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2 de maio de 2008

Enviados do dalai-lama viajam para diálogo com Pequim

Agencia Estado
Enviados do dalai-lama, líder espiritual exilado do Tibete, viajarão à China para encontrar uma solução para a crise na província. A informação foi divulgada hoje pelo escritório do dalai.
É o primeiro contato oficial entre representantes dos exilados tibetanos e o governo chinês desde os protestos violentos no Tibete, em março. Os dois enviados chegarão à China amanhã, para um "diálogo informal com representantes do governo chinês", informou o comunicado do governo tibetano no exílio na Índia. Não há detalhes no texto sobre o local ou a hora do encontro.
A declaração acrescenta que os representantes transmitirão as "profundas preocupações" do dalai-lama sobre como Pequim lidou com a situação. Também haverá "sugestões para trazer paz para a região".
Na semana passada, Pequim informou que dialogaria com um enviado do dalai-lama, porém impôs várias condições para as conversas - entre elas, que o líder religioso reconhecesse o Tibete como parte da China.
O dalai-lama - que fugiu do Tibete após uma fracassada insurgência contra os chineses em 1959 - afirma querer a autonomia da região, mas não sua independência do governo central. Pequim, porém, acusa-o de fomentar rebeliões separatistas na província.
O governo da China cita 22 mortos durante os violentos protestos na capital tibetana, Lhasa, que começaram em março. Membros do governo tibetano no exílio e ativistas internacionais pró-Tibete, porém, citam mais de 100 mortos, durante os confrontos e na repressão que se seguiu.
www.atarde.com.br/mundo/noticia.jsf?id=875788
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