO - Uma das principais armas da nova empresa aérea nacional para conquistar o mercado brasileiro será oferecer um serviço de qualidade e diferenciado, diz o dono, David Neeleman. A companhia ainda não tem nome, mas já se sabe que ela terá em seus aviões monitores individuais com programação ao vivo de TV, além de revestimento de couro em todos os assentos.
Vamos oferecer um padrão de conforto de classe executiva com tarifas de classe econômica, diz Neeleman. O que é mais importante: um sanduíche quente no avião ou poder assistir ao jogo ou à novela? Por isso decidimos colocar o dinheiro no que faz mais sentido para o passageiro, afirmou.
Segundo ele, a alimentação nos aviões da nova empresa seguirá o padrão adotado pela JetBlue. Na norte-americana, não são distribuídas refeições quentes, mas é oferecida uma grande variedade de snacks doces e salgados aos passageiros, que podem se servir à vontade, além de refrigerantes em lata. Quem aqui pega um avião pensando na boa comida que vai degustar no vôo? Ninguém. Sabemos disso e, por isso, teremos snacks. Para quem quer jantar, o melhor é ir a um bom restaurante, brincou durante a apresentação da companhia.
Segundo Neeleman, a empresa já está negociando com a Sky/DirecTV o fornecimento do sinal de TV para os aviões. Para o futuro, terá a possibilidade de oferecer serviços de transmissão de dados sem fio (Wi-Fi) em seus aviões, para o uso de notebooks. Isso, porém, ainda deve demorar um pouco.
Sobre o assento de couro, afirma que ele, na verdade, não representa uma grande diferença de custo. Ele demanda maior capital no começo, é claro. Mas, se custa duas vezes mais, também dura o dobro que um assento comum. No fim, custa a mesma coisa, explica.
Outro diferencial apontado pelo empresário é a configuração interna dos aviões EMB 195 da Embraer. Segundo ele, o espaçamento entre poltronas e seu tamanho, mas particularmente o fato de não haver assento do meio (que não seja na janela ou no corredor), são fatores de conforto importantíssimos para a empresa. Ninguém gosta de ficar no assento do meio. Com as fileiras de dois assentos do 195, isso está resolvido, diz.
Além disso, o avião da nova empresa, que será configurado com 118 assentos (apesar da capacidade máxima de 122), tem janelas maiores que as de aeronaves semelhantes, afirma o diretor de marketing Gianfranco Beting. Segundo ele, o serviço mesmo em terra também já dará o tom da qualidade da companhia, servindo para fidelizar cada vez mais os passageiros.
A intenção é ter, já desde os primeiros estágios da operação, metade das vendas de passagens fechadas pela internet. Segundo Neeleman, inventor do conceito do e-ticket (bilhete eletrônico), isso permite grande redução de custo e aumento significativo na eficiência da empresa. Os agentes de viagem, diz, continuarão sendo importantes no país e, por isso, a companhia também irá trabalhar com eles, mas sempre avaliando cuidadosamente distintas propostas de política de remuneração e distribuição, com o objetivo de flexibilizar comissões e descontos, diz.
(José Sergio Osse | Valor Online)
http://oglobo.globo.com/economia/mat/2008/03/27/nova _empresa_aerea_aposta_em_servicos_diferenciados_ para_conquistar_mercado-426566226.asp
Ufba emite nota contra prisão de estudantes na Irlanda
A Tarde On Line
Em repúdio ao tratamento dispensado pela polícia de imigração irlandesa aos estudantes da Universidade Federal da Bahia (Ufba), a instituição de ensino superior emitiu uma nota pública contra a prisão dos universitários Maria Almeida Dias (estudante de medicina) e André Luiz Santos São Pedro (farmácia).
Os dois fazem intercâmbio em Portugal, na Universidade de Porto, e viajaram para a Irlanda, onde passariam sete dias. Na quinta-feira passada, os dois, além de uma outra estudante de jornalismo da Universidade Federal Fluminense, foram detidos pelo serviço de imigração do Aeroporto de Dublin, na Irlanda.
Os jovens foram impedidos de entrar em Dublin e, em seguida, levados para prisões comuns, onde estavam detidas pessoas que cometeram crimes graves, como homicídios, roubos, tráfico de drogas e estupros. Lá, os três permaneceram por 48 horas, mesmo com toda a documentação exigida pelo setor de imigração e com dinheiro suficiente para permanecer no país no tempo programado.
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26 de mar. de 2008
Vencedor do 'BBB 8', Rafinha pede namorada em casamento
RIO - Casório à vista para o mais novo milionário do país. Assim que deixou o confinamento do "BBB 8", Rafinha, o vencedor do reality show com 50,15% dos votos, pediu a namorada, Luiza, em casamento. Ela aceitou na hora, claro. Uma das madrinhas já foi escolhida: a colega de jogo Natália. "A Nat é muito querida e eu gosto de gente simples que nem ela", justificou o músico de Campinas (SP), de 26 anos.
Você achou o resultado justo? Vote aqui!
Saiba como foi a vitória de Rafinha na grande final desta terça-feira, com direito a show de Pitty
Veja a fotogaleria com os melhores momentos de Rafinha
Marcelo foi o participante mais polêmico
Veja como foram os paredões do 'BBB 8'
Big Fone arrancou risos e lágrimas dos confinados
Paredão triplo mexeu com os nervos dos brothers
Lado Monstro dos Anjos teve de nega maluca a coelhinha
Pedro Bial fala do enredo dramático desta edição
A cobertura completa do 'BBB 8' está no 'BBBlog', do Extra
'Extra': não perca o divertido vídeo nas ruas: o que você faria com R$ 1 milhão?
Clique aqui e saiba mais e ouça música da banda de Rafinha, a Mipt
Boninho confessa que torcia por Natália
Rafinha chegou para a coletiva de imprensa aos gritos de "uh-hu" e com uma câmera na mão. O equipamento foi emprestado pelo "Fantástico", que pediu a ele que registrasse em imagens seus primeiros três dias como vencedor do "BBB 8".
Sincero e apaixonado pela namorada, a quem deu o primeiro beijo depois de deixar o confinamento, Rafinha disse que cortou um dobrado para não sucumbir ao assédio feminino dentro da casa. "Segurei a maior onda. Nossa, com a Ju foi pesado. Ela tem o jeito da minha namorada, morena, cabelo comprido, pernão... Mas eu amo muito a minha namorada e sabia que se beijasse seria só mais uma. Eu amo a minha namorada", reforçou o músico.
Ele comentou também sobre as agruras do confinamento. "A Thalita e o Marcelo falaram coisas que eu não gostei, mas eu também falei coisas e fiz brincadeiras que eu mesmo não gostei. Agora tenho amizade com todo mundo, mas sei que também errei", reconheceu o rapaz.
Além do casamento, Rafinha tem outro sonho para empregar o prêmio de R$ 1 milhão: tocar para frente o trabalho com sua banda Mipt. "Sabe aquela coisa do seu pai falar desde moleque 'vai estudar'? Eu insisti, acreditei, foram sete anos... E agora que saí, falei: 'Viu, pai? Eu consegui!", desabafou Rafinha, que pretende também ajudar sua família - que faz entregas de verduras - e completar os estudos.
" Eu não sou 'emo'. Gosto de guitarra, bateria e baixo. Mas na casa aprendi a quebrar preconceitos, dancei pagode e vou até ouvir o CD de funk que eu ganhei "
Apesar de estar nas prioridades do rapaz a partir de agora, a banda não esteve tão presente durante os 78 dias de confinamento de Rafinha. Ele fez apenas uma breve participação durante a visita do cantor Paulo Ricardo. "Quando entrei não queria relacionar a banda porque a gente estava um tempo meio separado e estava voltando quando entrei. Entrei para mostrar quem eu era e para ganhar por ser eu quem eu sou", justificou o vencedor do reality show.
Negando o rótulo de "emo" (roqueiros emotivos), Rafinha reconheceu que quebrou preconceitos com outros estilos musicais durante seu período no "BBB 8". "Eu não sou 'emo'. Gosto de guitarra, bateria e baixo. Mas na casa aprendi a quebrar preconceitos, dancei pagode e vou até ouvir o CD de funk que eu ganhei".
Relax, Rafinha está feliz e seguro sobre seu futuro. "Cair no esquecimento é reflexo do que você é. O esforço é o que vale", finalizou o mais novo milionário do pedaço.
http://oglobo.globo.com/cultura/revistadatv/mat/2008/03/26/vencedor _do_bbb_8_rafinha_pede_namorada_em_casamento-426541645.asp
Imprensa chinesa destaca apoio do PC do B contra Tibete
Pequim, 26 mar (Lusa) - A imprensa oficial chinesa divulgou a mensagem enviada pelo Partido Comunista do Brasil (PC do B) em relação à crise no Tibete. O texto acusa manifestações de tentar "sabotar o desenvolvimento da região".
Segundo a agência Nova China, o presidente do PC do B, Renato Rabelo, afirmou em mensagem ao Comitê Central do Partido Comunista da China (PCC), que os comunistas brasileiros condenam os distúrbios em Lhasa e consideram os atos como uma tentativa de "desacreditar os esforços do governo chinês para promover o desenvolvimento social e econômico do Tibete".
Diante de críticas generalizadas da comunidade internacional, o governo comunista chinês tem utilizado todas as manifestações de apoio internacional para legitimar a repressão dos manifestantes tibetanos, quando faltam menos de cinco meses para os Jogos Olímpicos, que acontecem em Pequim entre 8 e 24 de agosto.
A agência oficial chinesa destacou o apoio do Partido Comunista do Brasil “aos esforços chineses para manter sua integridade política e territorial” e afirma que os comunistas do Brasil apóiam a China "na forma como lidou com os tumultos em Lhasa e opõem-se firmemente às ações dos separatistas".
O governo chinês continua afirmando que as manifestações, iniciadas em Lhasa em 10 de março e que se tornaram violentas quatro dias depois, foram organizadas pelo Dalai-Lama para separar o Tibete da China e para boicotar os Jogos Olímpicos.
O Dalai Lama rejeita as acusações chinesas de organizar os protestos, que se espalharam também às províncias fronteiras ao Tibete onde vivem importantes minorias tibetanas.
Segundo a versão chinesa, os manifestantes mataram 19 "civis inocentes" e um policial, enquanto os tibetanos no exílio e as organizações pró-Tibete dizem que a repressão chinesa das manifestações fez 140 mortos.
www.agencialusa.com.br/index.php?iden=14909
25 de mar. de 2008
Entrevista exclusiva: Pedro Bial
Sem favoritos para a final, apresentador faz um balanço desta edição do programa
O jornalista Pedro Bial costuma dizer que quando está trabalhando no Big Brother fica monotemático. É verdade. Durante três meses, pelos corredores dos bastidores da casa mais vigiada do Brasil, sua voz alta ecoa em análises - sempre precisas - sobre os confinados.
Mesmo tendo experiência suficiente para ser chamado de "Mr. Big Brother", o apresentador viveu um novo desafio durante os últimos 78 dias de confinamento: jogadores "reativos" que, ao invés de agirem naturalmente, pautaram suas atitudes basicamente nos participantes dos BBs anteriores.
Mesmo assim, Bial é só elogios aos 14 heróis da "nave louca" - que considera jogadores profissionais - e também ao público. Confira abaixo o balanço que Pedro Bial faz do Big Brother Brasil 8.
Qual o balanço que você faz do formato do programa ao final desta oitava edição?
Em alguns momentos, houve quase um embate entre os participantes que queriam fabricar falsas afinidades em vez de encarar suas diferenças e a direção e a apresentação do programa que insistiam em levantar o tapete e a poeira.
Como formato, o programa mostrou novos aspectos de sua versatilidade e as muitas possibilidades de adaptação e evolução.
Acho que o enredo dramático dessa edição foi desconcertante, absolutamente original. Não houve um conflito central, houve tensões escamoteadas e escancaradas, uma ausência de mocinhos e/ou bandidos, um aprimoramento de jogadores "profissionais" de Big Brother. Talvez o BBB8 tenha marcado o fim da inocência dos participantes.
Acima de tudo, os espectadores sofisticaram muito a sua capacidade de observação, julgando comportamentos não apenas por ações e palavras, como também por omissões e silêncios. Não consigo ver as coisas no BBB como algo a desejar ou deixar a desejar. Um dos atrativos do jogo é a liberdade total dos participantes: até onde eles podem ir, até onde vão os seus escrúpulos? Como diz a canção, "se você soubesse quem você é...".
Ver a que ponto chegou o isolamento de Gyselle, comendo sozinha no escuro do quarto, enquanto Nat, Marcos e Rafinha jantavam na cozinha. A cena me chocou. O isolamento da Gyselle é exógeno e endógeno, isto é, abriga os dois vetores: ela foi perseguida sim e ela esnobou os outros sim. Gyselle é um personagem tão intrigante quanto foi inusitada a trajetória do protagonista Marcelo.
Será uma final decidida no último minuto de votação. A polarização entre as torcidas de Rafinha e Gyselle beira o fanatismo. A paixão do brasileiro pelo BBB se equivale a nossa paixão pelo futebol. Só que o futebol tem regras e no BBB só não vale violência física.
"Se cheguei até a final, foi porque muita gente gostou de mim. Se gostaram de mim, devo ter desenhado uma história bacana no confinamento. Se o número de pessoas que gostam de mim é maior do que os que gostam do outro finalista, mereço um milhão."
Em 8 edições, já me apaixonei por uns e já odiei outros, mas nunca torci por ninguém. Só torço pelo Fluminense. Impossível arriscar um palpite para a final. Como se diz em inglês "it's too close to call", "está muito apertado para apostar"...
Sim. Não suporto mais a demagogia que se faz na internet, condenando o meu uso da palavra 'heróis' para me referir aos participantes. Eu não tenho medo das palavras, e palavras têm derivação de sentido, denotação e conotação. Ora, então os locutores esportivos não podem mais chamar, por exemplo, o Diego Tardelli de herói rubro-negro da Copa Guanabara de 2008. Francamente, meu ouvido é penico só até certo ponto...